domingo, 10 de maio de 2009
Mago Merlin
Merlin (ou Merlim), personagem do ciclo Arturiano era um mago, profeta, conselheiro, grão-druida. Teve sua primeira aparição no séc. X e segundo a lenda ele era filho de uma freira com um incubo (demônio da Idade Média). Merlin herdou a beleza da mãe e a inteligência do pai. Merlin , primeiramente, foi confundido com um louco chamado Myrddin que se refugiou nas terras escocesas e lá fez muitas previsões para o futuro. O mago Merlin conhecia mistérios do céu e da Terra, da vida e da morte, dos homens e dos deuses. Alguns o chamavam de feiticeiro, outros achavam que ele era um santo. Todos porém o reconheciam como um dos homens mais sábios desde tempos imemoriais. Segundo a lenda, Merlin era conselheiro do mítico rei Athur, que incitou a resistência dos celtas à conquista anglo-saxã entre os séc. V e VI e cujas aventuras deram origens aos romances do chamado "ciclo arturiano". O mago, confessor de Arthur e também de seu pai, Uther Pendragon, aconselhou Uther a fundar a Ordem da Távola redonda idealiza o conhecido teste da espada Excalibur, cravada em uma pedra para demonstrar o direito de Arthur a ocupar o trono da Bretanha.
Fada do Dente

Há uma tradição nos Estados Unidos, Canadá, em parte do Reino Unido e de Portugal e noutros países europeus, segundo a qual a "Fada do Dente" viria à noite para trocar o " dente de leite ", colocado sob o travesseiro de uma criança, por uma moeda ou um pequeno presente.
Histórias sobre a Fada do Dente circulam desde o início do século XX embora ninguém saiba sua origem exata. Todavia, trocar "dentes de leite" por presentes é algo que remonta aos vikings mais de mil anos atrás.
sábado, 9 de maio de 2009
Homem-Mariposa

O Mothman (Homem Mariposa, Homem Borboleta ou Homem Traça) é uma suposta criatura, que segundo relatos, apareceu em Charleston e Point Pleasant entre novembro de 1966 e dezembro de 1967. Sua aparição está associada ao acontecimento de futuros desastres. A suposta criatura é estudada e investigada pela Criptozoologia sendo portanto um criptóide.De acordo com o livro Estranhas criaturas do tempo e do espaço, de John A. Keel, A sobrenatural criatura começou a ser vista em Ohio a partir de 1959 quando sobrevoou muito rapidamente um pátio de uma mulher de um médico. Ela disse parecer tratar-se de uma borboleta gigante e apenas se atrevou a mencionar o incidente para algumas pessoas. O som foi descrito por outras testemunhas em locais e dias diferentes como sendo emitido por um grande rato.Após essas visões, a criatura passou a ser vista com mais frequência em Point Pleasant, onde ganhou a notoriedade que se espalhou pelo mundo, sobretudo entre os anos de 1966 e 1967 Foi descrita como sendo uma aparição de olhos fumegantes vermelhos, de um ser alado muito grande. Observações foram relatadas em Mason, Lincoln, Logan, Kanawha e Nicholas. A maior parte da população permaneceu cética, mas a histeria das testemunhas que se multiplicavam rapidamente era muito real.Um dos casos mais notórios seu deu na tarde de 15 de novembro de 1966 ao passarem de carro por uma fábrica abandonada de TNT perto de Point Pleasant, Virgínia Oeste, dois jovens casais avistaram dois olhos enormes, de 5 cm de largura e 15 cm distantes um do outro, ligados a uma coisa que "tinha a forma de um homem, mas maior". Talvez entre 1,80 e 2,10 m de altura. E tinha asas grandes recolhidas nas costas. Os olhos eram hipnóticos, as testemunhas assentiram. Quando a coisa começou a se mover em direção à porta da fábrica, os quatro entraram em pânico e fugiram. Logo depois viram a mesma criatura, ou semelhante, na encosta de uma colina perto da estrada. Ela abriu as asas, que pareciam de morcego, levantou vôo e seguiu o carro, que àquela altura estava a 160 km/h.Disse um dos quatro ao investigador John A. Keel que ele nem bateu as asas, ficava acompanhando-os de cima. As testemunhas disseram ao xerife interino Millard Halstead que ela emitia um ruído de um disco tocado em alta velocidade ou um gincho de camundongo. E seguiu-os pela Rodovia 62 até a divisa da cidade de Point Pleasant.A própria polícia da cidade de Charleston, Vírginia Oeste recebeu uma chamada telefônica excitada de um certo Richard West às 10:15 da noite, na segunda, 21 de novembro. O homem insistiu que um homem alado estava sentado no telhado de sua casa. Tinha cerca de 1 metro e oitenta de altura e uma envergadura de asas de um metro e oitenta a dois metros e quarenta, relatou West excitadamente. Disse ele ainda que tinha uns grandes olhos vermelhos.Alguns outros relatos também são coerentes com o fato de que perseguiu automóveis nas estradas e pessoas a pé.Há coincidências das aparições da criatura com relatos de aparecimentos de OVNIS. Diversas pessoas em Ohio no ano de 1966 relataram terem visto discos voadores. Point Pleasant faz parte do altamente industrializado Vale do Ohio e está na beira do Bible Belt. As testemunhas foram identificadas como pessoas educadas e honestas, altamente devotas de suas convicções religiosas e não teriam motivo de mentir. No total foram descritas 26 observações documentadas com descrições do Mothman naVirgínia Oeste entre 1966 e 1967. Histórias semelhantes continuaram a ser descritas em Point Pleasant até 1969. Depois dos anos 60, o Mothman esvaneceu, voltou à penumbra da realidade. Em outubro de 1974 houve uma aparição, em Elma, Nova York.Até o momento não existe um consenso entre os pesquisadores se o MothmanThe Mothman Prophecies, de 1975, que inspirou um recente filme homônimo protagonizado por Richard Gere (em português A última profecia). Inclusive existem relatos que a criatura foi vista nos dias que antecederam a outros acontecimentos trágicos no mundo, incluindo um terremoto na Cidade do México em 1985, o acidente nuclear em Chernobyl, em 1986 e a queda das Torres Gêmeas em Nova York, em 2001. seria uma entidade vista por videntes, uma criatura extra-terrestre, um produto da imaginação ou fantasia de alguns, ou algo não descoberto pela ciência. A relação com a profecia de futuros desastres é algo não consensual, visto que ele não se comunicava verbalmente com as pessoas, pelo menos durante as observações. Entretanto, há relatos de visões esporádicas do ser antes de desastres, de acordo com John A. Keel, autor também do livroA única aparição no exterior documentada ocorreu na Inglaterra, numa estrada rural perto de Sendling Park, Hythe, Kent, em 16 de novembro de 1963, quando quatro jovens disseram ter visto uma "estrela" subir aos céus e sumir atrás das árvores não muito longe dali. Com medo, fugiram, mas logo depois pararam para ver uma luz dourada e oval que sobrevoava um campo a 80 m de distância. O OVNI dirigiu-se para a área arborizada e desapareceu de vista.De repente, as testemunhas viram uma forma escura caminhando trôpega em direção a elas, vinda do outro lado do campo. Era preta, de tamanho humano e sem cabeça, com asas que pareciam de morcego. Diante das circunstâncias, os quatro preferiram não se demorar no local.A aparição deste misterioso ser foi notícia no New York Sun, em 18 de setembro de 1877 que uma curiosa criatura, com aspecto humano, mas com asas de morcego, ou para outros de mariposa, foi visto em Nova York, particularmente no Brooklyn durante o período de 1877 a 1880.Na Inglaterra, também no início do século, nas cercanias da região de Piccadilly Circus Station são relatadas aparições de uma estranha criatura que se acredita seja o Homem-Mariposa. Alguns descreviam esta sinistra figura como um cavaleiro alado acompanhado de seu cão negro(o famoso black dog) de olhos vermelhos, que são visto à noite dentro dos túneis do subterrâneo de Londres. Estas estranhas aparições começaram a ser descritas, coincidentemente, logo após a demolição do famoso teatro Egyptian Hall, em 1903, na cidade de Londres.A Egyptian Hall foi uma conhecida Casa do Mistério, um centro de ilusionismo da família dos mágicos Maskelyne, sendo o mais famoso Jasper, Maskelyne que para alguns é, na verdade, o nome acrônimo do agente oculto Magister MaskMelin, um mágico espião desaparecido no começo da Segunda Gerra Mundial.Mas, segundo outras versões, o Egyptian Hall depois de sua demolição, deixou vestígios de estranhas cavernas que serviram para acobertar um esconderijo de uma certa organização secreta de agentes conhecidos como Lantern's denominada The Seven Circle, que se utilizava da expansão de algumas linhas do metrô da região de Piccadilly, para ter acesso a toda a cidade de Londres através de seus túneis subterrâneos. Essas afirmações estão descritas nos relatórios do Serviço Secreto Inglês, e estão pouco a pouco sendo liberadas ao domínio público. Muitas dessas informações secretas explicam vários mistérios e lendas urbanas sobre o Mothman ou do cavaleiro alado e seu cão negro no subterrâneo de Londres.Vários estudiosos do caso deduzem que a tal criatura com grandes asas e olhos vermelhos pode ser um Tyto alba, nome científico para uma coruja que se esconde em celeiros e só sai à noite. Mas as conclusões ainda não são definitivas e os estudos e discussões avançam.

sexta-feira, 8 de maio de 2009
Trasgo
Trasgo é um ser encantado do folclore do norte de Portugal especialmente da região de Trás-Os-Montes. Rebeldes, de pequena estatura, os trasgos usam gorros vermelhos e possuem poderes sobrenaturais.Aparentados com os trasgos galegos, os trasgus asturianus, os duendes castelhanos e os follets e donyets catalães, os trasgos pregam partidas e fazem maldades: partem louça, quebram vidros, arrastam móveis, espalham a fruta, mudam os objectos de lugar. Tal como o Zanganito e o Fradinho da Mão Furada o trasgo é um ser sobrenatural que parece-se com os seres humanos, é de baixa estatura e faz travessuras, principalmente de noite, dentro das casas.Segundo as antigas crenças, os trasgos são pequenas “almas penadas”, crianças que não foram baptizadas que retornam para pregar partidas.No concelho de Vimioso, ainda há ruínas de um velho “moinho dos trasgos”. os trasgos são por vezes confundidos com os tardos.

Banshee
Banshee é um ente fantástico da mitologia celta (Irlanda) que é conhecida como Bean Nighe na mitologia escocesa.O termo origina-se do irlandês arcaico "Ben Síde", pelo irlandês moderno "Bean sídhe" ou "bean sí", significando algo como "fada mulher" (onde Bean significa mulher, e Sidhe, que é a forma possessiva de fada). Os Sídh são entidades oriundas das divindades pré-cristãs gaélicas.As Banshee provêm da família das fadas, e é a forma mais obscura delas. Quando alguém avistava uma Banshee sabia logo que seu fim estava próximo: os dias restantes de sua vida podiam ser contados pelos gritos da Banshee: cada grito era um dia de vida e, se apenas um grito fosse ouvido, naquela mesma noite estaria morto. Tradicionalmente, quando uma pessoa de uma aldeia irlandesa morria, uma mulher era designada para chorar no funeral. Nós usamos a palavra carpideira. Mas, as banshees só podiam lamentar para as cinco maiores famílias irlandesas: os O'Neills, os O'Briens, os O'Connors, os O'Gradys e os Kavanaghs no caso, uma fada era responsável por cada família. Seria o choro da mulher fada. Essas mulheres fadas apareceriam sempre após a morte para chorar no funeral. Conta a lenda que quando um membro de uma dessas famílias morria longe de sua terra, o som da banshee gemendo seria o primeiro aviso da morte. Também se diz que essas mulheres, chamadas de fadas, seriam fantasmas, talvez o espírito de uma mulher assassinada ou uma mulher que morreu ao nascer. Na Irlanda se acredita que aqueles que possuem o dom da música e do canto, são protegidos pelos espíritos; um, o Espírito da Vida, que é profecia, cujas pessoas são chamadas “fey” e têm o dom da Visão; o outro, o Espírito da Maldição que revela os segredos da má sorte e da morte, e para essa trágica mensageira o nome é Banshee.Sejam quais forem suas origens, as banshees aparecem principalmente sob um dos três disfarces: uma jovem, uma senhora ou uma pessoa esfarrapada. Isso representa o aspecto tríplice da deusa Celta da guerra e da morte, chamada Badhbh, Macha and Mor-Rioghain. Ela normalmente usa uma capa com capuz cinza, ou uma roupa esvoaçante ou uma mortalha. Ela também pode surgir como uma lavadeira, e é vista lavando roupas sujas de sangue daqueles que irão morrer. Nesse disfarce ela é conhecida como bean-nighe (a lavadeira). Segundo a mitologia celta, também pode aparecer em forma de uma jovem e bela mulher, ou mesmo de uma velha repugnante. Qualquer que seja a forma, porém, sua face é sempre muito pálida como a morte, e seus cabelos por vezes são negros como a noite ou ruivos como o sol. O gemido da Banshee é um som especialmente triste que parece o som melancólico do uivo do vento e tem o tom da voz humana além de ser audível a grande distância. Embora nem sempre seja vista, seu gemido é ouvido, usualmente a noite quando alguém está prestes a morrer. Em 1437, se aproximou do rei James I da Escócia, uma vidente ou banshee que profetizou o assassinato do rei por instigação do Conde de Atholl. Esse é um exemplo de banshee em forma humana. Existem muitos registros de diversas banshees humanas ou profetizas que atendiam às grandes casas da Irlanda e às cortes dos reis locais. Em algumas partes de Leinster, se referem a elas como bean chaointe (carpideira) cujo lamento podia ser tão agudo que quebrava os vidros. É bom lembrar que a banshee pertence exclusivamente à raça Celta. Ela jamais será ouvida a anunciar a morte de qualquer membro de outras raças que compõem a população irlandesa. A banshee também pode aparecer de várias outras formas, como um corvo, uma espécie de ratazana, lebre ou doninha – animais associados, na Irlanda à bruxaria.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Brownie
![[Brownie.jpg]](http://3.bp.blogspot.com/_HrbkPWA95tQ/SgIeml30XmI/AAAAAAAAAHk/RC8pPC7xWpY/s1600/Brownie.jpg)
Duende ou espírito doméstico do folclore da Inglaterra e Escócia, o brownie habita casas de família, onde executa labores domésticos enquanto seus habitantes dormem. Tais tarefas são feitas em troca de presentes entre os quais laticínios, sua comida preferida. Se oferecido pagamento ou roupas, o brownie, ofendido, abandona a casa. Os brownies são descritos como homenzinhos de pele amarronzada. São mais ouvidos do que vistos. De espirito prestativo e benéfico, podem se tornar malignos se contrariados. Espíritos domésticos que agem à maneira dos brownies também são encontrados em outras culturas, como por exemplo o tomte finlandês, o Heinzelmännchen alemão e o domovoi russo. A palavra portuguesa duende se origina do español dueño de casa (dono de casa) e exprime um conceito semelhante.

terça-feira, 5 de maio de 2009
Gato Preto

GATOS NO ANTIGO EGITO
Gatos de todas as cores eram homenageados pelos antigos egípcios. Mas, Bastet e Sekhmet no panteão egípcio, foram as deusas negras poderosas e muito adornadas com jóias, tendo até orelha furada.
Quando um gato da família morria, todos entravam em luto e faziam uma cerimônia enviando-o para outro mundo.
Por milhares de anos o Gato tinha uma posição de divindade no Egito. Era muito sagrado.
Quando um gato da família morria, todos entravam em luto e faziam uma cerimônia enviando-o para outro mundo.
Por milhares de anos o Gato tinha uma posição de divindade no Egito. Era muito sagrado.
GATOS NA FAMÍLIA DE BRUXAS!
Na Idade Média, o gato se tornou forte aliado as bruxas e a bruxaria.
Por volta de 1300dc, um covem de bruxas no interior da França, foi acusado de adorar o demônio na forma de um Gato, talvez pelo fato dos gatos terem hábitos noturnos.
Era a noite que as bruxas faziam suas reuniões, tentando se esconder exatamente da Igreja, a qual associou o pobre do gato as bruxas também noturnas.
Por volta de 1300dc, um covem de bruxas no interior da França, foi acusado de adorar o demônio na forma de um Gato, talvez pelo fato dos gatos terem hábitos noturnos.
Era a noite que as bruxas faziam suas reuniões, tentando se esconder exatamente da Igreja, a qual associou o pobre do gato as bruxas também noturnas.
POR QUE O GATO PRETO DÁ AZAR?
Tal crendice surgiu na Inglaterra, no século 16, quando um repentino aumento da população dedesencadeou uma perseguição aos animais. Numa noite de 1560, um gato preto foi ferido a pedradas. Encurralado, refugiou-se na casa de uma velhinha, que por sinal costumava dar abrigo a gatos de rua. No dia seguinte, a velhinha apareceu toda machucada, o que fez a população achar que ela era uma bruxa e o Gato um disfarce noturno. O episódio bastou para condenar os gatos pretos. A matança se espalhou pela Europa e só diminuiu a partir de 1630, quando o rei Luís 13 proibiu a prática.
GATOS CONTEMPORÂNEOS!
Nos tempos da Segunda Guerra Mundial, no início da tradição americana do Halloween, os gatos passaram a fazer parte da decoração festiva, tornando um animal de boa sorte, considerados excelentes repelentes de azar quando colocados na porta de entrada.
E passaram a ser charmosos, harmoniosos, enfim dóceis.
Ao mesmo tempo, o Gato Preto permanece chamando atenção dos superticiosos no final de outubro.
E passaram a ser charmosos, harmoniosos, enfim dóceis.
Ao mesmo tempo, o Gato Preto permanece chamando atenção dos superticiosos no final de outubro.
LENDAS SOBRE O GATO PRETO
- No século XVI, os Italianos acreditavam que, se um gato preto pulasse na cama de uma pessoa doente, este iria morrer em breve.
- Na fase Colonial, escoceses acreditavam que ver um gato preto entrar num beco, poderia indicar a morte de um membro da família.
- A Deusa Nórdica Freyja conduzia sua carruagem puxada por um par de gatos pretos.
- Ronam, soldado do antigo Egito, matou um gato preto, e foi linchado e morto por uma multidão furiosa dos habitantes locais.
- Do folclore indígena, existe a teoria de que se você tivesse um terçol sobre a pálpebra, esfregando o rabo de um gato preto no local, o terçol iria embora.
- Na Inglaterra e sul da Escócia, um gato preto estranho sobre um muro próximo a sua casa ou estabelecimento, traz boa sorte.
- Na Índia, se um gato estranho entrar na casa, tratam muito bem dele enquanto ele quiser ficar, traz prosperidade.

segunda-feira, 4 de maio de 2009
Sexta-Feira 13

A Sexta-Feira no dia 13 de qualquer mês, é considerada popularmente como um dia de azar. O número 13 é considerado de má sorte. Na numerologia o número 12 é considerado de algo completo, como por exemplo: 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 signos do zodíaco. Já o 13 é considerado um número irregular, sinal de infortúnio. A sexta-feira foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerado um dia de azar. Somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar (13) tem-se o mais azarado dos dias.
É sexta-feira, 13 de Outubro do Ano da Graça de 1307... Os Cavaleiros do Templo são "surpreendidos" pela inveja e sede de poder de Filipe o Belo, rei de França, com o intuito de extinguir a Ordem e apoderar-se dos seus bens. Todo a Europa fica chocada pelas acusações feitas aos cavaleiros e em 1314 a Ordem é oficialmente extinta pelo Papa Clemente V. Os seus membros foram presos simultaneamente por toda a França e alguns torturados e, mais tarde, executados, por heresia. Nasce aqui a superstição associada à "Sexta-feira 13".
Outra possibilidade para esta crença está no fato de que Jesus Cristo provavelmente foi morto numa sexta-feira 13, uma vez que a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan, no calendário hebráico.
Recorde-se ainda que na Santa Ceia sentaram-se à mesa treze pessoas, sendo que duas delas, Jesus e Judas Iscariotes, morreram em seguida, por mortes trágicas, Jesus por crucificação e Judas provavelmente por suicídio.
Além da justificativa cristã, antes disso existem duas outras versões que provêm da mitologia nórdica que explicam a superstição. Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça. Há também quem acredite que convidar 13 pessoas para um jantar é uma desgraça, simplesmente porque os conjuntos de mesa são constituidos, regra geral, por 12 copos, 12 talheres e 12 pratos. Segundo outra versão, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem a frigadag, sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio, os 13 ficavam rogando pragas aos humanos. Da Escandinava a superstição espalhou-se pela Europa.

A Loira do Banheiro

Diz a lenda que uma garota muito bonita de cabelos loiros com aproximadamente 15 anos, sempre planejava maneiras de matar aula. Uma delas era ficar no banheiro da escola esperando o tempo passar. No entando um dia, um acidente terrivel aconteceu. A loira escorregou no piso molhado do banheiro e bateu sua cabeça no chão. Ficou em coma e pouco tempo depois veio a falecer. No fim de tudo isso, a menina não se conformou com seu fim trágico e prematuro, sua alma não quis descansar em paz e passou a assombrar os banheiros das escolas. Muitos alunos juram ter visto a famosa loira do banheiro, pálida e com algodão no nariz para evitar que o sangue escorra. A lenda sobrenatural surgiu como um golpe de marketing. Quem garante o golpe de marketing foi o cineasta José V. Martins , o famoso Zé do Caixão. Segundo ele a historia foi criada pelo jornalista Orlando C. Para alavancar as vendas do jornal Diário da noite, entre os anos 50 e 60.
Mula-sem-Cabeça

A Mula-sem-cabeça é uma antiga lenda dos povos da Península Ibérica, que foi trazida para a América pelos espanhóis e portugueses. Esta história também faz parte do folclore mexicano (conhecida como "Malora") e argentino (com o nome de Mula Anima). Pressupõem-se que este mito tenha nascido no século doze, época em que as mulas serviam de transporte para os padres.
No Brasil, a lenda disseminou-se por toda a região canavieira do Nordeste e em todo o interior do Sudeste. A Mula-sem-cabeça, representa uma espécie de lobisomem feminino, que assombra povoados onde existam casas rodeando uma igreja.
Segundo esta lenda, toda a mulher que mantivesse estreitas ligações amorosas com um padre, em castigo ao seu pecado (aos costumes e princípios da Igreja Católica), tornar-se-ia uma Mula-sem-cabeça. Esta história tem cunho moral religioso, ou seja, é uma repreensão sutil ao envolvimento amoroso com sacerdotes e também com compadres. Os compadres, eram tidos como pessoas da família, e qualquer tipo de relação mantida entre eles, era considerada incestuosa.
A metamorfose ocorreria na noite de quinta para sexta-feira, quando a mulher, em corpo de mula-sem-cabeça, corre veloz e desenfreadamente até o terceiro cantar do galo, quando, encontrando-se exaurida e, algumas vezes ferida, retorna a sua normalidade. Homens ou animais que ficarem em seu trajeto seriam despedaçados pelas violentas patas. Ao visualizar a Mula-sem-cabeça, deve-se deitar de bruços no chão e esconde-se "unhas e dentes" para não ser atacado.
Dizem também, que se alguém passar correndo diante de uma cruz à meia-noite, ela aparece.
A mula-sem-cabeça também é conhecida como a burrinha-do-padre, ou simplesmente burrinha.
A Mula-sem-cabeça, possuiria as seguintes características:
1. Apresenta a cor marrom ou preta.
2. Desprovida de cabeça e em seu lugar apenas fogo.
3. Seus cascos ou ferraduras podem ser de aço ou prata.
4. Seu relincho é muito alto que pode ser ouvido por muitos metros, e é comum a ouvir soluçar como um ser humano.
5. Ela costuma aparecer na madrugada de quinta/sexta, principalmente se for noite de Lua Cheia.
6. Segundo relatos,felizmente existem maneiras de acabar com o encantamento que fez a mulher virar Mula-Sem-Cabeça, uma delas consiste em uma pessoa arrancar o cabresto que ela possui, outra forma é furá-la, com algum objeto pontiagudo tirando sangue (como um alfinete virgem). Outra maneira de evitar o encantamento é de que o amante (padre) a amaldiçoe sete vezes antes de celebrar a missa.
2. Desprovida de cabeça e em seu lugar apenas fogo.
3. Seus cascos ou ferraduras podem ser de aço ou prata.
4. Seu relincho é muito alto que pode ser ouvido por muitos metros, e é comum a ouvir soluçar como um ser humano.
5. Ela costuma aparecer na madrugada de quinta/sexta, principalmente se for noite de Lua Cheia.
6. Segundo relatos,felizmente existem maneiras de acabar com o encantamento que fez a mulher virar Mula-Sem-Cabeça, uma delas consiste em uma pessoa arrancar o cabresto que ela possui, outra forma é furá-la, com algum objeto pontiagudo tirando sangue (como um alfinete virgem). Outra maneira de evitar o encantamento é de que o amante (padre) a amaldiçoe sete vezes antes de celebrar a missa.
Para se descobrir se a mulher é amante do padre, lança-se ao fogo um ovo enrolado em linha com o nome dela e reza-se por três vezes a seguinte oração:
"A mulher do padre
Não ouve missa
Nem atrás dela.
Há quem fique ...
Como isso é verdade,
assa o ovo
e a linha fica..."
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Leão de Neméia

Segundo a mitologia grega o Leão de Neméia viveu na planície de Neméia aterrorizando aquela cidade. O leão não podia ser morto por um homem normal e todos os que tentavam enfrentá-lo eram devorados e completamente aterrorizados pelo seu rugido, que podia ser ouvido a quilômetros de distância. O único que conseguiu matá-lo foi Hércules (filho de Zeus), em seu primeiro trabalho (dos doze famosos trabalhos de Hércules). Depois de estrangulá-lo com as próprias mãos, pois arma alguma podia penetrar na espessa pele do animal, Hércules usou a pele como manto.O Leão da Neméia é filho de Cérbero com Quimera e irmão da Esfinge. Era "neto" de Tifon (também conhecido como Tifão) e Equidna e "sobrinho" de Ortros e da Hidra de Lerna, pois seu pai,Cérbero, era filho de Tífon e Equidna e irmão de Ortros e da Hidra de Lerna.

Hipocampo

O hipocampo é um ser com a forma de cavalo na metade anterior e de peixe, dragão ou serpente na posterior.
Na mitologia grega, o hipocampo servia de companhia e montaria às nereidas e de animal de tração ao carro de Poseidon. Seres com características semelhantes aparecem na arte de outras culturas, inclusive a Meopotâmia e a Índia. Também foi representado em bronzes, prataria e pinturas da Antiguidade romana ao período barroco.
Na heráldica européia, o hipocampo é representado com cabeça e torso de cavalo, mas com uma barbatana de peixe no lugar da crina, pés com membranas no lugar de cascos, cauda de peixe e, às vezes, asas de peixe-voador
Hipogrifo

O hipogrifo (em inglês, hippogriff, hippogryph ou hippogryphe; em italiano, ippogrifo) é um animal imaginado por Ludovico Ariosto no poema épico Orlando furioso, de 1516. A metade anterior do corpo é de grifo, enquanto a metade posterior é de cavalo. Era a cavalgadura do mago Atlante, mas este foi subjugado pelo cavaleiro Bradamante, que usa o hipogrifo para resgatar Rogério. Este cavalga o hipogrifo por algum tempo, mas depois o animal passa a Astolfo, que com ele liberta Senapo, na Etiópia, do flagelo das harpias e viaja até a Lua para recuperar o juízo perdido de Orlando. Esse animal seria o resultado do cruzamento de um grifo com uma égua - um híbrido praticamente impossível, de acordo com a tradição herdada da Antiguidade segundo a qual os cavalos tem horror aos grifos, que os devoram. Nas Éclogas, de Virgílio, há versos que dizem "grifos se acasalarão com éguas, e na era que virá tímidas corças e cães de caça se juntarão para beber...", para aludir a um futuro idílico e paradisíaco. Trata-se, portanto, de uma criatura única, impossivelmente rara, de um símbolo do amor que vence as impossibilidades e de um mundo ideal.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Vampiro
Vampiro é um ente mitológico que se alimenta de sangue humano.Voltaire escreveu uma longa entrada sobre vampiros no seu Dicionário Filosófico. Dessa obra faz parte a seguinte definição de vampiro:"Estes vampiros eram corpos que saem das suas campas de noite para sugar o sangue dos vivos, nos seus pescoços ou estômagos, regressando depois aos seus cemitérios. " O vampiro é um personagem muito comum na literatura de horror e mitológica, existindo tantas versões do seu mito quanto existem usos desse conceito. Alguns pontos em comum são o fato de ele precisar de sangue (preferencialmente humano) para sobreviver, de não poder sair na luz do Sol, de se transformar em morcego e de poder ser posto em topor temporario por uma estaca no coração.O conceito específico dos mortos retornando para atacar e se alimentar do sangue dos vivos encontrou sua maior expressão na Europa cristã. No séc. XII, O historiador inglês William de Newburgh relatou diversos casos de mortos retornando para aterrorizar, atacar e matar durante a noite. Identificou-se esse tipo de espírito maligno com o termo latino sanguisuga. Na maioria dos casos sobre os quais escreveu, a única solução permanente era desenterrar e queimar o corpo do assaltante acusado. Do séc. XVI ao séc. XVIII ocorreu vários relatos na Europa oriental. Várias palavras foram usadas para designar estas criaturas, tais como, vukodlak (extraída da palavra que designa lobisomem) ou outros termos usados na Sérvia, vampir (de origem questionável) e palavras relacionadas (como a palavra russa upyr), também se disseminaram.Segundo a lenda, os vampiros podem controlar animais daninhos e noturnos, podem desaparecer numa névoa e possuem um poder de sedução muito forte. Formas de combatê-los incluiriam o uso de objetos com valor sagrado tais como hóstia consagrada, rosários, metais consagrados, alhos, água benta, etc.Nas primeiras lendas sobre vampiros eles se transformam em cães ou lobos, na Europa não existem morcegos hematófagos e essa associação só passou a existir depois da criação de Drácula. Em muitas das lendas antigas eles se transformavam nas noites de lua cheia, o que permite pensar que a lenda do Lobisomem tenha um fundo comum.Os vampiros mais famosos são o Drácula de Bram Stoker, o Lestat de Lioncourt de Anne Rice, Nosferatu e Edward Cullen"Draculae" ou "Dracula" significa " filho do demônio", ou "filho do dragão", do latim Draco, Demônio ou Dragão. Drácula também pode ter se originado da palavra "Dr\'kol", "estaca" na língua romena.Muitos já devem ter se perguntado de onde veio a lenda de Drácula. O Drácula de Bram Stoker é inspirado no personagem histórico Conde Vlad Tepes, que nasceu em 1431 e governou o território que corresponde à atual Romênia.Nessa época, a Romênia estava dividida entre o mundo cristão (Hungria) e o mundo muçulmano (Turquia). Vlad III ficou conhecido pela perversidade com que tratava seus súditos. Embora não fosse um vampiro, sua crueldade alimentava o imaginário popular de modo que logo passou para o folclore como um vampiro de fato.

Quimera
A figura mítica da quimera, oriunda da Anatólia e cujo tipo surgiu na Grécia durante o século VII a.C., sempre exerceu atração sobre a imaginação popular. De acordo com a versão mais difundida da lenda, a quimera era um monstruoso produto da união entre Equidna - metade mulher, metade serpente - e o gigantesco Tífon. Outras lendas a fazem filha da hidra de Lerna e do leão de Neméia, que foram mortos por Hércules. Habitualmente era descrita com cabeça de leão, torso de cabra e parte posterior de dragão ou serpente. Criada pelo rei de Cária, mais tarde assolaria este reino e o de Lícia com o fogo que vomitava incessantemente, até que o herói Belerofonte, montado no cavalo alado Pégaso, conseguiu matá-la. A representação plástica mais freqüente da quimera era a de um leão com uma cabeça de cabra em sua espádua. Essa foi também a mais comum na arte cristã medieval, que fez dela um símbolo do mal. Com o passar do tempo, chamou-se genericamente quimera a todo monstro fantástico empregado na decoração arquitetônica. Em linguagem popular, o termo quimera alude a qualquer composição fantástica, absurda ou monstruosa, constituída de elementos disparatados ou incongruentes.
Pégasus

Pégaso, segundo a mitologia grega, nasceu do sangue da Medusa, após ser esta decapitada por Perseu. Atena domesticou o cavalo alado e ofereceu-o ao herói grego
Belerofonte, para que combatesse a Quimera. Com ele, Belerofonte tentou aproximar-se do Olimpo, mas Zeus fez com que Pégaso corcoveasse, provocando a queda do cavaleiro, que morreu. Transformado em constelação, o cavalo passou desde então
ao serviço de Zeus. Pégaso vivia no Parnaso, no Hélicon, no Pindo e na Piéria, lugares frequentados pelas Musas, filhas de Zeus e Mnemósine, e onde o cavalo alado costumava pastar. Com um de seus coices, fez nascer a fonte de Hipocrene, que se acreditava ser a fonte de inspiração dos poetas. Na literatura clássica há numerosas alusões às fontes de inspiração. A história de Pégaso tornou-se um dos temas preferidos da literatura e das artes plásticas gregas.
Belerofonte, para que combatesse a Quimera. Com ele, Belerofonte tentou aproximar-se do Olimpo, mas Zeus fez com que Pégaso corcoveasse, provocando a queda do cavaleiro, que morreu. Transformado em constelação, o cavalo passou desde então
ao serviço de Zeus. Pégaso vivia no Parnaso, no Hélicon, no Pindo e na Piéria, lugares frequentados pelas Musas, filhas de Zeus e Mnemósine, e onde o cavalo alado costumava pastar. Com um de seus coices, fez nascer a fonte de Hipocrene, que se acreditava ser a fonte de inspiração dos poetas. Na literatura clássica há numerosas alusões às fontes de inspiração. A história de Pégaso tornou-se um dos temas preferidos da literatura e das artes plásticas gregas.

Sereia

Sereia (do grego — Σειρῆνας) é um ser mitológico, parte mulher e parte peixe (ou pássaro segundo vários escritores e poetas antigos). É provável que o mito tenha tido origem em relatos da existência de animais com características próximas daquela que, mais tarde foram classificados como sirênios
Filhas do rio Achelous e da musa Terpsícore. Não confundir com Harpias. Habitavam os rochedos entre aIlha de Capri e a costa da Itália. Eram tão lindas e cantavam com tanta doçura que atraíam os tripulantes dos navios que passavam por ali para os navios colidirem com os rochedos e afundarem. Odisseu, personagem da Odisséia de Homero conseguiu salvar-se porque colocou cera nos ouvidos dos seus marinheiros e amarrou-se ao mastro de seu navio, para poder ouvi-las sem poder aproximar-se. As Sereias representam na cultura contemporânea o sexo e a sensualidade.
Na Grécia Antiga porém, os seres que atacaram Odisseu eram na verdade, retratados como sendo sirens, Mulheres que ofenderam a deusa Afrodite e foram viver numa ilha isolada.Se assemelham às harpias, mas possuem penas negras, uma linda voz e uma beleza única.

Dragão

Animal fabuloso de muitas culturas diferentes, em umas benevolente, em outras malévolo, na arte cristã o dragão veio a simbolizar o pecado e o paganismo, e por isso a iconografia o representa prostrado aos pés de santos e mártires. Dragão é um monstro presente nas mitologias de diversas culturas, descrito geralmente como uma grande serpente ou um enorme lagarto, com grandes asas de morcego, pele escamosa, grande cauda serrilhada, uma ou várias cabeças e outras tantas bocas, por meio das quais lança labaredas de fogo. A palavra grega drakon significa originalmente serpente. Assim, a serpente Píton, monstro mitológico, filha de Géia e depositária inicial do oráculo de Delfos, era, às vezes, representada como um dragão. Entre os povos orientais, o dragão era a princípio o símbolo do espírito do mal, tal como ocorria no antigo Egito. Entretanto, no mundo grego e romano, tal interpretação do dragão como um ser maléfico coexistia com a idéia da existência de outros dragões benéficos, ocultos no seio da terra. Essa dualidade se achava presente também em outras culturas. Na China, o dragão (lung) representava o princípio yang da atividade e da masculinidade e desde tempos muito remotos constituía o símbolo da família imperial, reproduzido em edifícios, flâmulas e galhardetes. O dragão japonês, um dos elementos herdados da cultura chinesa, tinha o poder de mudar de forma e tamanho e ainda a faculdade de fazer-se invisível. No Ocidente, ao longo da história da arte e da mitologia prevaleceu a idéia do dragão como encarnação do espírito do mal. Assim, no santoral cristão (livro que contém panegíricos ou vida de santos) são Miguel e são Jorge aparecem como vencedores do maléfico mito. Analogamente, em numerosas representações da Virgem Maria, sobretudo em sua invocação como a Imaculada Conceição, ela aparece pisando a cabeça de um dragão, identificado, neste caso, com a serpente do Gênesis, à qual uma mulher "esmagará a cabeça". Num outro contexto, o dragão foi tomado como emblema heráldico. Um exemplo é a figura incorporada, no século XX, às armas do príncipe de Gales.
Fada

A fada é um ser mitológico, característico dos mitos célticos, anglo-saxões, germânicos e nórdicos.As fadas também são conhecidas como sendo as fêmeas dos elfos. O termo incorporou-se a cultura ocidental a partir dos assim chamados "contos de fadas". Nesse tipo de história, a fada é representada de forma semelhante a versão clássica dos elfos de J.R.R Tolkien, porém apresentando "asas de libélula" as costas e utilizando-se de uma "varinha de condão" para realizar encantamentos.Dependendo da obra em que aparece, a fada pode ser retratada em estatura de uma mulher normal ou diminuta. No primeiro caso, temos a fada de Cinderela. Como exemplo da segunda representação podemos citar "Sininho", do clássico infantil "Peter Pan", de J. M. Barrier. Embora além da percepção das pessoas comuns, as fadas continuariam a existir em nosso mundo. Tal afirmação é feita à luz de diversos testemunhos de clarividência de fenômenos paranormais e parapsicológicos que atestariam a realidade do "mundo invisível" onde supostamente vivem fadas e outros "espíritos mágicos da Natureza". São numeros relatos de pessoas que dizem ter observado seres estranhos.
Duendes

Personagens alegres e bagunceiros que vivem em colônias debaixo da terra. Amam festas, musicas e danças. Escolhem crianças como companheiros . O duende é um elemental noturno, desaparecendo com o nascer do Sol. Gosta de despertar quem está durmindo profundamente. A melhor maneira de acalmar um duende é deixar um copo de leite no criado-mudo para que ele possa tomar um golinho.

Troll


Unicórnio

Os caçadores usavam jovens virgens para poder capturar os unicórnios, punham-na no caminho do animal, que no momento em que avistava, aproximava-se com grande reverência, deitava-se ao seu lado, e, colocando sua cabeça sobre o colo da moça, dormia. Então neste momento os caçadores o capturavam.
Chupa-Cabra

Chupa-cabra é uma suposta criatura responsável por ataques sistemáticos a animais rurais em regiões da América, como Porto Rico, Flórida, Nicarágua, Chile, México e Brasil. O nome da criatura deve-se à descoberta de várias cabras mortas em Porto Rico com marcas de dentadas no pescoço e o seu sangue alegadamente drenado. Embora o assunto tenha sido explorado na mídia brasileira, os rumores sobre a existência do misterioso ser foram gradualmente desaparecendo, cessando antes da virada do milênio.
O primeiro ataque relatado ocorreu em março de 1995 em Porto Rico Neste ataque, oito cabras foram encontradas mortas, cada um com três perfurações no tórax e totalmente esvaídas de sangue. Em 1975, mortes similares na pequena cidade de Moca foram atribuídas a El Vampiro de Moca (O Vampíro de Moca). Inicialmente suspeitou-se que as mortes estariam relacionadas a cultos satânicos; posteriormente mais mortes foram registrados na ilha, reportadas por muitos fazendeiros. Cada animal teve seu sangue drenado por uma série de incisões circulares.
Fauno

Na mitologia romana, Fauno (Faunus, de uma raiz latina que significa "favorável") é uma das divindades mais antigas, o di indigetes das florestas, planícies e campos, que propicia a fertilidade (di indigetes, "deus indicado", é uma expressão que se refere aos deuses romanos nativos, em contraste com di novensides, "deus recém-chegado" de origem estrangeira, geralmente grega). Fauno foi racionalizado por romanos cultos como um rei legendário dos latinos, filho de Pico (Picus, "pica-pau") e da ninfa Canente (Canens, "cantora") e neto de Saturno. Com a ninfa Marica, teve como filho Latino, o rei do Lácio que recebeu os refugiados de Tróia liderados por Enéias. Após a morte, Fauno teria se tornado divindade tutelar da terra por seus serviços à agricultura e pecuária. Sua sombra era consultada como uma divindade da profecia, sob o nome de Fátuo (Fatuus). Seus oráculos situavam-se nos bosques sagrados de Tibur, em torno da fonte Albunea, e também no monte Aventino, uma das sete colinas de Roma. As respostas eram dadas em versos saturnianos, um estilo arcaico e tipicamente romano, anterior à influência grega, em sonhos e vozes comunidadas àqueles que iam dormir em seus precintos sobre um velo de cordeiro sacrificado. W. Warde Fowler sugeriu que esse Faunus é o mesmo que Favonius, deus do vento oeste mais tarde identificado com o Zéfiro grego.

Bruxa
Uma bruxa é geralmente retratada no imaginário popular como uma mulher velha e encarquilhada, exímia e manipuladora de Magia Negra e dotada de uma gargalhada terrível. É também muito popularizada a imagem da bruxa como a de uma mulher sentada sobre uma vassoura voadora, ou com a mesma passada por entre as pernas, andando aos saltitos. Alguns autores utilizam o termo, contudo, para designar as mulheres sábias detentoras de conhecimentos sobre a natureza e, possivelmente, magia. Algumas bruxas históricas adquiriram alguma notoriedade, como é o caso das chamadas Bruxas de Salém,a Bruxa de Evóra e Dame Alice Kytler (bruxa inglesa). As bruxas foram implacavelmente caçadas durante a inquisição na Idade Média.
Durante a Idade Média toda e qualquer mulher que conseguia poder, passavam gradativamente a ser considerada bruxa. Bruxa em sânscrito significa “mulher sábia”. As bruxas eram denominadas sábias, até a Igreja lhes atribuir o significado secundário de mulheres dominadas por instintos inferiores. Com a chegada do Cristianismo, começando a imperar a era patriarcal, as mulheres foram colocadas em segundo plano e tidas como objetos de pecado utilizados pelo diabo.
Muitas mulheres não aceitaram essa identificação e rebelaram-se. Essas, dotadas de poder espiritual, começaram a obter novamente o prestígio que haviam perdido o que passou a incomodar o poder religioso. Assim acusar uma mulher de bruxaria ficou fácil, bastava uma mulher casada perder a hora de acordar, que o marido a acusava de estar sonhando com o demônio. Um dos métodos usados pelos inquisidores para identificar uma bruxa nos julgamentos do Santo Ofício, consistia na comparação do peso da ré com o peso de uma Bíblia gigante. Aquelas que fossem mais leves eram consideradas bruxas, pois dizia-se que as bruxas adquiriam uma leveza sobrenatural. Durante o século X e XII as bruxas ressurgiram, nesse período realizaram vários processos contra elas, promovidos pelo poder civil. No entanto, tal questão veio assumir um aspecto dramático a partir do século XIV, momento em que a Igreja Católica implantou os tribunais da Inquisição com o intuito de reprimir, tanto a disseminação das seitas heréticas como a prática de magia e outros comportamentos considerados pecaminosos. Nesse período, o fenômeno se caracterizou como manifestação coletiva, de profunda repercussão no direito penal, na vida religiosa, na literatura e nas artes. Dessa forma, para que a repressão fosse eficaz, os tribunais de Inquisição se proliferaram, e os processos aumentaram rapidamente.
Segundo os teóricos do assunto, a epidemia de bruxas ocorreu nos séculos XVI e XVII, no norte da França, no sul e oeste da Alemanha e em especial na Inglaterra e na Escócia, a perseguição às bruxas foi metódica e violenta. Os colonizadores ingleses levaram esse procedimento para a América do Norte, onde, em 1692, ocorreu o famoso processo contra as bruxas de Salém, em Massachusetts. Normalmente, acusavam-se as bruxas velhas, e com menor freqüência as jovens. Frequentemente as bruxas são associadas a gatos pretos, que dentre as Bruxas Tradicionais são os chamados Puckerel, muitas vezes tidos como espíritos guardiões da Arte da Bruxas, que habitam o corpo de um animal. Estes costumam ser designados na literatura como Familiares. Diziam que as bruxas voavam em vassouras a noite e principalmente em noites de lua cheia, que faziam feitiços e transformavam as pessoas em animais e que eram más. Hoje também pode-se encontrar uma vasta quantidade de livros e sites que explicam a "Antiga Religião" mas geralmente se tratam de Wicca.
Durante a Idade Média toda e qualquer mulher que conseguia poder, passavam gradativamente a ser considerada bruxa. Bruxa em sânscrito significa “mulher sábia”. As bruxas eram denominadas sábias, até a Igreja lhes atribuir o significado secundário de mulheres dominadas por instintos inferiores. Com a chegada do Cristianismo, começando a imperar a era patriarcal, as mulheres foram colocadas em segundo plano e tidas como objetos de pecado utilizados pelo diabo.
Muitas mulheres não aceitaram essa identificação e rebelaram-se. Essas, dotadas de poder espiritual, começaram a obter novamente o prestígio que haviam perdido o que passou a incomodar o poder religioso. Assim acusar uma mulher de bruxaria ficou fácil, bastava uma mulher casada perder a hora de acordar, que o marido a acusava de estar sonhando com o demônio. Um dos métodos usados pelos inquisidores para identificar uma bruxa nos julgamentos do Santo Ofício, consistia na comparação do peso da ré com o peso de uma Bíblia gigante. Aquelas que fossem mais leves eram consideradas bruxas, pois dizia-se que as bruxas adquiriam uma leveza sobrenatural. Durante o século X e XII as bruxas ressurgiram, nesse período realizaram vários processos contra elas, promovidos pelo poder civil. No entanto, tal questão veio assumir um aspecto dramático a partir do século XIV, momento em que a Igreja Católica implantou os tribunais da Inquisição com o intuito de reprimir, tanto a disseminação das seitas heréticas como a prática de magia e outros comportamentos considerados pecaminosos. Nesse período, o fenômeno se caracterizou como manifestação coletiva, de profunda repercussão no direito penal, na vida religiosa, na literatura e nas artes. Dessa forma, para que a repressão fosse eficaz, os tribunais de Inquisição se proliferaram, e os processos aumentaram rapidamente.
Segundo os teóricos do assunto, a epidemia de bruxas ocorreu nos séculos XVI e XVII, no norte da França, no sul e oeste da Alemanha e em especial na Inglaterra e na Escócia, a perseguição às bruxas foi metódica e violenta. Os colonizadores ingleses levaram esse procedimento para a América do Norte, onde, em 1692, ocorreu o famoso processo contra as bruxas de Salém, em Massachusetts. Normalmente, acusavam-se as bruxas velhas, e com menor freqüência as jovens. Frequentemente as bruxas são associadas a gatos pretos, que dentre as Bruxas Tradicionais são os chamados Puckerel, muitas vezes tidos como espíritos guardiões da Arte da Bruxas, que habitam o corpo de um animal. Estes costumam ser designados na literatura como Familiares. Diziam que as bruxas voavam em vassouras a noite e principalmente em noites de lua cheia, que faziam feitiços e transformavam as pessoas em animais e que eram más. Hoje também pode-se encontrar uma vasta quantidade de livros e sites que explicam a "Antiga Religião" mas geralmente se tratam de Wicca.

Assinar:
Postagens (Atom)






![[Vampiro.jpg]](http://4.bp.blogspot.com/_HrbkPWA95tQ/SYD4FskjxVI/AAAAAAAAAFQ/VNay71BUS5M/s1600/Vampiro.jpg)





