quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Dragão na Bíblia




Os dragões segundo a cultura cristã, são aqueles que mais influenciaram a nossa visão contemporânea dos dragões.Muito da visão dos cristãos a respeito de dragões é herdado das culturas do médio oriente e do ocidente antigo, como uma relação bastante forte entre os conceitos de dragão e serpente (muitos dragões da cultura cristã são vistos como simples serpentes aladas, as vezes também com patas), e a associação dos mesmos com o mal e o caos.De acordo com o Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento, no Antigo Testamento, dragões tipificam os inimigos do povo de Deus, como em Ezequiel 29:3. Ao fazer isso, associa-se a ideia das mitologias de povos próximos, para dar maior entendimento aos israelitas. É por isso que a Septuaginta, na sua narrativa da história de Moisés, traduz “serpente” por “dragão”, para dar maior glória à ação de Deus (êxodo 7:9-12).Há ainda, no antigo testamento, no Livro de Jó 41:18-21, a seguinte descrição:
18 Os seus espirros fazem resplandecer a luz, e os seus olhos são como as pestanas da alva.
19 Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela.
20 Dos seus narizes procede fumaça, como de uma panela que ferve, e de juncos que ardem.
21 O seu hálito faz incender os carvões, e da sua boca sai uma chama.Em Isaías 30:6, há citado um “áspide ardente voador” (versão ARC), junto com outros animais, para ilustrar a terra para onde os israelitas serão levados, pois o contexto do capítulo é sobre a repreensão deles.
No Novo Testamento acha-se apenas no Apocalipse de São João, utilizado como símbolo de satanás.O Leviatã, a serpente cuspidora de fumaça do livro de Jó, também é considerado um dragão bíblico. Os dragões nas histórias cristãs acabaram por adotar esta imagem de maldade e crueldade, sendo como representações do mal e da destruição.O caso do mais célebre dragão cristão é aquele que foi morto por São Jorge, que se banqueteava com jovens virgens até ser derrotado pelo cavaleiro. Esta história também acabou dando origem a outro clássico tema de histórias de fantasia: o nobre cavaleiro que enfrenta um vil dragão para salvar uma princesa.



terça-feira, 13 de outubro de 2009

Dragões na Mesopotâmia

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Na antiga Mesopotâmia também havia essa associação de dragões com o mal e o caos. Os dragões dos mitos sumérios, por exemplo, frequentemente cometiam grandes crimes, e por isso acabavam punidos pelos deuses - como Zu, um deus-dragão sumeriano das tempestades, que em certa ocasião teria roubado as pedras onde estavam escritas as leis do universo, e por tal crime acabou sendo morto pelo deus-sol Ninurta. E no Enuma Elish, épico babilônico que conta a criação do mundo, também há uma forte presença de dragões, sobretudo na figura de Tiamat. No mito, Tiamat (apontada por diversos autores como uma personificação do oceano) e seu consorte mitológico Apsu (considerado como uma personificação das águas doces sob a terra) se unem e dão a luz aos diversos deuses mesopotâmicos. Apsu, no entanto, não conseguia descansar na presença de seus rebentos, e decide destruí-los, mas é morto por Ea, um de seus filhos. Para vingar-se, Tiamat cria um exército de monstros, entre os quais 11 que são considerados dragões, e prepara um ataque contra os jovens deuses. Liderados pelo mais jovem entre eles Marduk, que mais tarde se tornaria o principal deus do panteão babilônico, os deuses vencem a batalha e se consolidam como senhores do universo. Do corpo morto de Tiamat são criados o céu e a terra, enquanto do sangue do principal general do seu exército, Kingu, é criada a humanidade. O Dragão de Mushussu é subjugado por Marduk, se tornando seu guardião e símbolo de poder. Na mitologia grega existe o dragão lord (dragão rei) que ainda habita no monte olimpo, e ainda existem serpentes servas por toda a Grécia escondidas em buracos.

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Dragão no Médio Oriente

No Médio Oriente os dragões eram vistos geralmente como encarnações do mal. A a mitologia persa cita vários dragões como Azi Dahaka que atemorizava os homens, roubava seu gado e destruía florestas.(e que provavelmente foi uma alegoria mística da opressão que a Babilônia exerceu sobre a Pérsia na antiguidade clássica). Os dragões da cultura persa, de onde aparentemente se originou a ideia de grandes tesouros guardados por eles e que poderiam ser tomados por aqueles que o derrotassem, hoje tema tão comum em histórias fantásticas. Na mitologia babilônica todos os deuses descendiam do dragão-fêmea (ou dracena) Tiamat, mas essa começou a enxergá-los como um estorvo e planejou matá-los. Seus planos foram frustrados pela deus Ea (também conhecido como 'Enki ou Nudimmud) que matou seu consorte Apsu. Posteriormente, Tiamat foi morta pelo deus Marduk.

Dragão Chinês

Na China, a presença de dragões na cultura é anterior mesmo à linguagem escrita e persiste até os dias de hoje, quando o dragão é considerado um símbolo nacional chinês. Na cultura chinesa antiga, os dragões possuíam um importante papel na previsão climática, pois eram considerados como os responsáveis pelas chuvas. Assim, era comum associar os dragões com a água e com a fertilidade nos campos, criando uma imagem bastante positiva para eles, mesmo que ainda fossem capazes de causar muita destruição quando enfurecidos, criando grandes tempestades. As formas quiméricas do dragão Lung chinês, que misturam partes de diversos animais, também influenciaram diversos outros dragões orientais, como o Tatsu japonês.Nos mitos do extremo oriente os dragões geralmente desempenham funções superiores a de meros animais mágicos, muitas vezes ocupando a posição de deuses. Na mitologia chinesa os dragões chamam-se long e dividem-se em quatro tipos: celestiais, espíritos da terra, os guardiões de tesouros e os dragões imperiais. O dragão Yuan-shi tian-zong ocupa uma das mais altas posições na hierarquia divina do taoísmo. Ele teria surgido no princípio do universo e criado o céu e a terra.Nas lendas japonesas os dragões desempenham papel divino semelhante. O dragão Ryujin, por exemplo, era considerado o deus dos mares e controlava pessoalmente o movimento das marés através de jóias mágicas.

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domingo, 27 de setembro de 2009

Doppelgänger

Doppelgänger, segundo as lendas germânicas de onde provém, é um monstro ou ser fantástico que tem o dom de representar uma cópia idêntica de uma pessoa que ele escolhe ou que passa a acompanhar (como dando uma idéia de que cada pessoa tem o seu próprio). Ele imita em tudo a pessoa copiada, até mesmo suas características internas mais profundas. O nome Doppelgänger se originou da fusão das palavras alemãs doppel (significa duplo, réplica ou duplicata) e gänger (andante, ambulante ou aquele que vaga).
Existem muitas controvérsias sobre como esta criatura misteriosa é tratada: uns dizem que ela anuncia maus agouros, enquanto outros ditam que é uma representação acentuada do lado negativo de uma pessoa. No primeiro caso, diz-se que ver o seu próprio doppelgänger é um sinal de morte iminente, pois a lenda reza que a pessoa está vendo a sua própria alma projetando-se para fora do corpo para assim embarcar para o plano astral. Em outras circunstâncias, se o Doppelgänger é visto por amigos ou parentes, isso é um anúncio de má sorte ou de problemas emocionais que se aproximam. No segundo caso, há quem diga que ele assume o negativo da pessoa para tentar sobre a mesma uma influência negra, de modo a converter a pessoa a fazer coisas cruéis ou simplesmente coisas que ela não faria naturalmente. Ainda existem aqueles que especulam que o doppelgänger seja um tipo de "conselheiro" invisível para a pessoa, seja dando avisos ou implantando idéias. Dado este plano, acredita-se que o doppelgänger somente é visível para quem o tem, e mesmo em tal circunstância ele só pode ser visto espiritualmente, pois ele não se reflete em espelhos ou qualquer superfície física. Estima-se também que cães e gatos podem ver os doppelgänger dos seres humanos, embora isso seja ainda não comprovado. Em parte há quem credite o doppelgänger como sendo o polar oposto de seu dono, ou seja, se a pessoa é boa, o doppelgänger é mau, ou o oposto.
Sempre houve relatos sobre pessoas (célebres ou não) que afirmam terem visto o que poderia ser o seu Doppelgänger. Um possível caso de Doppelgänger seria o da professora Emilie Sagée de 32 anos. Ela alega ter visto seu Doppelgänger do outro lado da janela da sala de aula onde lecionava. Os seus alunos também viram o Doppelgänger da professora e ficaram chocados. O Doppelgänger da professora apareceu quando ela escrevia no quadro-negro. Esse acontecimento resultou na demissão da professora. O caso foi contado pelo escritor estadunidense Robert Dale Owen.


quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Thanatos


Na mitologia grega, Tânatos (do grego θάνατος , Thánatos, "morte") era a personificação da morte, enquanto Hades reinava sobre os mortos no mundo inferior. Assim como Hades para os gregos tem uma versão romana (Plutão), Tânatos também tem a sua: Orco (Orcus em latim) ou ainda Morte (Mors). Era conhecido por ter o coração de ferro e as entranhas de bronze. Diz-se que Tânatos nasceu em 21 de agosto sendo a sua data de anos o dia favorito para tirar vidas.Tânatos era filho de Nix, a noite, e Érebo, a noite eterna do Hades. Era irmão gêmeo de Hipnos, o deus do sono e era representado como uma nuvem prateada ou um homem de olhos e cabelos prateados. Tânatos tem um pequeno papel na mitologia, sendo eclipsado por Hades. Tânatos habitaria os campos elísios junto com seu irmão Hipnos.


Tânatos na história de Sísifo

Sísifo despertou a raiva de Zeus, pois Zeus havia se metamorfesado em águia e sobrevoado o reino de Sísifo com Egina, filha de Asopo, depois quando Asopo perguntou a Sísifo se havia visto Egina, ele contou em troca de uma fonte de água. Então Zeus enviou Tânatos para levá-lo ao Hades. Porém Sísifo conseguiu enganar Tânatos, elogiou sua beleza e pediu-lhe para deixá-lo enfeitar seu pescoço com um colar, o colar, na verdade, era uma coleira, com a qual Sísifo manteve a morte aprisionada ao mesmo tempo evitando que qualquer outra pessoa ou ser vivo morresse. Desta vez Sísifo arranja encrenca com Hades, o deus dos mortos, e com Ares, o deus da guerra, que precisava da morte para consumar as batalhas.Tão logo teve conhecimento, Hades libertou a morte e ordenou-lhe que trouxesse Sísifo imediatamente para o mundo dos mortos.

Tânatos na lenda de Admeto

Conta-se que o rei Admeto recebe em seu palácio o herói Héracles. Alceste, esposa de Admeto, estava morrendo e então Tânatos é enviado para pegar a alma de Alceste, mas Héracles o expulsa de lá.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Hidra de Lerna

A Hidra de Lerna era um animal fantastico da mitologai grega que morava no pântano de Lerna com inúmeras cabeças de serpente (diferentes versões dizem ser 7, 8, 9 ou até 10 cabeças) que se regeneravam (ou seja, matava-se uma e surgia pelo menos mais uma no lugar) e corpo de dragão, cujo hálito era venenoso. Uma das cabeças era imortal.Foi derrotada por Hércules em um dos doze trabalhos, que atirou uma pedra na cabeça imortal ou, em outras versões, destruiu cada cabeça e, para não se regenerarem, pediu ao sobrinho Jolau para queimar cada cabeça após ser cortada. Segundo a tradição, o monstro foi criado por Hera para matar Hércules. Quando percebeu que Hércules iria matar a serpente, Hera enviou-lhe ajuda – um enorme caranguejo -, mas Hércules pisou-o e o animal converteu-se na constelação de caranguejo (ou Câncer).Hércules, após a matar, aproveitou para banhar as flechas no sangue, para as deixar venenosas também.





quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Os Cavaleiros Templários


Os cavaleiros eram monges que, em 1118, tomaram armas com o objetivo de proteger peregrinos cristãos viajando de Jafa (uma cidade portuária em Israel(em inglês)) para Jerusalém. De acordo com a lenda, os cavaleiros templários descobriram o maior tesouro da história, enterrado sob as ruínas do templo do rei Salomão. Os cavaleiros se tornaram tão ricos que se tornaram alvo de inveja e suspeitas. Conta uma lenda, que os Cavaleiros Templários, teriam encontrado no Templo de Salomão, documentos e tesouros que os tornaram poderosos.




Segundo essa lenda, dentre os tesouros estaria o próprio "Santo Graal" o cálice onde fora recolhido o sangue de Jesus Cristo na cruz, e o mesmo que fora usado na última ceia. Em uma sexta-feira, 13 de outubro de 1307, Jacques de Molay e cerca de cinco mil Templários, quase todos aqueles existentes na França, foram encarcerados pelos homens do Rei Felipe, o Belo. As acusações mostravam heresias as mais diversas, a maioria destas sendo bem comuns aos cotidianos processos movidos pela Santa Inquisição: negação do Cristo, blasfêmia contra Deus, homossexualismo, idolatria ( adoração de Baphomet ), conluio com os infiéis do islã, etc. O processo de inquisição contra os Templários continuou por sete anos. Seu ápice ocorreu em 18 de março de 1314, quando o último líder dos Templários, Jacques de Molay e Geoffroy de Charnay, foram arrastados à morte na fogueira da Santa Inquisição.





A MALDIÇÃO DE JACQUES De MOLAY


A lenda nos diz que, em meio as chamas, pouco antes de morrer, ouviu-se a voz de Jacques de Molay, o último Grão Mestre Templário, intimando seus três algozes: O papa ClementeV, Guilherme de Nogaret (Guarda-Selos do reino) e o Rei Filipe, a comparecer diante do tribunal de Deus, e amaldiçou os seus descendentes. Segundo a lenda, foram essas as suas últimas palavras:
"NEKAN, ADONAI !!! CHOL-BEGOAL !!! PAPA CLEMENTE... CAVALEIRO GUILHERME DE NOGARET... REI FILIPE: INTIMO-OS A COMPARECER PERANTE O TRIBUNAL DE DEUS DENTRO DE UM ANO PARA RECEBEREM O JUSTO CASTIGO. MALDITOS! MALDITOS! TODOS MALDITOS ATÉ A DÉCIMA TERCEIRA GERAÇÃO DE VOSSAS RAÇAS!!!" Se isso é ou não verdade, não se pode afirmar. Contudo, Clemente morreu trinta e três dias depois e o Rei Felipe, o Belo, o seguiu em pouco mais de seis meses. Aceita ou não, esta Lenda do último Grão-Mestre da Ordem do Templo - Jacques De Molay, as mortes e o próprio mito que cercou os Cavaleiros Templários, permanecem um mistério".


Lenda dos Alteirinhos




Há muito tempo atrás, quando os piratas nevegavam pelos mares, um barco pirata que percorria uma rota marítima, muito perto da costa onde se localiza hoje a Zambujeira do Mar, teve problemas no barco devido a uma tempestade que o fustigava, tendo finalmente naufragado numa praia, um pouco a sul da Zambujeira do Mar, conhecida hoje em dia, por praia dos Alteirinhos.


Coma eles transportavam um tesouro muito valioso e não tinham meios de prosseguir viagem, tiveram de esconder o tesouro numa gruta. Para saberem a localização exacta da entrada da gruta, desenharam lá uma galinha. Depois partiram a pé, procurando arranjar um novo barco, para virem resgatar o seu tesouro. Mas a tempestade continuava a aumentar e o mar a embravecer, acabando por tapar a entrada da gruta, com areia e pedras.
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Conta a lenda que, quando os piratas regressaram para levar o tesouro, não conseguiram encontrar a gruta, que tinha à entrada o desenho de uma galinha, que continua até aos dias de hoje a guardar secretamente o seu precioso tesouro.
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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Lenda do Tanabata



Uma antiga lenda, criada há quatro mil anos na China e inspirada nas estrelas Vega e Altair, conta a estória de uma certa princesa Orihime e seu amado Kengyu, assim conhecidos pelos japoneses. Orihime, a filha do Senhor Celestial, gostava de tecer e passava o tempo diante de sua máquina de tecer. O Senhor Celestial preocupado, pensava em casá-la com o pastor Kengyu, que se encontrava no outro extremo da Via Láctea. Após o seu casamento, os dois amantes ficaram inseparáveis e conduzidos por sua paixão, esqueceram de suas obrigações. Por causa de sua imprudência, o casal foi transformado em estrela e separados pela Via Láctea. Comovido com a tristeza do casal, o Senhor Celestial permite um único encontro anual entre os amantes, no dia 7 de julho, o Tanabata. No dia do Tanabata é costume escrever os pedidos em papéis coloridos (tanzaku), que são amarrados nos ramos de bambu (sassa dake), colocados junto aos enfeites que embelezam o festival. A lenda diz que todos os desejos são atendidos no momento mágico do encontro entre Orihime e Kengyu

A Lenda do Sol

Para os índios o sol era gente e se chamava KUANDÚ.
Kuandú tinha três filhos: um é o sol que aparece na seca; o outro, mais novo, sai na chuva e o filho do meio ajuda os outros dois quando estão cansados.
Há muito tempo um índio Juruna teria comido o pai de KUANDÚ. Por isso este queria se vingar. Uma vez Kuandú estava bravo e foi para o mato pegar coco. Lá encontrou Juruna em uma palmeira inajá. Kuandú disse que ele ia morrer, mas Juruna foi mais rápido acertando Kuandú com um cacho na cabeça. Aí tudo escureceu. As crianças começaram a morrer de fome porque Juruna não podia trabalhar na roça e nem pescar. Estava tudo escuro. A mulher de Kuandú mandou o filho sair de casa e ficou claro de novo. Mas só um pouco porque era muito quente para ele. O filho não aguentou e voltou para casa. Escureceu de novo. E assim ficaram os 3 filhos de Kuandú. Entrando e saindo de casa. Portanto, quando é seca e sol forte é o filho mais velho que está fora de casa. Quando é sol mais fraco é o filho mais novo. O filho do meio só aparece quando os irmãos ficam cansados.



segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Pássaro de Fogo

No folclore russo, o Pássaro de Fogo (em russo, жар-птица, zhar-ptitsa, de птица, "pássaro" em russo antigo e жар, "fogo"; firebird, em inglês) é uma ave mágica de uma terra distante, que é tanto uma bênção quanto uma maldição para quem a captura. O zhar-ptitsa é descrito como uma grande ave de plumagem majestosa que flameja em luzes vermelhas, amarelas e alaranjadas como uma fogueira. As penas continuam a flamejar se forem tiradas e uma pena pode iluminar um grande salão se não for escondida. Na iconografia moderna, o Pássaro de Fogo tem a forma de um pequeno pavão cor de fogo, com crista na cabeça e penas da cauda com "olhos" flamejantes. Nos contos de fadas, o Pássaro de Fogo é freqüentemente o objeto de uma busca difícil, que se inicia quando é encontrada uma pena perdida de sua cauda. O herói põe-se então a procurar a ave viva para capturá-la, às vezes por sua própria iniciativa, mas geralmente a pedido de um pai ou do tsar. Recebe vários tipos de ajuda mágica pelo caminho e eventualmente retorna com o prêmio. O Pássaro de Fogo é uma maravilha altamente cobiçada, mas o herói, inicialmente encantado pela pluma maravilhosa, acaba por culpá-lo de todos os seus problemas. A busca do pássaro de fogo inspirou várias obras literárias e um famoso balé de Igor Stravinsky, O Pássaro de Fogo que, por sua vez, inspirou a Fênix das obras do mangaka Osamu Tezuka. No balé de Stravinski, o príncipe Ivã entra no reino mágico de Kashchei, o Imortal. Quando passeia no jardim, vê e caça o Pássaro de Fogo. Uma vez capturado, o pássaro implora por sua vida e aceita ajudar Ivã em troca de sua liberdade. A seguir, Ivã conhece treze princesas e se apaixona por uma delas. No dia seguinte, Ivã decide encontrar Kaschei para pedir em casamento uma das princesas. Os dois brigam e Kashchei envia suas criaturas mágicas atrás de Ivã. O Pássaro de Fogo então intervém, enfeitiçando as criaturas e forçando-as a uma dança elaborada e enérgica (a "Dança Infernal"). As criaturas e Kaschei caem no sono, mas Kashchei acorda e é morto pelo Pássaro de Fogo. Com o fim do encanto, o palácio e as criaturas mágicas desaparecem, os seres reais, inclusive as princesas, despertam e celebram sua vitória.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

O Incidente de Aurora





É uma das histórias de ovnis mais estranhas já contadas. Em Aurora, no Texas, em 1897 testemunhas descreveram uma nave voadora cinco anos antes do voô dos irmãos Wright. "O que voou pelo Texas não foi feito pelo homem." "Existem indícios de que um ovni caiu no texas em 1897.". O suposto OVNI colidiu-se contra o moinho de vento da granja do juiz JS Proctor e logo caiu em um lugar onde havia um poço. Após o choque, as pessoas que vieram para o local encontraram os restos da nave e do corpo do piloto, um corpo pequeno e desfigurado. Os jornais disseram que não era um habitante desse mundo. Este corpo foi enterrado em um túmulo no cemitério local com uma lápide anônima.


  • Em uma investigação de MUFON (Mutual UFO Network, "Mutual UFO Network) que ocorreu em 1973, encontraram um estranho pedaço de metal (95% de alumínio e de 5% de ferro) raros na natureza.
  • Na mesma investigação, na parte mais antiga do cemitério havia uma lápide sem nome. Eles usaram um detector de metais para localizar o túmulo. Quando o MUFON pediram permissão para escavar, foi negado. Dias depois, osinvestigadores voltaram e descobriram que a pedra não estava mais lá, e o detector de metais não encontrou nenhum metal.
  • Em volta do poço onde estava os restos da suposta nave, existe uma área de terreno onde não cresce nenhuma vegetação. Mais tarde a terra foi vendida para outra pessoa, que disse que ao consumir a água deste poço, ele desenvolveu uma artrite muito grave.
  • Em uma pesquisa realizada em 1973, foi encontrada três pessoas que estiveram em Aurora nesse mesmo ano. O primeiro disse que seu pai havia lhe contado que nao passava de uma brincadeira. Mas as outras duas afirmaram o contrário, a segunda diz que ao chegar ao local teve que desistir, pois sua mãe não lhe permitiu que ficasse lá, e finalmente, a terceira testemunha admitiu ter visto o OVNI caindo, mas seu pai só lhe permitiu ver o ocorrido no dia seguinte, após terminar seus deveres. Seu pai foi ver o que aconteceu no outro dia e quando ele voltou disse ao seu filho absolutamente tudo.
  • A descrição do piloto estraterrestre foi muito semelhante às descrições atuais.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

La Llorona ( A Mulher que Chora )

La Llorona é a mais famosa lenda mexicana. É tão marcante para os naturais deste país que, mesmo descendentes de imigrantes vivendo nos Estados Unidos da América e no Canadá, afirmam ter visto La Llorona. Afirma-se que, ao soar da meia-noite, se ouve no centro da Cidade do México um grito arrepiante, que ecoa há mais de 4 séc. A lúgubre voz pertence a uma mulher que se lamenta: "Oh, meu filhos, meu pobres, desgraçados filhos!" Os moradores da Cidade do México se refugiavam em suas moradias durante a noite. Isto se dava, especialmente, com os moradores da antiga Tenochtitlan, que trancavam suas portas e janelas, e todas as noites eram acordados pelos prantos de uma mulher que andava sob o luar, chorando. É La Llorona ( a Mulher que Chora ), que com a roupa rasgada e manchada assombra a noite, chorando tragicamente sua dor. Segundo uma lenda mexicana que data de 1550, a voz pertence a D. Luísa de Oliveros, uma Hispano-índia de grande beleza que se tornou amante de um nobre, D. Nuño de Montesclaro, a quem amava e de quem teve 2 filhos, rezando pelo dia em que se tornasse noiva. Inexplicavelmente, porém, a assiduidade e paixão de D. Nuño começaram a abrandar de modo inquietante. Solitária e angustiada, Luísa decidiu finalmente, uma noite, reunir toda a sua coragem e dirigir-se a opulenta mansão da poderosa e influente família Monstesclaro, na esperança de ver o seu amante e lhe pedir para que voltasse. Aí deparou-se com uma festa sumptuosa, com que D. Nuño celebrava brilhantemente o seu casamento, que se realizara nesse mesmo dia, com uma espanhola de estirpe nobre. Luísa correu para ele, desfeita em lágrimas e presa da maior angústia, mas o nobre espanhol afastou-a, afirmando friamente que, devido ao sangue índio que lhe corria nas veias, ela nunca poderia ter se tornado sua mulher. Semilouca e possuída do mais profundo desespero, a jovem correu desvairadamente para casa e assassinou seus filhos com um pequeno punhal que lhe fora oferecido pelo amante. Depois saiu de casa, coberta de sangue, e precipitou-se aos gritos pelas ruas, até que foi presa e encarcerada numa cela. Foi condenada a feitiçaria. O corpo de D. Luísa de Oliveros, enforcada em público na Cidade do México, foi deixado balouçar como humilhação final, objeto de escárnio público durante 6 horas. Desde então, os gritos de seu fantasma têm ecoado pela Cidade do México, e assim continuarão, segundo diz a lenda, até os fim dos tempos. Uma outra versão do mito dizia que aqueles que procuraram averiguar a causa do pranto, durante as noites de lua cheia disseram que a claridade lhes permitia ver apenas uma espessa neblina rente ao solo e aquilo que parecia-se com uma mulher, vestida de branco com um véu a cobrir o rosto, percorrendo a cidade em todas as direções - sempre se detendo na Plaza Mayor, onde ajoelhava-se voltada para o oriente e, em seguida, levantava-se para continuar sua ronda. Ao chegar às margens do lago Texcoco, desaparecia. Poucos homens se arriscaram a aproximar-se do espectro fantasmagórico - aqueles que o fizeram sofreram com espantosas revelações, ou morreram
Em outras versões deste mito, diz-se que:
  1. Uma versão da lenda é de origem mexicali, e narra que esta misteriosa mulher era a deusa Cihuacóatl, que vestia-se com roupas da nobreza pré-colombiana e quando da conquista do México, gritava: "Oh, meus filhos! Onde os levarei, para que não acabe por perdê-los?", e realizava augúrios terríveis.
  2. Uma versão diz que A Chorona era a alma de la Malinche, penando por trair os mexicanos durante a Conquista do México.
  3. Outra relata a tragédia de uma mulher rica e gananciosa que, enviuvando-se, perdeu a riqueza e, não suportando a miséria, afogou seus filhos e matou-se, mas retornou para penar por seus crimes.
  4. Seria, por outra, uma jovem apaixonada que morrera um dia antes de casar-se, e trazia para seu noivo um buquê de rosas, que nunca chegou entregar.
  5. Uma variante relata que seria uma esposa morta na ausência do marido, a quem voltaria para dar um beijo de despedida.
  6. Diz, ainda outra versão, que esta mulher fora assassinada pelo marido e aparecia para lamentar sua morte e protestar sua inocência.
  7. Outra variante diz, que ela fora uma princesa inca que tinha se apaixonado por um soldado espanhol. Eles viveram um grande romance e tiveram um filho. Para ele, era um filho bastardo, e casou-se com outra. A princesa então afogara a criança, e o arrependimento pelo seu crime a fizera morrer.
  8. Já outra versão, baseada da versão venezuelana, diz que esse seria um espírito de uma mulher que depois de descobrir as traições do marido teria tido um surto de loucura e teria afogado seus filhos. Depois de tomar consciência do que fez, ela teria se matado. E agora, ela vaga pelas estradas punindo com a morte os homens infiéis.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

O Holandês Voador

O conto do Holandês Voador tem sido elaborado por muitos escritores, mas é mais do que uma peça de ficção.O navio fantasma foi visto muitas vezes, e existem relatórios mesmo no século XX,incluindo a tripulação de um submarino alemão durante a Segunda Guerra Mundial.Uma das primeiras aparições foi relatada por capitão e tripulação de um navio britânico em 1835. Eles registraram que viram o navio fantasma se aproximando junto com uma terrível tempestade. Ele chegou tão perto que a tripulação britânica temeu que os dois navios fossem colidir, mas então o navio fantasma desapareceu de repente. Em 11 de Julho de 1881, o navio da Marinha Real “Bacchante” estava rondando a ponta da África, quando foi confrontado com a visão do Holandês Voador.Um estudante da marinha, o príncipe que mais tarde se tornaria o Rei George V, registrou que o vigia e o oficial da vigília viram o Holandês Voador, e usou estas palavras para descrever o navio:“Um navio fantasma com uma estranha luz vermelha incandescente no meio, a qual iluminava o mastro e as velas de um navio de 200 jardas, distinguiu-se em forte nevoeiro.” É pena que o vigia viu o Holandês Voador, pois logo mais, na mesma viagem, ele acidentalmente caiu de um mastro e morreu. Felizmente para a Família Real Inglesa, o jovem estudante sobreviveu à maldição. Em março de 1939, o navio fantasma foi visto na costa da África do Sul por dezenas de banhistas, que forneceram descrições detalhadas do navio, embora provavelmente muitos nunca tivessem visto uma embarcação mercante do século XVII. O “British South Africa Annual” de 1939 incluiu a história, derivada de notícias de jornais: “Com fantástica velocidade, o navio seguiu firme enquanto o pessoal da praia de Glencairn discutia veementemente sobre os porquês e motivos da embarcação. Logo quando a exaltação atingia seu clímax, entretanto, o misterioso navio desapareceu do nada, tão estranhamente quanto tinha vindo.” A última aparição registrada foi em 1942 na costa de Cape Town. Quatro testemunhas viram o navio navegar para Table Bay… e desaparecer.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

O Alquimista de Frankenstein

Uma noite sem luar deixava o Castelo de Frankenstein nas trevas em 10 de agosto de 1673. Nesse ambiente, uma mulher deu à luz um bebê do sexo masculino, pequeno e de cabelos negros. O menino mirrado se tornou um alquimista, e rumores começaram a correr a seu respeito: o povo dizia que descobrira a fórmula da juventude. Aldeões assustados garantiam, de pés juntos, que no recesso do seu laboratório produzia homúnculos (seres humanos diminutos e deformados).O trecho acima não foi extraído de Frankenstein, de Mary Shelley.
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É a descrição da vida de Johannes Konrad Dippel, uma das figuras mais enigmáticas do século 18.Quando Dippel veio ao mundo no castelo em Darmstadt – que de 1252 a 1662 abrigara a família Frankenstein (um sobrenome razoavelmente comum) –, o lugar era um albergue para desvalidos e feridos de guerra. Seu pai, um pastor luterano, buscou refúgio ali por causa das perseguições religiosas na Alemanha da época.Utilizava dois pseudônimos Christianus Democritus e Ernst Christoph Kleinmann. Sob o pseudônimo de Christianus Democritus publicou muitos livros, a maioria deles ainda está preservado. Dippel disse "Que religião não deve ser um dogma, deve ser amor e auto-sacrifício."Estudou alquimia, filosofio e teologia na Universidade de Geissen, onde conseguiu um grau mestre em teologia no ano de 1693.Dippel morou no Castelo Frankenstein em Bergstrasse. Lá Dippel praticou alquimia, trabalhando com nitroglicerina notou o uso medicinal dessa substância, existem boatos que dizem que devido ao manuseio da nitroglicerina, Dippel explodiu a torre do castelo, e que foi expulso da região pela população local, mas nada disso tem confirmação histórica. Neste período ele elaborou um óleo animal, chamado de Óleo de Dippel, alguns acreditam que seria o Elixir da Longa Vida. Com ele, garantia, viveria até os 135 anos. Também se dedicava à tentativa de transmutar chumbo em ouro. A quem diga que Dippel trabalhava com cadáveres em tentativas de trazê-los de volta à vida. Segundo o folclore, algumas vezes Dippel assinava seu nome nos cadáveres como sendo "von Frankenstein" (nome da família que construíra o castelo), mesmo não tendo descendência da família. Diziam também que ele profanava tumbas. Mary Shelley pode ter ouvido o folclore quando esteve com a família em Genebra e se inspirado para criar o conto, apesar de nunca ter feito referência à isso.Assim como Paracelso, Dippel foi outro alquimista que tentou criar o homunculus, um ser humano artificial criado através de alquimia, ele fecundava ovos de galinha com sêmen humano e tapava o orifício com sangue de menstruação. Em 1704 em Berlim, o químico e pintor Heinrich Diesbach tentava produzir um pigmento vermelho, mas devido ao uso de uma porção impura de carbonato de potássio o pigmento tornou-se azul. A porção contaminada foi cedida de Diesbach para Dippel, ambos trabalharam mais na receita do pigmento azul e se mudaram para Paris, fundando uma fábrica. A receita era um segredo de negócio, mas em 1724 tornou-se conhecida. Dippel morreria em 1734, provavelmente de ataque cardíaco, porém há quem diga que foi por envenenamento. As lendas em torno de Dippel não têm comprovações históricas, devido a escassez de material sobre sua vida real, são somente relatos de aldeões. Boatos locais dizem que Dippel até hoje assombra o Castelo Frankenstein

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Castelo Frankenstein Bergstrasse




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quarta-feira, 29 de julho de 2009

A Cidade Perdida de Atlântida



PLATÃO - Foi esse filósofo grego quem trouxe ao mundo a história do continente perdido da Atlântida. Sua história começou a surgir para ele em ao redor de 355 A.C. Ele escreveu a respeito dessa terra chamada Atlântida em dois de seus diálogos – Timeus e Critias, ao redor de 370 A.C. Platão disse que o Continente ficava no Oceano Atlântico, róximo do Estreito de Gibraltar até sua destruição 10.000 anos antes. Platão descreveu a Atlântida como anéis alternados de mar e terra, com um palácio no centro do “olho de boi”. Ele usou uma série de diálogos para expressar suas idéias. Um dos personagens de seus diálogos, Kritias, conta uma história da Atlântida que está em sua família por muitas gerações. De acordo com o personagem, a história foi originalmente contada para seu ancestral Sólon, por um padre durante a visita de Sólon ao Egito. De acordo com os diálogos,, houve um poderoso império localizado a oeste dos “Pilares de Hércules” (o que agora chamamos o Estreito de Gibraltar) numa ilha no Oceano Atlântico. Essa nação havia sido estabelecida por Poseidon, o deus do mar. Poseidon era pai de cinco pares de gêmeos na ilha. Poseidon dividiu a terra em dez partes, cada uma para ser governada por um filho, ou seus herdeiros. A capital da cidade de Atlântida era uma maravilha de arquitetura e engenharia. A cidade era composta de uma série de paredes e canais concêntricos. Bem no centro havia um monte, e no topo do monte um templo para Poseidon. Dentro havia uma estátua de ouro do deus do mar com ele dirigindo seis cavalos alados. Aproximadamente 9.000 anos antes do tempo de Platão, após o povo da Atlântida ter se tornado corrupto e cobiçoso, os deuses decidiram destruí-los. Um violento terremoto agitou a Terra, ondas gigantes vieram sobre as costas e a ilha afundou no mar para nunca mais ser vista.Em muitos pontos nos diálogos, os personagens de Platão referem-se à história da Atlântida como uma “história real” . Platão também parece colocar na história muitos detalhes sobre a Atlântida que seriam desnecessários se ele pretendesse usar isso apenas como um instrumento literárioEm “Timeus”, Platão descreve Atlântida como uma nação próspera que iria expandir seu domínio: “Agora nesta ilha de Atlântida havia um grande e maravilhoso império que governou em toda a ilha e em várias outras, e em partes do continente”, ele escreveu “e depois, os homens da Atlântida dominaram as partes da Líbia dentro das colunas de Hércules até o Egito e a Europa, até a Tyrrhenia.Platão ainda conta como os atlantes cometeram um grave erro procurando conquistar a Grécia. Eles não puderam resistir ao poderio militar dos gregos e em seguida à derrota, um desastre natural selou seus destinos. “Timeus” continua: “Mas depois ocorreram ali violentos terremotos e inundações e num único dia e noite de infortúnio, todos os seus guerreiros afundaram na terra e a ilha de Atlântida desapareceu nas profundezas do mar.”Platão conta uma versão mais metafísica da história de Atlântida em “Critias”. Aí ele descreve o continente perdido como o reino de Poseidon, o deus do mar. Essa Atlântida era uma sociedade nobre, sofisticada, que reinou em paz por séculos, até que seu povo tornou-se complacente e cobiçoso. Raivoso com sua queda da graça, Zeus escolheu puni-los, destruindo a Atlântida.De acordo com Platão, Poseidon teve cinco pares de gêmeos com mulheres mortais. Poseidon designou o mais velho de seus filhos, Atlas, o Titan, como governador desta bela ilha. Atlas tornou-se a personificação das montanhas ou pilares que sustentavam o céu. Platão descreveu como uma vasta ilha-continente, a oeste do Mediterrâneo, rodeada pelo Oceano Atlântico. A palavra grega Atlantis (Atlântida) significa - a ilha de Atlas -, assim como a palavra Atlântico significa –o oceano de Atlas. Pelos registros egípcios , Keftiu foi destruída pelos mares em um apocalipse. Parece que Sólon trouxe as lendas de Keftiu para a Grécia, onde ele passou para seu filho e seu neto.Platão gravou e embelezou a história do neto de Sólon, Critias, o Mais Jovem. Como em muitos escritos antigos, a história e o mito eram indistinguivelmente intermisturadas. Platão provavelmente traduziu “a terra dos pilares que sustentam o céu” (Keftiu) como a terra do titan Atlas (que segurava o céu). Comparações com os antigos registros antigos de Keftiu identificam um número de similaridades com a Atlântida de Platão.Quando Platão identificou a localização da terra que ele havia chamado Atlântida, ele a colocou no oeste – no Oceano Atlântico. Na verdade, a lenda egípcia colocava Keftiu a oeste do Egito, mas não necessariamente a oeste do Mediterrâneo. Descrevendo Atlântida como uma ilha (ou continente) no oceano Atlântico, suspeitamos que Platão estava simplesmente equivocado em sua interpretação da lenda egípcia que ele estava recontando.Mesmo assim, Platão preservou suficientes detalhes sobre a terra, que sua identificação agora parece mais similar e muito menos misteriosa que muitos dos seguidores da nova era gostariam. É possível que a Atlântida fosse a terra da cultura minoana, principalmente as antigas Creta e Thera. Se esta hipótese for correta, Platão nunca percebeu que a terra de Atlântida já era familiar para ele.
Os registros arqueológicos mostram que a cultura minoana estendeu seu domínio pelas ilhas próximas do Egeu, aproximadamente de 3000 A.C. até 1400 A.C.. Creta, agora parte da Grécia era a capital do povo minoano , uma civilização avançada, com linguagem, exportação comercial, arquitetura complexa, rituais e jogos.
Parece que as ilhas relacionadas (ex. Santorini/Thera) podem ter sido parte da mesma cultura. Os minoanos eram pacíficos. Foi dito que um palácio de quatro andares em Knossos, Creta, era o capitólio da cultura minoana. A correspondência dos artefatos culturais minoanos com aspectos da lenda de Atlântida fazem com que se pense na identidade das duas.Uma dessas identidades poderia ser a dos combates com touros. De acordo com a lenda egípcia, os habitantes de Keftiu teriam combates ritualísticos com touros, onde os minoanos desarmados lutariam e pulariam sobre touros sadios. Esta mesma prática está ricamente ilustrada na arte minoana remanescente.A lenda de Platão (egípcia) também diz que a Atlântida era pacífica – isto é confirmado pela virtualmente completa ausência de armas nas ruínas minoanas e na sua arte – raro para povos daquela época. A lenda egípcia conta que havia elefantes em Keftiu; apesar de presumivelmente não haverem elefantes em Creta, os minoanos eram conhecidos como negociantes de marfim africano e parece que foram o principal acesso ao marfim para o Egito, vinte séculos antes de Cristo.Os mapas da Atlântida feitos por Platão teriam semelhança com a geografia da antiga Creta.
Muitos mitos antigos da Grécia narram sua localização na Creta minoana, mais de dez séculos antes de Platão. Dédalo foi supostamente o arquiteto do palácio de Knossos. Lá ainda se podem encontrar ruínas que se acredita terem sido o labirinto onde vivia o legendário Minotauro, o monstro (meio-homem, meio touro) morto por Teseu.Após mais de mil anos de domínio,a cultura minoana teve um final rápido, cerca de 1470 A.C..Também o célebre apocalipse que, de acordo com os egípcios, consumiu Keftiu-Atlântida em um dia e uma noite, tem bases em fatos históricos. Os rastros de evidência conduzem à pequena ilha de Santorini (também conhecida como Thera, fica a 75 km ao norte de Creta) .Santorini também era um local minoano e as ruínas podem ser encontradas pela ilha. Havia uma montanha no seu centro, provavelmente com 1500 metros de altura, até aproximadamente 1500 A.C.. Esta montanha era um vulcão; suas erupções começaram aproximadamente em 1500 A.C. e tiveram um clímax final aproximadamente em 1470 A.C.. Este vulcão era geologicamente similar ao Krakatoa, porém 4 vezes maior e provavelmente tinha o dobro da violência. A fúria da sua explosão final é inferida de amostras geológicas do núcleo, de comparação de com as detalhadas observações feitas no Krakatoa em 1883 e da obliteração simultânea de quase todos os estabelecimentos minoanos. Os registros de tempo geológico da explosão final do Santorini são muito precisos. O provável quadro seria este: no verão, cerca de 1470 A.C., o Santorini explodiu. As cinzas vulcânicas encheram os céus, encobriram o Sol e desencadearam granizo e relâmpagos. Uma pesada camada de cinzas vulcânicas choveu sobre o Egeu, cobrindo as ilhas e as plantações. Terremotos abalaram a terra e estruturas de pedra caíram com o movimento. Quando a enorme câmara de magma do Santorini finalmente entrou em colapso para formar a cratera, enormes tsunamis (ondas tidais) se espalharam em todas as direções.As vilas vizinhas de Creta foram inundadas e destruídas. A única estrutura maior que sobreviveu às ondas e aos terremotos foi o palácio de Knossos, suficientemente para escapar das enormes ondas. Porém, nos dias que se seguiram, as cinzas vulcânicas cobriram alguns locais e desfolharam a ilha. Passando fome devido às cinzas, com a maior parte de sua civilização eliminada, os minoanos remanescentes foram conquistados pelos miceneos da Grécia e Knossos finalmente caiu.A ilha de Santorini moderna é agora a borda do vulcão – a cratera está coberta pelo mar Egeu. Diques de pedra pomes e cinzas vulcânicas marcam o seu centro, onde o vulcão permanece. Os novos habitantes de Santorini escavam as cinzas vulcânicas para fazer cimento – e ainda encontram ruínas antigas sob as pedras. As cinzas agora constituem o solo, oliveiras e árvores frutíferas cobrem a terra e a antiga Atlântida (Creta, Santorini e talvez outras ilhas do Mar Egeu) está quase que completamente enterrada.Os novos habitantes reconstruíram Creta, mas as ruínas mudas da antiga Atlântida ainda podem ser vistas.



O Fim da Atlântida: Nova Luz sobre uma antiga lenda
A Atlântida era governada em paz, era rica em comércio, avançada em conhecimento e dominava as ilhas e continentes que a rodeavam. De acordo com a lenda de Platão, o povo da Atlântida tornou-se complacente e seus líderes arrogantes;como punição, os deuses destruíram a Atlântida, inundando-a e submergindo-a em um dia e uma noite. Embora Platão tenha sido o primeiro a usar o termo “Atlântida”, há antecedentes da lenda. Há uma lenda egípcia que Sólon provavelmente ouviu enquanto viajava pelo Egito e foi passada a Platão anos depois. A ilha nação de Keftiu, lar de um dos quatro pilares que sustentavam o céu, era considerada uma gloriosa civilização avançada que foi destruída e afundou no oceano.Existe outra história semelhante à de Atlântida, mais significante em termos de época e geografia... e está baseada em fatos. A civilização minoana tinha uma grande e pacífica cultura baseada na ilha de Creta e reinou aproximadamente em 2200 A.C.. A ilha minoana de Santorini, mais tarde conhecida como Thera, tinha um imenso vulcão. Em 1470 A.C. ele teve uma erupção com uma força que se estima ter sido maior que a do Krakatoa, obliterando tudo sobre a superfície de Santorini. Os terremotos e tsunamis resultantes devastaram o resto da civilização minoana, cujos remanescentes foram facilmente conquistados pelas forças gregas. Talvez Santorini fosse a “Atlântida” real. Alguns argumentaram contra esta idéia, observando que Platão havia especificado que a Atlântida havia afundado há 10.000 anos, mas o desastre minoano ocorrera apenas há 1.000 anos. Pode ser que erros de tradução ao longo dos séculos alteraram o que Platão realmente escreveu, ou pode ser que ele estivesse intencionalmente encobrindo os fatos históricos para atingir seus propósitos. Existe ainda uma outra possibilidade – a de que Platão tenha inventado a história da Atlântida.Mesmo assim, sua história do continente que submergiu cativou as gerações que se seguiram. Outros pensadores gregos, como Aristóteles e Plínio, argumentaram sobre a existência da Atlântida, enquanto que Plutarco e Heródoto escreveram sobre ela como um fato histórico. A Atlântida se tornou parte do folclore em todo o mundo, foi colocada em mapas oceânicos e buscada pelos exploradores.

EDGAR CAYCE (1877-1945) tornou-se o mais proeminente defensor de uma possível Atlântida. Amplamente conhecido como o Profeta Adormecido,, Cayce tinha a capacidade de ver o futuro e de se comunicar com os mortos. Ele identificou centenas de pessoas, incluindo a ele mesmo, como atlantes reencarnados.Cayce disse que a Atlântida estava situada próxima da ilha Bimini, nas Bermudas. Ele acreditava que os atlantes possuíam tecnologias remarcáveis, inclusive “cristais de fogo” extremamente poderosos que eles usavam para energia. Um desastre no qual esses cristais ficaram fora de controle foi responsável pelo afundamento da Atlântida, ele disse, o que parece com uma fábula de precaução sobre os perigos da energia nuclear. Tendo permanecido ativos abaixo das ondas oceânicas, os “cristais de fogo” danificados enviam campos de energia que interferem com os navios e aviões que passam – isto é como Cayce considerou as ocorrências do Triângulo das Bermudas.Cayce profetizou que parte da Atlântida viria para a superfície novamente em 1968 ou 1969. Isso não ocorreu e nenhuma evidência foi encontrada de que ela já tenha estado lá. Mas muitos argumentam que deve ter existido uma Atlântida, por causa de muitas similaridades culturais nos dois lados do oceano, que não poderiam ter se desenvolvido independentemente , tornando a Atlântida quase que literalmente um “elo perdido”.

OUTRAS TEORIAS
Por K.T. Frost
K.T. Frost também acreditava que a Atlântida poderia ter sido parte da ilha de Creta, que antes de 1500 A.C.era a sede do império minoano. Escavações arqueológicas mostram que Creta no tempo minoano tinha provavelmente uma!a 0c mFk s sofisticadas dessa época.Então, num piscar de olhos, a civilização minoana desapareceu. Estudos geológicos mostraram que numa ilha que agora conhecemos como Santorinas, localizada dez milhas ao norte de Creta, ocorreu um desastre que teria sido capaz de destruir o estado minoano.Houve uma explosão vulcânica quatro vezes mais poderosa que as do Krakatoa. A onda tsunami que se chocou com Creta deve ter penetrado ilha adentro por aproximadamente meia milha, destruindo todas as cidades e povoados da costa. A grande frota minoana de navios afundou em poucos segundos. Durante uma noite o poderoso Império minoano foi esmagado.

Muitos dos detalhes da história da Atlântida se encaixam com o que é atualmente conhecido sobre Creta. As mulheres tinham um status político relativamente alto, ambas as culturas eram pacíficas e ambas apreciavam o esporte da luta com touros ritualística (onde um homem desarmado lutava com um touro).Galanopoulos sugeriu que houve um erro durante a tradução do egípcio para o grego de alguns dos números e que foi adicionado um zero extra. Isto significaria que 900 anos atrás teriam sido traduzidos como 9000 e a distância do Egito para a “Atlântida” teria sido mudada de 250 milhas para 2500. Se isto é verdade, Platão, sabendo da geografia do Mar Mediterrâneo, teria sido forçado a assumir que a localização da ilha fosse no Oceano Atlântico. A exata localização da Atlântida não é conhecida, pois o continente se partiu em várias secções que se moveram em diferentes direções.Muitos pesquisadores acreditam que a Atlântida esteja perto das ilhas dos Açores (grupo de ilhas pertencentes a Portugal, localizadas a aproximadamente 1500 km a oeste da costa portuguesa). Algumas pessoas acreditam que as ilhas são os topos das montanhas do submerso continente da Atlântida. Outros pesquisadores acreditam que a Atlântida foi um exagero da narração da destruição histórica de Thera e do Império Minoano . A ilha de Thera, também conhecida como Santorini, é uma ilha vulcânica localizada ao norte de Creta no Mar Egeu. Ao redor de 1500 A.C. ela foi devastada por uma explosão vulcânica que pode ter contribuído para a queda súbita da civilização minoana.-Antigos escritos dos astecas e dos maias, como o Chilam Balam, Dresden Codex, Popuhl Vuh, Codex Cortesianus e Manuscrito Troano também foram traduzidos como histórias da destruição da Atlântida e Lemúria. -O livro Oera Linda, da Holanda é considerado um dos mais antigos livros já encontrados. Ele fala sobre a destruição da grande ilha atlântica por terremotos e ondas tidais.-O antigo historiador grego Diodorus escreveu que milhares de anos antes dos fenícios, havia uma imensa ilha atlântica (no local em que Plartão descreveu que a Atlântida estava).-Os hieróglifos fenícios foram encontrados em numerosas ruínas nas selvas da América do Sul e são tão antigas que as tribos indígenas próximas perderam as lembranças de quem as construiu. -Diodorus escreveu que os atlantes tiveram uma guerra com os amazônicos!
-O grego Kantor relata uma visita
ao Egito, onde ele viu uma coluna de mármore com hieróglifos sobre a Atlântida.
-O historiador grego Ammianus Marcellinus
escreveu sobre a destruição da Atlântida.
-Plutarco escreveu sobre o continente perdido no seu livro Vidas.
- Heródoto, considerado por alguns como o maior dos historiadores antigos, escreveu sobre a misteriosa civilização da ilha no Atlântico e uma cidade nela se localizava exatamente onde a expedição do Dr. Asher encontrou exatamente isso!
- O historiador grego Timagenus escreveu sobre a Guerra entre a Atlântida e a Europa e disse que as tribos da antiga Fran
ça diziam que ela era seu lar original.
- Pinturas brilhantes em cavernas francesas mostram claramente pessoas usando roupas do século 20: uma pintura levou a u
m complexo de pirâmides subterrâneo. O historiador e arqueologista francês Robert Charroux o datou de 15.000 A.C..
-Claudius Aelianus se referiu à Atlântida em seu trabalho do século 3 – A Natureza dos Animais.
- Theopompos, um historiador grego, escreveu sobre o enorme tamanho da Atlântida e suas cidades de Machimum e Eusebius e sobre uma idade de ouro, sem doenças e sem trabalhos manuais.
-James Churchward escreveu diversos volumes de livros documentando escritos antigos que ele afirma ter traduzido a Sudoeste da Ásia, que se referem à Atlântida e Um, enquanto que o geólogo William Niven afirma ter escavado tabuletas idênticas no México.- O Dr. George Hunt Williamson, que escreveu diversos livros em sua pesquisa da Atlântida e Lemúria em 1950, era um explorador antropólogo que foi mencionado no “Who's Who” nos Estados Unidos. Ele escreveu sobre como os descendentes dos incas o conduziram a um antigo manuscrito num templo nas montanhas andinas, que falava sobre a destruição da Atlântida e de Um, que possuíam uma tecnologia avançada, por terremotos e ondas tidais. Williamson também visitou dezenas de tribos indígenas nos Estados Unidos e no México, que lhe contaram sobre a Atlântida e Um, incluindo os índios Hopi.- Tabuletas de Lhasa, Tibet e da Ilha de Páscoa. Está claro pelos escritos antigos, que a crença em Atlântida era comum e aceita pelos historiadores na Grécia, Egito e nos Impérios Maia e Asteca. Os bascos da Espanha, os guals da França, as tribos das Ilhas Canárias e dos Açores, uma tribo na Holanda e dezenasde tribos indígenas, todas falam de suas origens em uma grande perdida e submersa terra atlântica.




THULE
Os alemães e os escandinavos nórdicos falaram de um continente desaparecido no Oceano Atlântico Norte, chamado Thule com a civilização de Hyperborea nele localizada. Reportam que Thule se estreitou para o que atualmente é a capa de gelo do polo norte, onde está enterrado sob milhas de gelo e por isso não podemos vê-lo.