Mimir é um dos deuses gigantes antigos. Obteve todo o seu conhecimento ao beber do poço da Grande Sabedoria nas raízes de Yggdrasil. Guardião da fonte da sabedoria, o mais sábio dos deuses nórdicos. Para conseguir seu conhecimento, Odin se tornou peregrino e se dirigiu até o poço de Mimir, para pedir o conhecimento que havia nas suas águas. Mas Mimir não cedeu gratuitamente, então pediu em troca um olho do deus, Odin arrancou o olho e entregou-o a Mimir, que lançou-o para o fundo do poço. Então Odin decepou a cabeça de Mimir e a manteve viva e a consultava para saber segredos ocultos. Odin soube tudo o que se podia saber, até o fim que esperava o Universo e os deuses, após a luta final que teria no campo de Vigrid. Todo esse conhecimento, transformou o radiante deus num ser taciturno, dado que a carga da ciência, a responsabilidade, também a maduridade, a conciência de todo o Universo, divino e humano.
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segunda-feira, 18 de abril de 2011
Skadi
Tendo em conta, unicamente os seus pés, já que o resto do corpo estava tapado, para que a sua escolha fosse aleatória, Skadi escolhe os pés mais bonitos, pensando ser os de Balder. É o Deus Njörðr que é escolhido e com quem vai viver para as montanhas gélidas e ruidosas. no entanto Njord fosse o Deus da Água das praias ele não conseguiu coabitar com o gelo de Skadi.
O casamento não deu certo, pois enquanto seu esposo preferia viver nas praias e perto do mar, em Nóatún, ela preferia habitar as montanhas e os lugares altos, em Þrymheimr, antigo palácio de seu pai.
Do casamento de Skadi e Njord nasceram Freya e Frey.Em outras fontes da mitologia, diz-se que ela casou-se mais tarde com outro deus, o Æsir Uller.
sábado, 16 de abril de 2011
Siegfried

Siegfried é um herói lendário da mitologia nórdica e personagem central da Saga dos Nibelungos. As primeiras representações de sua lenda vêm de sete pedras rúnicas da Suécia. É o herói do Nibelungenlied e das óperas Siegfried e Götterdämmerung de Richard Wagner. Siegfried é o filho póstumo de Sigmund com sua segunda esposa, Hiordis. Sigmund morre em batalha quando ataca Odin (sob disfarce), e Odin destrói sua espada. Ao morrer, Sigmund anuncia à Hiordis sua gravidez e a deixa os fragmentos de sua espada para o filho ainda não nascido. Hiordis se casa com o rei Alf, que resolve enviar Siegfried a Regin. Regin tenta Siegfried em ganância e violência: ele começa perguntando ao jovem se ele possui controle ao ouro do pai. Ao ser respondido que Alf e sua família controlam o ouro e que ele daria o que Regin desejasse, Regin questiona o motivo dele ter uma posição modesta na corte. Siegfried replica que era tratado como igual pelos reis, mas Regin pergunta o motivo do jovem não ter um um cavalo próprio. O jovem então obtém Grani para si, um cavalo descendente de Sleipnir, do próprio Odin. Por fim, Regin o conta a história de um interessante tesouro: O pai de Regin era Hreidmar cujos dois irmãos eram Ótr e Fafnir. Certo dia, Loki vê Ótr como um peixe, o confunde com uma lontra o mata. Loki leva o corpo para perto da casa de Hreidmar para exibir a captura. Hreidmar, Fafnir e Regin percebem a morte, e exigem que Loki preencha o cadáver com ouro e encubra a pele com tesouro fino como compensação da morte. Loki havia capturado Andvari e exigido todo o ouro do anão. Ele recebe o tesouro, exceto pelo anel. Entretanto, Loki também obtém o anel, mas carregado com uma maldição de morte a quem o usasse. Loki usa esse ouro para preencher o cadáver, cobre a pele também com ouro e finaliza com o anel. Por fim, Fafnir mata Hreidmar e toma o ouro. Siegfried aceita matar Fafnir, que se transforma em dragão para poder proteger melhor seu ouro. Hábil como ferreiro, Regin constrói uma espada para Siegfried, que a testa numa bigorna. Por ter sido quebrada, Regin o faz outra espada, que também quebra. Por fim, Regin constrói uma espada a Siegfried a partir dos fragmentos da espada deixada por Sigmund. O resultado é a Balmung, que consegue destruir a bigorna.
Regin por Arthur Rackham
Siegfried então mata o dragão Fafnir, e se banha com o sangue do inimigo para ter invulnerabilidade, exceto por um dos ombros, coberto por uma folha. Regin então pede a Siegfried o coração de Fafnir. Siegfried também bebe um pouco do sangue do dragão, ganhando a habilidade de entender a língua dos pássaros. Os pássaros o alertam para matar Regin, que tramava a morte do jovem. Siegfried cumpre o pedido, mata Regin e consome o coração de Fafnir, recebendo o dom da sabedoria. Siegfried então encontra Brynhild, líder das nove valquírias, e os dois se apaixonam. Ele também conhece Gjúki, que tinha três filhos e uma filha com sua esposa, Grimhild. Os filhos eram Gunnar, Hogni e Guttorm, e a filha era Gudrun. Grimhild fez uma poção mágica para forçar Siegfried a esquecer Brynhild, para que ele pudesse se casar com Gudrun. Posteriormente, Gunnar queria casar com Brynhild. Entretanto, por ter desobedecido uma ordem direta de Odin, Brynhild perde a imortalidade. Odin a fez adormecer sobre uma pedra no alto de uma montanha e cercou todo o local com fogo. Ela deveria ficar dormindo ali até que um guerreiro destemido atravesse o fogo e a despertasse com um beijo. Somente Grani, o cavalo de Sigurd, poderia ultrapassar as labaredas de fogo que cercavam Brynhild. Siegfried incorpora Gunnar, passa as chamas e ganha Brynhild para Gunnar. Posteriormente, Brynhild questiona Gudrun por ter um marido melhor, e Gudrun a explica tudo que aconteceu. Por ter sido enganada, Brynhild planeja vingança. Primeiramente, ela se recusa a falar com os outros. Siegfried é enviado por Gunnar para averiguar o que estava errado, e Brynhild o acusa de tomar liberdades com ela. Por essa acusação, Gunnar e Hogni planejam a morte de Siegfried e encantam seu irmão Guttorm para realizar o feito. Guttorm mata Siegfried na cama, com uma lança diretamente no seu ponto fraco, que havia sido coberto pela folha ao se banhar com o sangue do dragão. Brynhild mata o filho do herói, Sigmund, que tinha três anos. Sabendo que o amado havia sido enfeitiçado para esquecê-la, ela trama sua própria morte, e constrói uma pira funerária para Siegfried, a Sigmund, a Guttorm e a si própria.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Balder

Balder é uma divindade do panteão nórdico. Era uma divindade da justiça e da sabedoria, filho de Odin e Frigga, irmão de Hermod e Hod. O seu irmão Hod era cego, sendo por conseguinte o deus das Profundezas. Casado com Nana, era o mais belo e o favorito dos deuses, morando num palácio que ficava na claridade de uma noite de Verão. Nunca participava de festas em Valhalla, pois considerava-as muito barulhentas. É um deus bastante diferente dos outros, solar e pacífico. Balder disseminou a boa vontade e a paz em todos os lugares que visitou, o que fez dele um dos deuses mais amados. Sua popularidade e bondade inata atraíram a ira de Loki, filho do gigante Farbauti com a giganta Laufey, que mesmo sendo filho de gigantes é considerado um Aesir. Um dia, Balder passou a ser atormentado por estranhos pesadelos, um sinal da morte iminente, e isso acabou perturbando todos os deuses. Depois de muitos problemas, Odin tomou algumas precauções para evitar o terrível destino de Balder, enviando Frigga com a missão de obter um juramento de todos os seres vivos e não vivos de que não iriam fazer mal a Balder. Porém, Loki se disfarçou de mulher e teve uma conversa com Frigga, descobrindo que uma pequena planta, o visco, não prestara o juramento, pois Frigga a julgara inofensiva a Balder por ser muito jovem. Foi feita então uma festa em que todos os deuses atiravam coisas em Balder, as quais sempre se desviavam de seu alvo. Havia um, porém, que não participava da brincadeira, Hod, irmão cego de Balder. Loki, então o perguntou por que ele também não participava, e este respondeu que não sabia em que direção atirar. Aceitando a sugestão de Loki, Hod atira uma flecha feita de um ramo de visco no coração de Balder, que no mesmo instante cai morto. Este ato chocou todos os deuses e todos os homens, ao ponto de até os gigantes Jötuns, inimigos dos deuses, participarem solidariamente no funeral de Balder. Nana, mulher de Balder, suicidou-se com o desgosto.
Frigga não se conseguiu conformar com a morte do seu amado filho e começou a planejar uma maneira de enviar ao Helheim (o reino dos mortos) alguém com coragem suficiente para levar o resgate em ouro e trazer o seu filho de volta.
Foi o irmão de Balder, Hermod, o Ágil, quem empreendeu a viagem, montado no cavalo mais veloz do mundo, Sleipnir, que pertencia a seu pai. Depois de nove dias e nove noites de viagem chegou à margem de um rio com uma ponte com o teto em ouro guardada por uma mulher armada que vigiava para que nenhum dos que tinham entrado no Helheim saísse nem que entrasse nenhum ser vivo. Mas quando Hermod se identificou e disse qual era a sua missão a sentinela deixou-o entrar.
Depois de percorrer o sinistro reino chegou à deusa Hel. A deusa deixou-se comover pela dor geral que a morte de Balder tinha provocado e deixou que este saísse do seu reino sob a condição de que todas as criaturas do Universo continuassem a chorar a sua perda. Logo cavalgou Hermod de volta pedindo a todos os seres vivos que chorassem a morte de Balder. No entanto, o deus nunca foi resgatado de Helheim até ao dia de Ragnarok porque Loki se recusou a chorar a morte de Balder. No entanto, o belo deus presidiria o renascimento do mundo depois do dia de Ragnarok.
Frigga não se conseguiu conformar com a morte do seu amado filho e começou a planejar uma maneira de enviar ao Helheim (o reino dos mortos) alguém com coragem suficiente para levar o resgate em ouro e trazer o seu filho de volta.
Foi o irmão de Balder, Hermod, o Ágil, quem empreendeu a viagem, montado no cavalo mais veloz do mundo, Sleipnir, que pertencia a seu pai. Depois de nove dias e nove noites de viagem chegou à margem de um rio com uma ponte com o teto em ouro guardada por uma mulher armada que vigiava para que nenhum dos que tinham entrado no Helheim saísse nem que entrasse nenhum ser vivo. Mas quando Hermod se identificou e disse qual era a sua missão a sentinela deixou-o entrar.
Depois de percorrer o sinistro reino chegou à deusa Hel. A deusa deixou-se comover pela dor geral que a morte de Balder tinha provocado e deixou que este saísse do seu reino sob a condição de que todas as criaturas do Universo continuassem a chorar a sua perda. Logo cavalgou Hermod de volta pedindo a todos os seres vivos que chorassem a morte de Balder. No entanto, o deus nunca foi resgatado de Helheim até ao dia de Ragnarok porque Loki se recusou a chorar a morte de Balder. No entanto, o belo deus presidiria o renascimento do mundo depois do dia de Ragnarok.

sexta-feira, 16 de julho de 2010
Aegir
Ele era ao mesmo tempo cultuado e temido pelos marinheiros, pois estes acreditavam que Aegir aparecia de vez em quando na superfície para tomar a carga, homens e navios com ele para seu salão no fundo do oceano. Por isso eram feitos sacrifícios para apaziguá-los, muitas vezes sendo sacrificados prisioneiros antes de se começar a velejar.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Ran

Esposa de Aegir, Ran governa o mar. Temida pelos marinheiros por ser uma deusa maligna que os arrastava para o fundo do mar se tivesse a oportunidade. Deusa do Submundo e dos Elfos Escuros, Senhora dos Mortos. Ran costuma afogar os marinheiros que não aceitam ser maridos de suas filhas ou dela mesma. Ran era reverenciada por seus fantásticos poderes Mágicos e Proféticos. De sua união com Aegir, Ran teria concebido 9 filhas, também detentoras de grandes poderes assim como a Mãe. Estas 9 Deidades Mágicas eram chamadas de " As Nove Donzelas das Ondas".
Tanto Ran, quanto suas filhas conheciam os Mistérios do Poder da Transmutação e a forma que mais apreciavam era a forma de Belas Sereias.Durante o Inverno assumiam a forma de Mulheres não menos Belas, com o intuito de seduzir pescadores e aldeões. Rezam as lendas, que estas caprichosas e mágicas criaturas dormiam com seus eleitos e em seguida os abandonavam. Apaixonados e entorpecidos pelo Amor, suas vítimas definhavam de saudades até a morte. Ran também assumia a forma de uma loba preta pelas praias para rondar embarcações que possam sugerir alimento para ela. Durante as tempestades em alto mar, diz-se que Ran engolia embarcações inteiras para dentro do mar. A Deusa Ran, segundo manuscritos e antigas pinturas Nórdicas, era representada sempre como uma bélísima Mulher, coberta de jóias, cujos cabelos eram longas e perfumadas Algas Marinhas. Em uma de suas mãos carregava o Leme de um Barco. Com a outra mão recolhia do Mar, afogados com sua rede Mágica. Naqueles tempos muitos Navios ostentavam em suas proas a Figura de Ran entalhada em madeira, em sinal de Proteção e Reverência à Deusa, durante as longas viajens em Alto Mar. Imaginavam assim, por reverenciá-la que estariam livres dos perigos do Mar e dos Caprichos da Bela Ran. Se dentre os mortos resgatados por Ran, algum deles carregasse consigo peças de Ouro, a Deusa mágicamente os devolvia à Vida, e dela receberiam privilégios, normalmente amorosos, até quando Ran, por eles tivesse interesse.Naquela época, por conta desta lenda, marujos sempre levavam consigo moedas ou pepitas de ouro para agradarem a Ran, caso morressem afogados.Como o destino final dos Marinheiros resgatados pela bela Deusa, normalmente era serem arrastados para o fundo do Mar, Ran passou a ser temida peles 7 mares e conhecida pelo nome de " A Bela Senhora da Morte".

Bragi

Bragi durante um banquete com os deuses foi acusado por Loki de ser um deus efeminado, mas sua esposa Iduna o defendeu e por isso foi acusada por Loki de cometer adultério.
Bragi é protetor dos bardos (poetas de antigamente) e amante de música e poesias.

sexta-feira, 9 de julho de 2010
Deusa Iduna
Alguns dizem que Idun é filha de Ivaldi (o anão da terra) e sua mãe o sol. Outros afirmam que ela nunca nasceu e, portanto, nunca morreria. Casou-se com Bragi (Deus da poesia e filho de Odin).
Em agradecimento a tão calorosa acolhida, Idun prometeu aos deuses presenteá-los diáriamente com suas maravilhosas maçãs que tinham o poder de outorgar juventude e beleza eterna a todos aqueles que a saboreassem. Graças a esta fruta mágica, os deuses que não eram imortais, evitaram o passar do tempo e enfermidades, se mantendo jovens e belos durante inumeráveis décadas. Consequentemente, estas maçãs despertaram muito interesse e Idun as trancava cuidadosamente em seu cofre mágico. Não importava o número que distribuísse, pois as maçãs sempre eram magicamente multiplicadas.
Contam que o gigante Thiazi em forma de águia roubou um caldeirão onde estavam cozinhando um boi. Loki em fúria lançou uma estaca contra ele. Loki não conseguiu tirar sua mão da estaca e Thiazi o carregou pelos ares. Loki implorou para o gigante deixá-lo ir, porem o gigante só o liberou depois que Loki jurou lhe entregar Idun junto com a caixa com suas maças mágicas.
Loki armou um plano e conseguiu entregar Idun para o gigante.
Os Deuses nórdicos não eram imortais e precisavam das maças para sobreviver. Logo descobriram que Loki fora o responsável. Ameaçaram-no com tortura e morte, caso não arranjasse um jeito de trazer-la de volta.
Loki pegou as vestes de falcão de Frigga e voou até a casa do gigante, quando o mesmo saiu para pescar Loki transformou Idun em uma noz e carregou-a de volta para Asgard em seu bico.
Essa historia seria a representação das estações onde o inverno (Thiazi) seqüestra a vegetação (Idun) e Loki representando o vento quente do verão salva a vegetação do inverno. Idun afastada de Asgard representa a morte da terra com a chegada do inverno. Quando Idun volta como uma noz ou andorinha seria o retorno da primavera.
Idun pode ser invocada para a saúde e renovação da vida.
Existem outras historias ou mitos sobre a queda de Idun e seu retorno, como em um que ela senta na árvore de Yggdrasil e acaba desmaiando caindo em Niflheim (o mais profundo subterrâneo), chegando lá ela congela de medo ao se deparar com as coisas horríveis vistas no reino de Hel. Quando os Deuses a encontraram ela não conseguia mais falar e nem se mover. Os Deuses a cobriram com pele de lobo branco e partiram porem seu marido Bragi não quis deixá-la e cantou para ela com sua harpa.
Também sendo uma representação das estações nessa historia quando Idun cai da Yggdrazil ela dá passagem ao outono, a deslocação toma conta da terra e a neve (a pele do lobo branco) a cobre e o seu marido Bragi com sua harpa seria os pássaros que cantam com a aproximação do verão.
Loki armou um plano e conseguiu entregar Idun para o gigante.
Os Deuses nórdicos não eram imortais e precisavam das maças para sobreviver. Logo descobriram que Loki fora o responsável. Ameaçaram-no com tortura e morte, caso não arranjasse um jeito de trazer-la de volta.
Loki pegou as vestes de falcão de Frigga e voou até a casa do gigante, quando o mesmo saiu para pescar Loki transformou Idun em uma noz e carregou-a de volta para Asgard em seu bico.
Essa historia seria a representação das estações onde o inverno (Thiazi) seqüestra a vegetação (Idun) e Loki representando o vento quente do verão salva a vegetação do inverno. Idun afastada de Asgard representa a morte da terra com a chegada do inverno. Quando Idun volta como uma noz ou andorinha seria o retorno da primavera.
Idun pode ser invocada para a saúde e renovação da vida.
Existem outras historias ou mitos sobre a queda de Idun e seu retorno, como em um que ela senta na árvore de Yggdrasil e acaba desmaiando caindo em Niflheim (o mais profundo subterrâneo), chegando lá ela congela de medo ao se deparar com as coisas horríveis vistas no reino de Hel. Quando os Deuses a encontraram ela não conseguia mais falar e nem se mover. Os Deuses a cobriram com pele de lobo branco e partiram porem seu marido Bragi não quis deixá-la e cantou para ela com sua harpa.
Também sendo uma representação das estações nessa historia quando Idun cai da Yggdrazil ela dá passagem ao outono, a deslocação toma conta da terra e a neve (a pele do lobo branco) a cobre e o seu marido Bragi com sua harpa seria os pássaros que cantam com a aproximação do verão.

segunda-feira, 31 de maio de 2010
Ragnarök
Na mitologia nórdica,Ragnarök é a batalha que levará ao fim do mundo(de forma semelhante ao Armageddon), na região de Midgard. A batalha será travada entre os deuses ( Aesiris e Vanires liderado por Odin), e as criaturas do caos (os gigantes de fogo, os Jotuns entre outros monstros, liderados por Loki. Esta batalha não levaria apenas à destruição dos deuses, gigantes e monstros: o próprio universo seria despedaçado irreversivelmente em partes. Entre outros acontecimentos profetizados, Fenrir será solto e irá devorar Odin, após um inverno tríplice, com neve caindo dos quatro cantos do céu, ventos cortantes e um sol que não trará mais alegria. Seguir-se-ão mais três invernos e neste tempo, toda sorte de guerra e discórdia se espalhará pelo universo. Estes dois grupos foram rivais desde o início dos tempos, mas os Aesir conseguiram, ao longo de sua existência, prender alguns dos principais gigantes e o próprio Loki, que ficou atado em tortura eterna numa caverna. Mas pela influência das mentiras de Loki, Rune-Midgard começa a sofrer grandes males, como um rigoroso inverno, batalhas e caos entre os seres humanos. O sol e a lua -Sol e Mani- são finalmente consumidos pelos dois lobos místicos, Skoll, perseguidor do Sol, e Hati, perseguidor da Lua (ou Mani). Esses lobos, de acordo com a mitologia, são os causadores dos eclipses solares e lunares. Quando Sol e Mani são devorados pelos lobos, a terra treme, e assim vários seres, incluindo Loki e Fenrir (um de seus muitos filhos, um gigantesco lobo) são soltos, desencadeando o Ragnarök. Os Aesir, alertados, juntam-se aos Einhejar, os valorosos guerreiros mortos, e aos vanir, os espíritos naturais, e rumam ao campo de Vigrid, onde há muito tempo havia sido predito que a última batalha tomaria forma. Surt, por sua vez, liderará as tropas dos filhos de Musphelhein lançando fogo nos nove mundos. A horda marchará pela ponte do arco-íris, Bifrost que quebrará sob os cascos dos cavalos. De um lado, os Aesir, Vanir e Einhejar, e do outro os gigantes, o exército de mortos de Hel (deusa do submundo) e Loki e seus seguidores. Uma grande batalha acontece, marcando o fim dos deuses e dos gigantes: Odin é morto por Fenrir, que o fere mortalmente; Thor mata Jomungard, a serpente gigante que habita os mares de Midgard, mas é envenenado por ela; Loki é morto e mata Heimdall, um dos mais valentes Aesir, Tyr o mais corajoso deus que ousou botar a mão na boca de Fenrir, fora morto por Garm o lobo guardião do lar de Hel (também filha de Loki). O céu escurece e as estrelas caem em Midgard, que é consumido pelo fogo e depois tragada pelo mar. Pouco dos antigos Aesir sobrevivem, e o Ragnarök destrói também Midgard. Das ruínas da batalha, um novo sol subirá aos céus, e uma nova terra se erguerá dos mares. Lif e Lifthrasir, os dois únicos humanos sobreviventes, que se esconderam sob as raízes de Yggdrasil a árvore que sustentava os nove mundos, repovoarão o mundo, agora livre de seus males, num tempo de harmonia entre deuses e homens.Ao contrário do Armagedon e do Apocalipse, o Ragnarök é um ciclo, de forma que, após a destruição completa do Universo, tudo se reconstrói para passar por um próximo Ragnarök.
Sleipnir
Thor, O Matador de Gigantes, estava longe de Asgard, matando gigantes no norte, quando um hrimthurs (é qualquer uma das tribos especiais dos Gigantes feitos de gelo e que habitavam Niflheim, uma região de frio eterno) disfarçado como um humano pedreiro, ofereceu-se para reconstruir a muralha em torno de Asgard em troca do sol, da lua, e da deusa Freya. Os deuses aceitaram, pensando que seria um bom negócio, uma vez que parte da muralha já estava caindo aos pedaços. Além disso, o gigante precisaria completar o seu trabalho em apenas seis meses, pois Thor retornaria no final deste prazo e o mataria. O gigante fez somente uma pergunta: poderia usar o seu garanhão (cavalo) cinza, Svadilfari (traduzindo, "escravo", ou possivelmente "condenado"). Loki rapidamente aceitou o acordo, antes que qualquer outro deus pudesse fazer uma objeção. Usando o garanhão, o gigante começou a construção da muralha, e receberia o sol, a lua e Freya. Os deuses, vendo isso, ficaram furiosos com Loki, e disseram que, caso eles perdessem, o torturariam eternamente (o que aconteceu de outra forma). Então, enquanto Svadilfari estava carregando o último tijolo para completar a muralha, Loki transformou-se em uma linda égua branca, e atraiu o garanhão para longe, irritando o gigante, que começou a destruir a muralha de tanta raiva. Assim, enquanto destruia a muralha, Thor apareceu e esmagou o gigante com o seu martelo Mjolnir Loki, mais tarde, deu à luz Sleipnir, a montaria de Odin, que é descendente do garanhão cinza Svadilfari e Loki enquanto "ele" era uma linda égua branca.
De acordo com a Edda em prosa, Loki retornou à Asgard e deu à luz o cavalo de oito patas para Odin dizendo a ele que o cavalo era o mais ágil na Terra e levaria Odin sobre o mar, através dos céus e até à terra dos mortos. De acordo com Sigrdrífumál na Edda poética, Sleipnir possuia runas esculpidas em seus dentes.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
O Roubo do martelo de Thor
Segundo a lenda, um dia Thor percebeu que seu martelo fora roubado, e ele mandou Loki descobrir o que tinha acontecido. Loki emprestou de Freya a forma de falcão e começou a procurar. Finalmente, descobriu que o gigante Thryn tinha escondido o martelo no fundo da terra, e se recusava a devolvê-lo aos deuses, a menos que lhe oferecessem Freya como esposa. Essa mensagem causou a maior consternação em Asgard e deixou Freya tão furiosa que ela partiu em pedaços seu famoso colar.
Mas Heindall sugeriu um plano para recuperar o martelo, sem que Freya corresse riscos. Thor usaria vestes de noiva e iria até Jotunheim no lugar de Freya, acompanhado por Loki, disfarçado de dama de honra. A princípio, Thor achou a idéia de um disfarce indigna, mas Loki o lembrou de que sem o martelo não haveria esperança para Asgard. Trovões e relâmpagos cortavam as montanhas enquanto os dois seguiam na biga de Thor e quando entraram em Jotunheim foram calorosamente recepcionados.
Durante a festa, o plano quase foi descoberto por causa do apetite voraz da noiva, mas Loki rapidamente explicou que o motivo de Freya poder comer um boi e oito salmões era que seu ardente anseio pela cerimônia de casamento a deixara em jejum por oito noites.
Quando Thryn tentou beijar a noiva, ficou aterrorizado ao vislumbrar os terríveis olhos incandescentes sob o véu, mas Loki explicou que Freya não dormia havia oito noites, tão intenso era o seu desejo de ir a Jotunheim. O tormento de Thor chegou ao fim quando o martelo foi finalmente trazido de presente ao futuro casal e colocado sobre o colo da noiva. Quando Thor pôs as mãos sobre o martelo, não tardou muito para que Thryn e todos os que estavam reunidos para a cerimônia fossem destruídos. Ele e Loki retornaram a Asgard, triunfantes!
Jormungand
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Valhala
Valhala, Valhalla ou Walhala (há, ainda, quem use a forma original, Valhol) na mitologia nórdica ou escandinava é o local onde os guerreiros vikings eram recebidos após terem morrido, com honra, em batalha. Odin teria ouvido que matariam todos os seus filhos e demais guerreiros. Curioso e precavido, achegou-se a deusa da sabedoria, um oráculo, que não quis lhe revelar a veracidade do boato. Insistente, Odin teria a seduzido, resultando em nove filhas conhecidas como valquírias. Odin, então, ordenara a uma delas, que foi incumbida de construir e organizar um palácio mágico, Castelo de Valhala, em Asgard(a terra dos deuses nórdicos), para onde seriam enviados todos os guerreiros mortos em batalha, chamados Einherjar. Metade das almas dos guerreiros passariam, então, os seus dias a treinarem-se em combates, desfrutando grandes banquetes e orgias a noite. A condição imposta seria a de proteger o castelo. Elas formariam um exército ("Exército das Almas Vivas"), invencível até ao advento do Ragnarök, quando combateriam ao lado de Odin. Com a chegada da noite, metade das almas seriam reconfortadas com as mesmas refeições dos deuses. A outra metade seguia para Folkvang, o palácio de Freya.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
As Valquírias

terça-feira, 25 de maio de 2010
Njord

Njord da Raça do Vanir, contraposto a dos primitivos Aesir, dos quais Odin era o líder. Njord era o Pai de Freya a deusa do amor, e de Freyr deus da fertilidade; e Njord era o deus do Mar. É o protetor dos pescadores e dos caçadores que, em sua honra, construiam pequenos altares nas falésias e nas florestas, onde depositavam parte do que conseguiam pescar ou caçar. Era visto como um deus pacífico. Njord casou com Skadi, deusa do Inverno e da caça, que o escolheu devido aos seus pés. Skadi escolheu o seu marido observando os pés dos deuses, sem lhes ver a cara, e começou a procurar os pés mais limpos e bonitos, e escolheu os de Njord, porque seus pés sempre estão limpos por causa da água do mar. Njord e Skadi não tiveram um casamento feliz, e logo se separaram, pois skadi como uma deusa das montanhas não conseguia viver nas costas oceanicas assim como Njord não conseguia viver nas montanhas, com a constante mudança foram criadas as estações do ano.
sábado, 22 de maio de 2010
Hela
Na mitologia nórdica, Hel, Hela ou Hell é filha de Loki e da gigante Angrboda irmã mais nova de Fenrir e da serpente de Midgard. A serpente de Midgard foi banida por Odin para o mar que cerca a Terra, mas a fera cresceu tanto que podia se colocar à volta do mundo e tocar na própria cauda. Lobo Fenris foi preso com uma corrente feita pelos espíritos da montanha, chamada Gleipnir. Hel foi banida por Odin para o mundo inferior que recebeu seu nome, Helheim, que fica nas profundezas de Niflheim. Helheim fica às margens do rio Nastronol, que equivale ao rio Aqueronte da mitologia grega. Lá, recebeu o poder de dominar nove mundos ou regiões, onde distribui aqueles que lhe são enviados, isto é, aqueles que morrem por velhice ou doença. Seu palácio chama-se Elvidner, sua mesa era a Fome, sua faca, a Inanição, o Atraso, seu criado, a Vagareza, sua criada, o Precipício, sua porta, a Preocupação sua cama, e os Sofrimentos formavam as paredes de seus aposentos. Hela podia ser facilmente reconhecida, uma metade de seu corpo era de uma linda mulher, e a outra parte de um corpo terrivel em decomposição. A personalidade de Hel difere das dos deuses do mundo inferior das demais mitologias: Ela não é boa e nem má, simplesmente justa. O termo inglês Hell (Inferno em português) origina-se do nome desta deusa.
Heimdall
Na mitologia nórdica, era o vigia e guardião da "Bifrost", ponte do arco-íris (a ponte que conduzia a Asgard) e dos deuses. Não se sabe ao certo de quem ele é filho, alguns acreditam que seja filho de Gigantes, e outros, que seja filho das nove filhas de Aegir com Ran. Tinha a visão e a audição extremamente apuradas, sendo até capaz de escutar o crescer da lã da ovelha e o das ervas. Nunca dormia. Era seu dever avisar quando os inimigos dos deuses atacassem soprando a corneta Giallarhorn, que podia ser ouvida em todo o mundo. De acordo com o Canto de Rig, ele se tornou o pai da humanidade ao criar as três classes sociais: Karl, Jarl e Thrall. É o deus das estratégias, possuía um olhar mais aguçado do que o de um falcão e uma visão noturna melhor do que a da coruja. Estava destinado a defrontar e matar Loki na batalha de Ragnarök, morrendo depois por causa dos seus graves ferimentos.
Freya

Freya é a Deusa-Mãe da dinastia de Vanir na mitologia nórdica. Filha de Njord e Skade (Skadi), o deus do mar e irmã de Freyr, ela é a deusa do sexo e da sensualidade, fertilidade, do amor, da beleza e da atração, da luxúria, da música e das flores. É também a deusa da magia e da adivinhação da riqueza (as suas lágrimas transformavam-se em ouro) e líder das Valquírias (condutoras das almas dos mortos em combate). De carácter arrebatador, teve vários deuses como amantes e é representada como uma mulher atraente e voluptuosa, de olhos claros, baixa estatura, sardas, trazendo consigo um colar mágico, emblema da deusa da terra. Diz a lenda que ela estava sempre procurando, no céu e na terra por Odur (deus responsável por guiar a carruagem do dia, que anda pelos céus), seu marido perdido, enquanto derramava lágrimas que se transformavam em ouro na terra e âmbar no mar. Na tradição germânica, Freya e dois outros vanirs (deuses de fertilidade) se mudaram para Asgard para viver com os aesirs (deuses de guerra) como símbolo da amizade criada depois de uma guerra. Ela usava o colar de Brisingamen, um tesouro de grande valor e beleza que obteve dormindo com os quatro anões que o fizeram. Ela compartilhava os mortos de guerra com Odin. Metade dos homens e todas as mulheres mortos em batalha iriam para seu salão Sessrumnir. O seu nome tem várias representações (Freia, Freja, Froya, etc.) sendo também, por vezes, relacionada ou confundida com a deusa Frigga, mas ela também foi uma grande fiandeira na antiguidade. Freya também tinha uma suposta paixão pelo deus Loki, o deus do fogo.
Freyr
Frey, ou Freyr é filho de Njord e irmão de Freya, e está casado com a gigante Gerda. É um deus representado como belo e forte que comanda o tempo e a prosperidade, a fertilidade, a alegria e a paz. É o deus chefe da agricultura. É o patrono da fertilidade, o soberano dum país chamado Álflheimr, reino dos elfos da luz (ljósálfar), que são os responsáveis pelo crescimento da vegetação. O Skirnismál (“A Balada de Skirnir”) nos informa que Frey é filho de Njörðr (Njord), o deus da fertilidade. É portanto um deus dos Vanir. Seu cavalo salta qualquer obstáculo e a sua espada mágica, forjada por anões, move-se sozinha nos ares desferindo golpes mortais, mesmo se for perdida em combate. É senhor de um javali de ouro chamado Gulinbursti, criação dos anões Brokk e Sindri, que conduz um carro como se fosse puxado por cavalos, e cujo brilho reluz na noite. Tem também um navio, Skidbladnir, que é tão grande que nele cabem todos os deuses, mas pode ser dobrado e guardado na algibeira. É uma das mais antigas divindades germânicas junto com Freya e Njörðr, e seu nome significa “senhor". Apesar de ser um deus pacífico, Frey está destinado a lutar contra Surtur ( também conhecido como Surt, o gigante que guarda Musphelhein, o reino do fogo) na batalha de Ragnarök. Nesta luta não poderá utilizar a sua espada mágica, porque a deu ao seu escudeiro, Skirnir.

sexta-feira, 21 de maio de 2010
Loki

Loki é um deus ou um gigante da mitologia nórdica. Deus do fogo, da trapaça e da travessura, também está ligado à magia e pode assumir formas de vários animais - exceto de aves - e de ambos os sexos. Ele não pertence aos Aesir embora viva com eles. É frequentemente considerado um símbolo da maldade, traiçoeiro, de pouca confiança; e, embora suas artimanhas geralmente causem problemas a curto prazo aos deuses, estes frequentemente se beneficiam, no fim, das travessuras de Loki. Ele está entre as figuras mais complexas da mitologia nórdica. Ele possui um grande senso de estratégia e usa suas habilidades para seus interesses, envolvendo intriga e mentiras complexas. Sendo um misto de deus e gigante, sua relação com os outros deuses é conturbada. Entretanto, ele é respeitado por Odin, de quem é irmão de sangue. Ele também ajuda Thor a recuperar seu martelo Mjölnir roubado pelos gigantes, obtém alguns dos artefatos mais preciosos dos deuses - como a própria Mjölnir, a lança de Odin, Grugnir, os cabelos de ouro de Sif e o navio mágico de Freyr, Skidbladnir. As referências a Loki estão no Edda em verso, compilado no século XIII a partir de fontes tradicionais, no Edda em prosa e no Heimskringla, escrito no século XIII por Snorri Sturluson. Ele também aparece nos Poemas rúnicos, a poesia dos escaldos e no folclore escandinavo. Há teorias que conectam o personagem com o ar ou o fogo, e que ele pode ser a mesma figura do deus Lóðurr, um dos irmãos de Odin. O compositor Richard Wagner apresentou o personagem com o nome germânico Loge em sua tetralogia de óperas Der Ring des Nibelungen. Entretanto, essa variação do nome na realidade diz respeito a outro personagem nórdico, o gigante de fogo Logi, o que reforça sua relação com o fogo. O primeiro casamento de Loki com a giganta Angrboda gerou três criaturas monstruosas, assustadoras e maléficas: Fenrir, o lobo, Jormungand, a grande serpente e Hel, a deusa parcialmente decompesta do mundo inferior. Ele teve dois filhos, Vali e Narvi, de um segundo casamento. Sua esposa é Sigyn, que permaneceu leal a ele até mesmo quando foi punido pela morte de Balder. No momento da prisão de Loki, Vali foi transformado em um lobo que matou Narvi. Os intestinos do homem morto foram usados para amarrar Loki - pelos ombros, cintura e calcanhares - a três imensas rochas dentro de uma caverna, sob a boca de uma serpente gigante, que gotejava veneno. O veneno foi pego por Sigyn com uma espécie de cantil.

Loki esperou na caverna pelo Ragnarök, o fado dos deuses. O destino de Loki seria liderar o exército do mal na batalha final com os deuses, na qual ele seria morto por Heimdall.
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