quarta-feira, 28 de outubro de 2009

O Castelo Assombrado da Cidade do Cabo


O edifício mais antigo da África do Sul, o Castelo da Boa Esperança, na Cidade do Cabo, tem sido cenário de fenómenos sobrenaturais desde 1653, quando relatos do tribunal referem os movimentos misteriosos de uma Bíblia, interpretados pelos presentes como prova da culpa de uma pessoa acusada de roubo. Ainda mais extraordinárias, porém, são as afirmações de que vários fantasmas assombram o castelo.Um desses fantasmas é conhecido por a "dama de capuz cinzento". Uma das suas aparições deu-se por volta de 1860, quando uma jovem, Emily Daniel, viu uma senhora de pé à porta do seu quarto. Primeiro pensou que era a sua mãe, mas, ao fitá-la de novo, percebeu que se tratava de uma figura sombria com uma longa capa cinzenta e o rosto escondido nas mãos. Emily sentou-se na cama e perguntou: "Que quereis?". A figura chegou aos pés da cama e desvaneceu-se. A irmã de Emily viu uma aparição semelhante alguns anos depois.Crê-se que a mesma dama de cinzento assombra o Palácio do Governo, situado a cerca de 1 km do castelo. Por volta de 1880, quando Sir Bartle Frere era governador do Cabo, a sua mulher estava sentada ao toucador quando o ajudante-de-campo do marido veio entregar-lhe uma mensagem. Abriu a porta e, ao ver que ela estava acompanhada, afastou-se. Quando regressou, pediu desculpa por tê-la interrompido e ficou estupefacto ao ouvir Lady Frere insistir que estivera sempre sozinha. "Minha senhora", disse ele, "eu vi uma dama de cinzento de pé, a seu lado, inclinada sobre o toucador".Reza a lenda que existe uma passagem subterrânea entre o Castelo da Boa Esperança e o Palácio do Governo, bloqueada há várias gerações. Presume-se que um obstáculo desse tipo não estorvaria os movimentos de um fantasma, assim se explicando a "dupla assombração". Outro dos fantasmas do castelo é o governador Van Noordt, um político do século XIX, recordado pela sua severidade e crueldade. Já no nosso século, soldados do castelo afirmaram tê-lo visto. Certa noite de Julho de 1947, dois guardas viram sobre as muralhas uma figura indistinta, e no entanto obviamente humana, com mais de 2 m de altura.



Cães do Inferno

Numa noite tempestuosa de l677, Sir Richard Capel, senhor de Brooke Manor, no Devon, Inglaterra, morreu. Segundo a lenda, os cães espectrais da Caçada Selvagem rondaram, furiosos, toda a noite, esperando pela sua alma. Outra versão refere que Sir Richard, conhecido por raptar jovens e mantê-las prisioneiras em Hawson Court, foi perseguido através da região de Dartmoor pelos cães do inferno até cair morto. Os cães Wisht, como também eram conhecidos em Devon, eram a matilha espectral que acompanhava a Caçada Selvagem, e dizia-se que os seus uivos eram ouvidos nas regiões mais bravas de Dartmoor. Um dos locais preferidos dos cães era a zona conhecida por bosque de Wistman, cujo nome, tal como o dos próprios animais, terá provavelmente derivado de uma palavra do Devon que significa "misterioso". O nome do bosque deve-se à solidão e aspecto sinistro dos seus carvalhos retorcidos e centenários revestidos de musgo.Para garantir que ele não "passearia" depois de morto, Sir Richard foi enterrado a grande profundidade no lado exterior do pórtico sul da Igreja de Buckfastleigh. Por cima, foi colocado um pesado altar-túmulo e uma pequena casa construída no topo. A casa tem uma grade de ferro maciço de um lado, e do outro, uma pequena porta de carvalho com um grande buraco de fechadura. Ao longo dos séculos, a lenda transformou Sir Richard num quase-vampiro, e ainda no final da década de 70 as crianças da aldeia davam 13 voltas à casa e depois desafiavam-se umas as outras a enfiar um dedo no buraco da fechadura para sentir Sir Richard a roer-lhes a ponta do dedo.Sir Richard pode ter servido de inspiração para o vilão Hugo, do romance O Cão dos Baskervilles, de Sir Arthur Conan Doyle. Conan Doyle situou a sua história em Dartmoor e ligou a lenda de Sir Richard com a ideia de um cão negro espectral, oriundo da mesma tradição mitológica que os cães do inferno. A região de Dartmoor é rica em lendas de cães espectrais. Uma delas fala de um lavrador que em certa noite escura se dirigia a cavalo para casa. Quando passava por um círculo de pedras, Foi silenciosamente ultrapassado por uma matilha de cães espectrais. Chamando o caçador que os acompanhava, pediu-lhe parte da sua caça. -Toma isto! - gritou o caçador, atirando-lhe uma trouxa. Quando o lavrador a abriu em casa, descobriu o corpo do seu filho. Esta história horrível também é contada na Alemanha, onde se diz que a Caçada Selvagem recolhe as almas de crianças por batizar. Também em Dartmoor são estas alminhas que os cães espectrais procuram enquanto correm ao longo do trilho conhecido por Caminho do Abade, aterrorizando os carneiros e os pôneis selvagens.
Cães do Inferno fazem também parte do folclore da Inglaterra onde são conhecidos por Barghest, que aparecem para anunciar a morte, e são descritos como cães negros, enormes, com grandes olhos vermelhos e incandescentes, que têm a estranha capacidade de desaparecer em um estalar de dedos. Há versões que dizem também que esses cães são responsáveis por buscar a alma das pessoas que fazem pacto com o demônio.
São seres sobrenaturais que costumam ser vistos em encruzilhadas, e são geralmente ligados ao inferno.
Relatos de Cães do Inferno surgem de vários lugares do mundo e não só na Inglaterra. Em um caso contado por Theodore Ebert, de Pottsville, na Pensilvânia, na década de 50 ele afirma que certa noite quando ainda era garoto, caminhava com alguns amigos pela estrada Seven Star e um grande cão negro apareceu do nada e ficou entre ele e o amigo. Quando foi acariciá-lo, ele desapareceu. Desapareceu em um estalar de dedos.
Em outros casos eles nem sempre são vistos como seres do mal. Na Grã-Bretanha, suas lendas contam que os cães negros apareciam às pessoas nas estradas para conduzir as mesmas, como um espírito protetor. Já na Inglaterra, ele surgia para ameaçar as pessoas ou somente para passar um prenúncio de morte.
Um dos relatos mais antigos sobre a aparição de um destes seres é contado no manuscrito francês Annales Franorum Regnum de 856 dC. Neste manuscrito é relatado que uma repentina escuridão envolveu uma igreja durante uma missa e que um grande e misterioso cão negro que soltava faísca pelos olhos apareceu e se pôs a inspecionar o recinto, como se procurasse por alguém ou alguma coisa, até que, desapareceu num piscar de olhos. Outro caso que estranhamente se passou também em uma igreja, aconteceu em 4 de Agosto de 1577, em Bongay, a cerca de Norwich, Inglaterra. Um manuscrito conta que durante uma tempestade um cão negro entrou na igreja e disparou correndo no corredor. O sombrio animal foi responsável pela morte de dois cidadãos que se encontravam no local e ainda queimou um terceiro.
Em Devorich na Inglaterra, numa noite de 1984 um homem em Devonshire, conta que avistou uma coisa preta e enorme quando andava de carro, parou bruscamente o carro e ela, à luz dos faróis, diminuiu o passo e andou na direção do carro. Diz que viu seus olhos claro feito o dia, eram verdes e vidrados, ela olhou bem na linha do capô, pois era daquela altura, e foi embora. Como uma luz que se apaga e não a viu mais. Diz que não é como um cachorro comum e que o deixou amedrontado.


La Santa Compaña

Pouco depois da meia-noite, nos arrabaldes de uma aldeia espanhola, um certo Dr. Pereira regressava a casa depois de ter assistido a um parto. De súbito, deslizando à sua frente, viu oito monges fantasmagóricos e encarapuçados conduzidos por um indivíduo pálido que transportava uma grande cruz de madeira, enquanto um forte odor a velas a arderem se espalhava no ar. O grupo parou junto à porta do ferreiro, e Pereira precipitou-se para casa. Passados quatro dias, o ferreiro sofreu um ataque cardíaco na taberna da aldeia.Esta história assemelha-se a centenas de relatos de testemunhas que afirmam ter visto La Santa Compaña (A Santa Companhia), uma procissão de "fantasmas" que se diz assombrar a Galiza rural, uma região do Noroeste de Espanha conhecida pelas suas histórias de bruxas e pelo seu interesse pelos mortos. Embora a lenda se tenha espalhado por todo o Norte de Espanha e de Portugal, La Santa Compaña tem um carácter particularmente galego. Está intimamente ligada aos cruceiros (cruzeiros) existentes ao longo das estradas – antigas cruzes de onde se diz que o cortejo parte. A sinistra procissão, de cinco ou mais monges encarapuçados, assombra azinhagas solitárias e cemitérios por volta da meia-noite e é sempre tomada como prenúncio de morte.Alguns parapsicólogos defendem a teoria de que tais aparições poderiam ser inconscientemente projectadas por alguém que tenha uma premonição de morte. Sociólogos e antropólogos propõem explicações mais pragmáticas, sugerindo que a luz de lanternas, combinada com nevoeiro, chuva e florestas densas, pode ter dado origem a esta lenda. Ou talvez as testemunhas não tenham visto fantasmas, mas sim grupos de contrabandistas ou até de recolectores de marisco, comuns nesta região costeira.Embora tenham sido referidos muito menos encontros desde a instalação da eletricidade, os investigadores Fernando Magdalena e Javier Akerman recolheram muitos relatos recentes de aparições destes grupo sinistro. La Santa Compaña está tão enraizada no folclore galego que continuará provavelmente a ser vista nas estradas solitárias e enevoadas durante os tempos mais próximos.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

A Dama Branca da Alemanha

A Weisse Frau (Dama Branca) era um espectro que durante muitos anos apareceu em castelos reais alemães, sobretudo nos de Karlsruhe, Berlim, Bayreuth, Darmstadt e Neuhaus, na Boémia. Vestida de branco, era inofensiva, limitando-se a inclinar a cabeça quando se encontrava com alguém. Corriam, no entanto, rumores entre os Hohenzollerns, a família real da Prússia, de que ela era vista antes da ocorrência de catástrofes e mortes na família. Em Dezembro de l628, a Dama Branca apareceu no palácio real de Berlim e disse: -Vinde, julgai os rápidos e os mortos! Eu aguardo o meu julgamento.» Uma lenda identificou-a com o espírito de uma mulher do século XV, Bertha, ou Perchta, von Rosenberg, de Neuhaus, que de noite visitava os quartos de bebés reais para embalar as crianças enquanto as amas dormiam. Quando certa vez uma ama, aterrorizada, a viu, ela disse: -Eu não sou, como tu, uma estranha entre estas paredes. Eu sou da família, e esta criança descende dos filhos dos meus filhos. Os Hohenzollerns explicavam a Dama Branca como sendo o fantasma da condessa Agnes de Orlamünde, emparedada viva por ter envenenado os próprios filhos. Era por vezes descrita vestida de preto e branco, as cores da Prússia. A sua aparição foi documentada pela primeira vez em 1486 no Palácio de Bayreuth, e diz-se que foi vista pela última vez em 1879. A morte de Frederico I, o primeiro rei da Prússia, em 1713 foi precipitada pela sua crença na Dama Branca. A sua segunda mulher, que sofria de uma loucura ligeira, costumava vestir-se de musselina branca. Certa tarde, escapou-se das suas aias e atravessou uma porta de vidro antes de entrar nos aposentos de Frederico. O rei acordou da sua sesta e ficou tão aterrorizado ao ver a aparição vestida de branco com sangue a escorrer pelo vestido que adoeceu. Morreu pouco depois, convencido de que a Weisse Frau o tinha amaldiçoado.
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As Bruxas de Salém


Bruxas de Salém refere-se ao episódio gerado pela superstição e pela credulidade que levaram, na América do Norte, aos últimos julgamentos por bruxaria, na pequena povoação de Salém, Massachusetts numa noite de outubro de 1692. O medo da bruxaria começou quando uma escrava negra chamada Tituba contou algumas histórias vudus(religião tradicional da África Ocidental) às amigas, que, por esse fato, tiveram pesadelos. Um médico que foi chamado para as examinar declarou que deveriam estar amaldiçoadas. Os julgamentos de Tituba e de outros foram efetuados ante o juíz Samuel Sewall, Cotton Mather um pregador colonial que acreditava em bruxaria, encarregou-se da acusação. O medo da bruxaria durou cerca de um ano, durante o qual vinte pessoas, na sua maior parte mulheres, foram declaradas culpadas e executadas. Um dos homens, Giles Corey, morreu de acordo com o bárbaro costume medieval de ser comprimido por rochas em uma tábua sobre seu corpo até morrer, levando ao total 3 dias. Foram presas cerca de cento e cinqüenta pessoas. Mais tarde, o juiz Sewall confessou que pensava que as suas sentenças haviam sido um erro.
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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Dragões na Europa

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No ocidente, em geral, predomina a idéia de dragão como um ser maligno e caótico, mesmo que não seja necessariamente esta a situação de todos eles. Nos mitos europeus a figura do dragão aparece constantemente, mas na maior parte das vezes é descrito como mera besta irracional, em detrimento do papel divino/demoníaco que recebia no oriente. A visão negativa de dragões é bem representada na lenda nórdica ou germânica de Siegfried e Fafnir, em que o anão Fafnir acaba se transformando em um dragão justamente por sua ganância e cobiça durante sua batalha final contra o herói Siegfied. Nesta mesma lenda também pode ser visto um traço comum em histórias fantásticas de dragões, as propriedades mágicas de partes do seu corpo: na história, após matar Fafnir, Siegfried assou e ingeriu um pouco do seu coração, e assim ganhou a habilidade de se comunicar com animais. Serpentes marinhas como Jormungand da mitologia nórdica, era o pesadelo do Vikings; por outro lado, a proa de seus navios eram entalhadas com um dragão para espantá-lo.Na mitologia grega, também é comum ver os dragões como adversários mitológicos de grandes heróis, como Hércules ou Perseu. De acordo com uma lenda da mitologia grega, o herói Cadmo mata um dragão que havia devorado seus liderados. Em seguida, a deusa Atena apareceu no local e aconselhou Cadmo a extrair e enterrar os dentes do dragão. Os dentes "semeados" deram origem a gigantes, que ajudaram Cadmo a fundar a cidade de Tebas.Sláine, Cuchulainn e diversos outros heróis celtas enfrentaram dragões nos relatos dos seus povos.A lenda polonesa do dragão de Wawel conta como um terrível dragão foi morto perto da actual cidade de Cracóvia.Durante a idade média as histórias sobre batalhas contra dragões eram numerosas. A existência dessas criaturas era tida como inquestionável, e seu aspecto e hábitos eram descritos em detalhes nos bestiários da Igreja Católica. Segundo os relatos tradicionais, São Jorge teria matado um dragão.Muitos povos celtas, por exemplo, possuíam imagens dragões em seus brasões familiares, e há também muitas imagens de dragões como estandartes de guerra desses povos. Assim, ao contar histórias de vis dragões sendo enfrentados e vencidos por nobres heróis cristãos, os escritores cristãos também estavam fazendo uma apologia da sua religião contra as antigas tradições locais. Pode-se fazer até mesmo um paralelo entre as famosas armas de sopro draconianas e a pregação destas religiões: um dragão que sopra nuvens venenosas, por exemplo, poderia também ser usado como metáfora para blasfêmias "venenosas" proferidas por falsos profetas pagãos.Em Portugal, o dragão mais famoso é a "coca" ou "coca rabixa". A festa da "coca" realiza-se no dia do Corpo de Deus.No ano de 2006, o Discovery Channel, exibiu um documentário dissertando que os dragões realmente existiram. Seriam a evolução de certos répteis. O fogo poderia ser expelido pela boca pois havia gás metano junto de demais gases dentro do estômago, assim como nós mesmos temos. Semanas após a exibição do documentário ele foi exibido novamente, desta vez anunciando que tudo não passava de pura ficção.

Dragão na América Pré-Colombiana


Os dragões aparecem mais raramente nos mitos dos nativos americanos, mas existem registros históricos da crença em criaturas "draconídeas".Um dos principais deuses das civilizações do golfo do México era Quetzalcoal, uma serpente alada. Nos mitos da tribo Chincha do Peru, Mama Pacha, a deusa que zelava pela colheita e plantio, era às vezes descrita como um dragão que causava terremotos. O mítico primeiro chefe da tribo Apache (que, segundo a lenda, chamava-se Apache ele próprio) duelou com um dragão usando arco e flecha. O dragão da lenda usava como arco um enorme pinheiro torcido para disparar árvores jovens como flechas. Disparou quatro flechas contra o jovem, que conseguiu se desviar de todas. Em seguida foi alvejado por quatro flechas de Apache e morreu. No folclore brasileiro existe o Boitatá, uma cobra gigantesca que cospe fogo e defende as matas daqueles que as incendeiam.

Dragão na Bíblia




Os dragões segundo a cultura cristã, são aqueles que mais influenciaram a nossa visão contemporânea dos dragões.Muito da visão dos cristãos a respeito de dragões é herdado das culturas do médio oriente e do ocidente antigo, como uma relação bastante forte entre os conceitos de dragão e serpente (muitos dragões da cultura cristã são vistos como simples serpentes aladas, as vezes também com patas), e a associação dos mesmos com o mal e o caos.De acordo com o Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento, no Antigo Testamento, dragões tipificam os inimigos do povo de Deus, como em Ezequiel 29:3. Ao fazer isso, associa-se a ideia das mitologias de povos próximos, para dar maior entendimento aos israelitas. É por isso que a Septuaginta, na sua narrativa da história de Moisés, traduz “serpente” por “dragão”, para dar maior glória à ação de Deus (êxodo 7:9-12).Há ainda, no antigo testamento, no Livro de Jó 41:18-21, a seguinte descrição:
18 Os seus espirros fazem resplandecer a luz, e os seus olhos são como as pestanas da alva.
19 Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela.
20 Dos seus narizes procede fumaça, como de uma panela que ferve, e de juncos que ardem.
21 O seu hálito faz incender os carvões, e da sua boca sai uma chama.Em Isaías 30:6, há citado um “áspide ardente voador” (versão ARC), junto com outros animais, para ilustrar a terra para onde os israelitas serão levados, pois o contexto do capítulo é sobre a repreensão deles.
No Novo Testamento acha-se apenas no Apocalipse de São João, utilizado como símbolo de satanás.O Leviatã, a serpente cuspidora de fumaça do livro de Jó, também é considerado um dragão bíblico. Os dragões nas histórias cristãs acabaram por adotar esta imagem de maldade e crueldade, sendo como representações do mal e da destruição.O caso do mais célebre dragão cristão é aquele que foi morto por São Jorge, que se banqueteava com jovens virgens até ser derrotado pelo cavaleiro. Esta história também acabou dando origem a outro clássico tema de histórias de fantasia: o nobre cavaleiro que enfrenta um vil dragão para salvar uma princesa.



terça-feira, 13 de outubro de 2009

Dragões na Mesopotâmia

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Na antiga Mesopotâmia também havia essa associação de dragões com o mal e o caos. Os dragões dos mitos sumérios, por exemplo, frequentemente cometiam grandes crimes, e por isso acabavam punidos pelos deuses - como Zu, um deus-dragão sumeriano das tempestades, que em certa ocasião teria roubado as pedras onde estavam escritas as leis do universo, e por tal crime acabou sendo morto pelo deus-sol Ninurta. E no Enuma Elish, épico babilônico que conta a criação do mundo, também há uma forte presença de dragões, sobretudo na figura de Tiamat. No mito, Tiamat (apontada por diversos autores como uma personificação do oceano) e seu consorte mitológico Apsu (considerado como uma personificação das águas doces sob a terra) se unem e dão a luz aos diversos deuses mesopotâmicos. Apsu, no entanto, não conseguia descansar na presença de seus rebentos, e decide destruí-los, mas é morto por Ea, um de seus filhos. Para vingar-se, Tiamat cria um exército de monstros, entre os quais 11 que são considerados dragões, e prepara um ataque contra os jovens deuses. Liderados pelo mais jovem entre eles Marduk, que mais tarde se tornaria o principal deus do panteão babilônico, os deuses vencem a batalha e se consolidam como senhores do universo. Do corpo morto de Tiamat são criados o céu e a terra, enquanto do sangue do principal general do seu exército, Kingu, é criada a humanidade. O Dragão de Mushussu é subjugado por Marduk, se tornando seu guardião e símbolo de poder. Na mitologia grega existe o dragão lord (dragão rei) que ainda habita no monte olimpo, e ainda existem serpentes servas por toda a Grécia escondidas em buracos.

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Dragão no Médio Oriente

No Médio Oriente os dragões eram vistos geralmente como encarnações do mal. A a mitologia persa cita vários dragões como Azi Dahaka que atemorizava os homens, roubava seu gado e destruía florestas.(e que provavelmente foi uma alegoria mística da opressão que a Babilônia exerceu sobre a Pérsia na antiguidade clássica). Os dragões da cultura persa, de onde aparentemente se originou a ideia de grandes tesouros guardados por eles e que poderiam ser tomados por aqueles que o derrotassem, hoje tema tão comum em histórias fantásticas. Na mitologia babilônica todos os deuses descendiam do dragão-fêmea (ou dracena) Tiamat, mas essa começou a enxergá-los como um estorvo e planejou matá-los. Seus planos foram frustrados pela deus Ea (também conhecido como 'Enki ou Nudimmud) que matou seu consorte Apsu. Posteriormente, Tiamat foi morta pelo deus Marduk.

Dragão Chinês

Na China, a presença de dragões na cultura é anterior mesmo à linguagem escrita e persiste até os dias de hoje, quando o dragão é considerado um símbolo nacional chinês. Na cultura chinesa antiga, os dragões possuíam um importante papel na previsão climática, pois eram considerados como os responsáveis pelas chuvas. Assim, era comum associar os dragões com a água e com a fertilidade nos campos, criando uma imagem bastante positiva para eles, mesmo que ainda fossem capazes de causar muita destruição quando enfurecidos, criando grandes tempestades. As formas quiméricas do dragão Lung chinês, que misturam partes de diversos animais, também influenciaram diversos outros dragões orientais, como o Tatsu japonês.Nos mitos do extremo oriente os dragões geralmente desempenham funções superiores a de meros animais mágicos, muitas vezes ocupando a posição de deuses. Na mitologia chinesa os dragões chamam-se long e dividem-se em quatro tipos: celestiais, espíritos da terra, os guardiões de tesouros e os dragões imperiais. O dragão Yuan-shi tian-zong ocupa uma das mais altas posições na hierarquia divina do taoísmo. Ele teria surgido no princípio do universo e criado o céu e a terra.Nas lendas japonesas os dragões desempenham papel divino semelhante. O dragão Ryujin, por exemplo, era considerado o deus dos mares e controlava pessoalmente o movimento das marés através de jóias mágicas.

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domingo, 27 de setembro de 2009

Doppelgänger

Doppelgänger, segundo as lendas germânicas de onde provém, é um monstro ou ser fantástico que tem o dom de representar uma cópia idêntica de uma pessoa que ele escolhe ou que passa a acompanhar (como dando uma idéia de que cada pessoa tem o seu próprio). Ele imita em tudo a pessoa copiada, até mesmo suas características internas mais profundas. O nome Doppelgänger se originou da fusão das palavras alemãs doppel (significa duplo, réplica ou duplicata) e gänger (andante, ambulante ou aquele que vaga).
Existem muitas controvérsias sobre como esta criatura misteriosa é tratada: uns dizem que ela anuncia maus agouros, enquanto outros ditam que é uma representação acentuada do lado negativo de uma pessoa. No primeiro caso, diz-se que ver o seu próprio doppelgänger é um sinal de morte iminente, pois a lenda reza que a pessoa está vendo a sua própria alma projetando-se para fora do corpo para assim embarcar para o plano astral. Em outras circunstâncias, se o Doppelgänger é visto por amigos ou parentes, isso é um anúncio de má sorte ou de problemas emocionais que se aproximam. No segundo caso, há quem diga que ele assume o negativo da pessoa para tentar sobre a mesma uma influência negra, de modo a converter a pessoa a fazer coisas cruéis ou simplesmente coisas que ela não faria naturalmente. Ainda existem aqueles que especulam que o doppelgänger seja um tipo de "conselheiro" invisível para a pessoa, seja dando avisos ou implantando idéias. Dado este plano, acredita-se que o doppelgänger somente é visível para quem o tem, e mesmo em tal circunstância ele só pode ser visto espiritualmente, pois ele não se reflete em espelhos ou qualquer superfície física. Estima-se também que cães e gatos podem ver os doppelgänger dos seres humanos, embora isso seja ainda não comprovado. Em parte há quem credite o doppelgänger como sendo o polar oposto de seu dono, ou seja, se a pessoa é boa, o doppelgänger é mau, ou o oposto.
Sempre houve relatos sobre pessoas (célebres ou não) que afirmam terem visto o que poderia ser o seu Doppelgänger. Um possível caso de Doppelgänger seria o da professora Emilie Sagée de 32 anos. Ela alega ter visto seu Doppelgänger do outro lado da janela da sala de aula onde lecionava. Os seus alunos também viram o Doppelgänger da professora e ficaram chocados. O Doppelgänger da professora apareceu quando ela escrevia no quadro-negro. Esse acontecimento resultou na demissão da professora. O caso foi contado pelo escritor estadunidense Robert Dale Owen.


quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Thanatos


Na mitologia grega, Tânatos (do grego θάνατος , Thánatos, "morte") era a personificação da morte, enquanto Hades reinava sobre os mortos no mundo inferior. Assim como Hades para os gregos tem uma versão romana (Plutão), Tânatos também tem a sua: Orco (Orcus em latim) ou ainda Morte (Mors). Era conhecido por ter o coração de ferro e as entranhas de bronze. Diz-se que Tânatos nasceu em 21 de agosto sendo a sua data de anos o dia favorito para tirar vidas.Tânatos era filho de Nix, a noite, e Érebo, a noite eterna do Hades. Era irmão gêmeo de Hipnos, o deus do sono e era representado como uma nuvem prateada ou um homem de olhos e cabelos prateados. Tânatos tem um pequeno papel na mitologia, sendo eclipsado por Hades. Tânatos habitaria os campos elísios junto com seu irmão Hipnos.


Tânatos na história de Sísifo

Sísifo despertou a raiva de Zeus, pois Zeus havia se metamorfesado em águia e sobrevoado o reino de Sísifo com Egina, filha de Asopo, depois quando Asopo perguntou a Sísifo se havia visto Egina, ele contou em troca de uma fonte de água. Então Zeus enviou Tânatos para levá-lo ao Hades. Porém Sísifo conseguiu enganar Tânatos, elogiou sua beleza e pediu-lhe para deixá-lo enfeitar seu pescoço com um colar, o colar, na verdade, era uma coleira, com a qual Sísifo manteve a morte aprisionada ao mesmo tempo evitando que qualquer outra pessoa ou ser vivo morresse. Desta vez Sísifo arranja encrenca com Hades, o deus dos mortos, e com Ares, o deus da guerra, que precisava da morte para consumar as batalhas.Tão logo teve conhecimento, Hades libertou a morte e ordenou-lhe que trouxesse Sísifo imediatamente para o mundo dos mortos.

Tânatos na lenda de Admeto

Conta-se que o rei Admeto recebe em seu palácio o herói Héracles. Alceste, esposa de Admeto, estava morrendo e então Tânatos é enviado para pegar a alma de Alceste, mas Héracles o expulsa de lá.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Hidra de Lerna

A Hidra de Lerna era um animal fantastico da mitologai grega que morava no pântano de Lerna com inúmeras cabeças de serpente (diferentes versões dizem ser 7, 8, 9 ou até 10 cabeças) que se regeneravam (ou seja, matava-se uma e surgia pelo menos mais uma no lugar) e corpo de dragão, cujo hálito era venenoso. Uma das cabeças era imortal.Foi derrotada por Hércules em um dos doze trabalhos, que atirou uma pedra na cabeça imortal ou, em outras versões, destruiu cada cabeça e, para não se regenerarem, pediu ao sobrinho Jolau para queimar cada cabeça após ser cortada. Segundo a tradição, o monstro foi criado por Hera para matar Hércules. Quando percebeu que Hércules iria matar a serpente, Hera enviou-lhe ajuda – um enorme caranguejo -, mas Hércules pisou-o e o animal converteu-se na constelação de caranguejo (ou Câncer).Hércules, após a matar, aproveitou para banhar as flechas no sangue, para as deixar venenosas também.





quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Os Cavaleiros Templários


Os cavaleiros eram monges que, em 1118, tomaram armas com o objetivo de proteger peregrinos cristãos viajando de Jafa (uma cidade portuária em Israel(em inglês)) para Jerusalém. De acordo com a lenda, os cavaleiros templários descobriram o maior tesouro da história, enterrado sob as ruínas do templo do rei Salomão. Os cavaleiros se tornaram tão ricos que se tornaram alvo de inveja e suspeitas. Conta uma lenda, que os Cavaleiros Templários, teriam encontrado no Templo de Salomão, documentos e tesouros que os tornaram poderosos.




Segundo essa lenda, dentre os tesouros estaria o próprio "Santo Graal" o cálice onde fora recolhido o sangue de Jesus Cristo na cruz, e o mesmo que fora usado na última ceia. Em uma sexta-feira, 13 de outubro de 1307, Jacques de Molay e cerca de cinco mil Templários, quase todos aqueles existentes na França, foram encarcerados pelos homens do Rei Felipe, o Belo. As acusações mostravam heresias as mais diversas, a maioria destas sendo bem comuns aos cotidianos processos movidos pela Santa Inquisição: negação do Cristo, blasfêmia contra Deus, homossexualismo, idolatria ( adoração de Baphomet ), conluio com os infiéis do islã, etc. O processo de inquisição contra os Templários continuou por sete anos. Seu ápice ocorreu em 18 de março de 1314, quando o último líder dos Templários, Jacques de Molay e Geoffroy de Charnay, foram arrastados à morte na fogueira da Santa Inquisição.





A MALDIÇÃO DE JACQUES De MOLAY


A lenda nos diz que, em meio as chamas, pouco antes de morrer, ouviu-se a voz de Jacques de Molay, o último Grão Mestre Templário, intimando seus três algozes: O papa ClementeV, Guilherme de Nogaret (Guarda-Selos do reino) e o Rei Filipe, a comparecer diante do tribunal de Deus, e amaldiçou os seus descendentes. Segundo a lenda, foram essas as suas últimas palavras:
"NEKAN, ADONAI !!! CHOL-BEGOAL !!! PAPA CLEMENTE... CAVALEIRO GUILHERME DE NOGARET... REI FILIPE: INTIMO-OS A COMPARECER PERANTE O TRIBUNAL DE DEUS DENTRO DE UM ANO PARA RECEBEREM O JUSTO CASTIGO. MALDITOS! MALDITOS! TODOS MALDITOS ATÉ A DÉCIMA TERCEIRA GERAÇÃO DE VOSSAS RAÇAS!!!" Se isso é ou não verdade, não se pode afirmar. Contudo, Clemente morreu trinta e três dias depois e o Rei Felipe, o Belo, o seguiu em pouco mais de seis meses. Aceita ou não, esta Lenda do último Grão-Mestre da Ordem do Templo - Jacques De Molay, as mortes e o próprio mito que cercou os Cavaleiros Templários, permanecem um mistério".


Lenda dos Alteirinhos




Há muito tempo atrás, quando os piratas nevegavam pelos mares, um barco pirata que percorria uma rota marítima, muito perto da costa onde se localiza hoje a Zambujeira do Mar, teve problemas no barco devido a uma tempestade que o fustigava, tendo finalmente naufragado numa praia, um pouco a sul da Zambujeira do Mar, conhecida hoje em dia, por praia dos Alteirinhos.


Coma eles transportavam um tesouro muito valioso e não tinham meios de prosseguir viagem, tiveram de esconder o tesouro numa gruta. Para saberem a localização exacta da entrada da gruta, desenharam lá uma galinha. Depois partiram a pé, procurando arranjar um novo barco, para virem resgatar o seu tesouro. Mas a tempestade continuava a aumentar e o mar a embravecer, acabando por tapar a entrada da gruta, com areia e pedras.
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Conta a lenda que, quando os piratas regressaram para levar o tesouro, não conseguiram encontrar a gruta, que tinha à entrada o desenho de uma galinha, que continua até aos dias de hoje a guardar secretamente o seu precioso tesouro.
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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Lenda do Tanabata



Uma antiga lenda, criada há quatro mil anos na China e inspirada nas estrelas Vega e Altair, conta a estória de uma certa princesa Orihime e seu amado Kengyu, assim conhecidos pelos japoneses. Orihime, a filha do Senhor Celestial, gostava de tecer e passava o tempo diante de sua máquina de tecer. O Senhor Celestial preocupado, pensava em casá-la com o pastor Kengyu, que se encontrava no outro extremo da Via Láctea. Após o seu casamento, os dois amantes ficaram inseparáveis e conduzidos por sua paixão, esqueceram de suas obrigações. Por causa de sua imprudência, o casal foi transformado em estrela e separados pela Via Láctea. Comovido com a tristeza do casal, o Senhor Celestial permite um único encontro anual entre os amantes, no dia 7 de julho, o Tanabata. No dia do Tanabata é costume escrever os pedidos em papéis coloridos (tanzaku), que são amarrados nos ramos de bambu (sassa dake), colocados junto aos enfeites que embelezam o festival. A lenda diz que todos os desejos são atendidos no momento mágico do encontro entre Orihime e Kengyu

A Lenda do Sol

Para os índios o sol era gente e se chamava KUANDÚ.
Kuandú tinha três filhos: um é o sol que aparece na seca; o outro, mais novo, sai na chuva e o filho do meio ajuda os outros dois quando estão cansados.
Há muito tempo um índio Juruna teria comido o pai de KUANDÚ. Por isso este queria se vingar. Uma vez Kuandú estava bravo e foi para o mato pegar coco. Lá encontrou Juruna em uma palmeira inajá. Kuandú disse que ele ia morrer, mas Juruna foi mais rápido acertando Kuandú com um cacho na cabeça. Aí tudo escureceu. As crianças começaram a morrer de fome porque Juruna não podia trabalhar na roça e nem pescar. Estava tudo escuro. A mulher de Kuandú mandou o filho sair de casa e ficou claro de novo. Mas só um pouco porque era muito quente para ele. O filho não aguentou e voltou para casa. Escureceu de novo. E assim ficaram os 3 filhos de Kuandú. Entrando e saindo de casa. Portanto, quando é seca e sol forte é o filho mais velho que está fora de casa. Quando é sol mais fraco é o filho mais novo. O filho do meio só aparece quando os irmãos ficam cansados.



segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Pássaro de Fogo

No folclore russo, o Pássaro de Fogo (em russo, жар-птица, zhar-ptitsa, de птица, "pássaro" em russo antigo e жар, "fogo"; firebird, em inglês) é uma ave mágica de uma terra distante, que é tanto uma bênção quanto uma maldição para quem a captura. O zhar-ptitsa é descrito como uma grande ave de plumagem majestosa que flameja em luzes vermelhas, amarelas e alaranjadas como uma fogueira. As penas continuam a flamejar se forem tiradas e uma pena pode iluminar um grande salão se não for escondida. Na iconografia moderna, o Pássaro de Fogo tem a forma de um pequeno pavão cor de fogo, com crista na cabeça e penas da cauda com "olhos" flamejantes. Nos contos de fadas, o Pássaro de Fogo é freqüentemente o objeto de uma busca difícil, que se inicia quando é encontrada uma pena perdida de sua cauda. O herói põe-se então a procurar a ave viva para capturá-la, às vezes por sua própria iniciativa, mas geralmente a pedido de um pai ou do tsar. Recebe vários tipos de ajuda mágica pelo caminho e eventualmente retorna com o prêmio. O Pássaro de Fogo é uma maravilha altamente cobiçada, mas o herói, inicialmente encantado pela pluma maravilhosa, acaba por culpá-lo de todos os seus problemas. A busca do pássaro de fogo inspirou várias obras literárias e um famoso balé de Igor Stravinsky, O Pássaro de Fogo que, por sua vez, inspirou a Fênix das obras do mangaka Osamu Tezuka. No balé de Stravinski, o príncipe Ivã entra no reino mágico de Kashchei, o Imortal. Quando passeia no jardim, vê e caça o Pássaro de Fogo. Uma vez capturado, o pássaro implora por sua vida e aceita ajudar Ivã em troca de sua liberdade. A seguir, Ivã conhece treze princesas e se apaixona por uma delas. No dia seguinte, Ivã decide encontrar Kaschei para pedir em casamento uma das princesas. Os dois brigam e Kashchei envia suas criaturas mágicas atrás de Ivã. O Pássaro de Fogo então intervém, enfeitiçando as criaturas e forçando-as a uma dança elaborada e enérgica (a "Dança Infernal"). As criaturas e Kaschei caem no sono, mas Kashchei acorda e é morto pelo Pássaro de Fogo. Com o fim do encanto, o palácio e as criaturas mágicas desaparecem, os seres reais, inclusive as princesas, despertam e celebram sua vitória.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

O Incidente de Aurora





É uma das histórias de ovnis mais estranhas já contadas. Em Aurora, no Texas, em 1897 testemunhas descreveram uma nave voadora cinco anos antes do voô dos irmãos Wright. "O que voou pelo Texas não foi feito pelo homem." "Existem indícios de que um ovni caiu no texas em 1897.". O suposto OVNI colidiu-se contra o moinho de vento da granja do juiz JS Proctor e logo caiu em um lugar onde havia um poço. Após o choque, as pessoas que vieram para o local encontraram os restos da nave e do corpo do piloto, um corpo pequeno e desfigurado. Os jornais disseram que não era um habitante desse mundo. Este corpo foi enterrado em um túmulo no cemitério local com uma lápide anônima.


  • Em uma investigação de MUFON (Mutual UFO Network, "Mutual UFO Network) que ocorreu em 1973, encontraram um estranho pedaço de metal (95% de alumínio e de 5% de ferro) raros na natureza.
  • Na mesma investigação, na parte mais antiga do cemitério havia uma lápide sem nome. Eles usaram um detector de metais para localizar o túmulo. Quando o MUFON pediram permissão para escavar, foi negado. Dias depois, osinvestigadores voltaram e descobriram que a pedra não estava mais lá, e o detector de metais não encontrou nenhum metal.
  • Em volta do poço onde estava os restos da suposta nave, existe uma área de terreno onde não cresce nenhuma vegetação. Mais tarde a terra foi vendida para outra pessoa, que disse que ao consumir a água deste poço, ele desenvolveu uma artrite muito grave.
  • Em uma pesquisa realizada em 1973, foi encontrada três pessoas que estiveram em Aurora nesse mesmo ano. O primeiro disse que seu pai havia lhe contado que nao passava de uma brincadeira. Mas as outras duas afirmaram o contrário, a segunda diz que ao chegar ao local teve que desistir, pois sua mãe não lhe permitiu que ficasse lá, e finalmente, a terceira testemunha admitiu ter visto o OVNI caindo, mas seu pai só lhe permitiu ver o ocorrido no dia seguinte, após terminar seus deveres. Seu pai foi ver o que aconteceu no outro dia e quando ele voltou disse ao seu filho absolutamente tudo.
  • A descrição do piloto estraterrestre foi muito semelhante às descrições atuais.