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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Sino



As renas carregam sinos de anúncio e de convocação. O sino simboliza o respeito ao chamado divino e representa o ponto de comunicação entre o céu e a terra. Remete ao ambiente rural, o tempo da igreja matriz e seus sinos e toques de aviso e de convocação para a vida e para a morte.

Canções


Anjos cantores anunciam uma boa notícia. "Glória no mais alto dos céus e paz na terra aos homens de boa vontade". Anjos, ou seja, mensageiros surgem nos céus para confirmar o nascimento do filho de Deus. Pela melodia que entoam prenunciam um novo tempo.As primeiras canções natalinas datam do século IV e são cantadas até hoje na véspera de Natal.


Música We Wish a Merry Christmas

Cartões de Natal




A confecção do primeiro cartão de Natal, costuma ser atribuída ao britânico Henry Cole que, em 1843, encomendou a uma gráfica um cartão com a mensagem: "Feliz Natal e Próspero Ano Novo" porque não tinha tempo para escrever pessoalmente a cada um de seus amigos.Mas, em 1831, um jornal de Barcelona, na Espanha, quis colocar em funcionamento a técnica da litografia felicitando seus leitores pelo Natal mediante uma estampa, o que já pode ser considerado uma forma de cartão de Natal. O costume de desejar Boas Festas com o uso de um cartão se estendeu por toda a Europa e, a partir de 1870, estes cartões começaram a ser impressos coloridos. Já a partir desta época a imagem do Papai Noel - com suas diversas variações ao longo das décadas - começou a ser freqüente nos cartões de Natal.

Panetone




Uma série de bolos e massas são preparados somente para o Natal e são conhecidos por todo mundo.O bolo recheado de frutas secas e uvas secas é uma tradição do Natal italiano. Ele foi criado na cidade de Milão, não se sabe ao certo por quem. Existem três versões. A primeira diz que o produto foi inventado, no ano 900, por um padeiro chamado Tone. Por isso, o bolo teria ficado conhecido como pane-di-Tone. A segunda versão da história conta que o mestre-cuca Gian Galeazzo Visconti, primeiro duque de Milão, preparou, em 1395, o produto para uma festa. E a última versão é mais romântica e conta que Ughetto resolveu se empregar numa padaria, para poder ficar pertinho da sua amada Adalgisa, filha do dono. Ali ele teria inventado o panetone, entre 1300 e 1400. Feliz com a novidade, o padeiro permitiu que Ughetto se casasse com Adalgisa. No Brasil, a tradição surgiu depois da Segunda Guerra Mundial quando imigrantes italianos resolveram fazer o mesmo panetone consumido por eles na Itália na época de Natal.


Presépio




Segundo a tradição católica, o presépio foi criado por São Francisco de Assis, no século XIII, em 1223, na região da Úmbria. Com a permissão do Papa, montou um presépio de palha que representava o ambiente do nascimento de Jesus, com pessoas e animais reais e não bonecos. Neste cenário foi celebrada a missa de Natal e o sucesso foi tamanho que rapidamente se estendeu por toda a Itália. As esculturas e quadros que enfeitavam os templos para ensinar os fiéis serviram de inspiração para que se criasse o presépio, que hoje é uma tradição na Itália, na Espanha (a tradição chegou com o rei Carlos III, que a importou de Nápoles, no século XVIII), na França (inícios do século XX), no Tirol austríaco, na Alemanha, na República Checa, na América Latina e nos Estados Unidos.

Recado Orkut Presépio infantil

A Estrela de Belém



Na ponta da árvore de Natal e, muitas vezes, sobre o presépio se coloca a Estrela de Belém. Simboliza a estrela-guia dos magos e sábios do Oriente. A Estrela possui quatro pontas e uma cauda luminosa, como um cometa.


Os Reis Magos



O Evangelho de Mateus é o único a relatar a vinda dos sábios do Oriente. Posteriormente, acrescentaram-se inúmeras lendas, uma das quais dizendo que eles vieram da Pérsia. No século V, Orígenes e Leão Magno propõem chamá-los de reis-magos. No século VII, eles ganham nomes populares: Baltazar, Belquior e Gaspar e trazem ouro, incenso e mirra para o menino Jesus. No século XV, lhes é atribuída uma etnia: Belquior (ou Melchior) passa a ser de raça branca, Gaspar, amarelo, e Baltazar, negro, para simbolizar o conjunto da humanidade.


quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A Lenda das Aranhas de Natal



Há muitos, muitos anos, vivia na Alemanha uma família muito feliz. Naquele dia, era véspera de Natal e a mãe andava ocupadíssima a limpar a casa e a decorar a árvore.Num canto da casa, lá mesmo junto ao teto, estavam umas aranhas que, ao verem a mãe com a vassoura na mão a limpar, subiram escadas acima e foram esconder-se no sótão.Quando já era noite alta e toda a casa estava em silêncio, as aranhas desceram as escadas devagarinho e foi então que viram a linda árvore de Natal, brilhando de mil cores. Não conseguiram resistir à tentação e apressaram-se a subir pelo tronco e ao longo dos ramos. Sentiam-se tão felizes que se esqueceram de que eram aranhas e que as aranhas andam sempre a tecer teias.Pobre árvore! Quando as aranhas chegaram ao seu cimo, já ela estava toda coberta de poeirentas teias de aranhas escuras.As aranhas ficaram tristes e não sabiam o que fazer, quando ouviram um barulho e viram que era o Papai Noel que chegava com os presentes para as crianças. Encheram-se de coragem e pediram-lhe humildemente para as ajudar a reparar o que tinham feito.O Papai Noel viu a árvore coberta de teias de aranha e ficou um pouco preocupado mas depois sorriu. Já sabia como resolver esta triste situação, deixando ao mesmo tempo felizes as aranhas e sem que a mãe visse a árvore coberta das desgraciosas teias: transformou pura e simplesmente as teias em fios de prata e de ouro! E a árvore luzia e tremeluzia como nunca!

Foi assim que, a partir daquele dia, as pessoas passaram a enfeitar as árvores de Natal com grinaldas e outras decorações cintilantes.