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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A Porca dos Sete Leitões




Misteriosa porca que passeia pelas matas, sempre acompanhada de seus sete leitõezinhos.
Segundo a lenda, uma Baronesa que praticava muitas maldades com seus escravos, foi transformada em porca por um feiticeiro negro, revoltado com suas injustiças e seus sete filhos, também encantados, viraram leitões.Eles costumam aparecer na beira das estradas, para assustar os viajantes, a porca solta fogo pelos olhos, nariz e boca. Eles estão condenados a passar a vida procurando, encontrar um anel mágico que esta enterrado em algum lugar da floresta caso o encontrem o feitiço será quebrado.


Cachoeira Véu de Noiva


O pai da índia Pingo d'Água avisou-a que havia sido prometida para Pucaerin, o bravo caçador. A jovem, assustada, disse a seu pai que não amava o valente índio, e sim Itaerê. Ela suplicou ao pai que reconsiderasse a decisão mas ele respondeu que estava decidido pois, tal casamento, era conveniente à paz entre as tribos. A bela índia não se conformou e pediu à Tupã que a salvasse do triste destino. Infelizmente, as preparações para o festejo prosseguiram. Pingo d'Água foi ficando cada vez mais angustiada. Acreditava que seu amado Itaerê viria e ambos fugiriam para o planalto dos pinheirais. Mas ele não apareceu. Quando começou a celebração, o grande-chefe iniciou a cerimônia, ordenando que trouxessem a noiva. Houve demora, até que vieram avisar que ela não se encontrava na oca. Imediatamente, os índios saíram para procurá-la. Todos desconfiavam que Itaerê a tinha raptado. Seguiram o rastro da moça até perto da cachoeira, de onde as águas caíam a grande altura. Pingo d'Água não mais apareceu. Dias depois, uma criança correu para avisar a tribo que havia um corpo boiando próximo às rochas em que as águas da cachoeira despencavam. Era Pingo d'Água, a noiva que acabara morrendo pelo amor de outro homem. A cachoeira recebeu, então, o nome de Véu da Noiva.


Gif de Índia

sexta-feira, 1 de junho de 2012

A Gruta dos Amores

 
 Itanhantã era um belo e forte índio tamoio, que provia o seu povo com a caça e a pesca que trazia para ele. Itanhantã remava, todos os dias, a sua canoa rumo à ilha de Paquetá. Na ilha caçava os mais perigosos animais, que tombavam diante das suas flechas certeiras.
Em Paquetá vivia Poranga, uma bela índia, que no esplendor dos seus quinze anos, encheu-se de amor pelo viril caçador. Apaixonada, a índia ajudava o amado, indo buscar-lhe a caça abatida. Olhava-o com ternura, falava-lhe com doçura, mas o valente caçador não lhe via os sentimentos, não se comovia com o amor e dedicação da índia.
Todos os dias, depois de caçar intensamente, Itanhantã repousava o corpo na sombra de uma gruta, adormecendo, até recuperar as forças. A pobre índia apaixonada, velava do alto da pedra que formava a gruta, o sono repousante do amado. Chorava as mais tristes lágrimas do amor não correspondido, que corriam pela pedra. Enquanto chorava, ou esperava pela vinda do amado, Poranga entoava o mais belo canto de amor, que ecoava por toda Paquetá.
O tempo passou, as lágrimas e o canto da bela índia não enterneceram o coração de Itanhantã, que continuava a caçar e repousar em Paquetá. Tantas foram as lágrimas de Poranga, que elas abriram a pedra da gruta, transpassando-a, vindo um dia, a cair sobre o rosto do tamoio.

 
 Assustado com aquela água que lhe molhou os olhos, Itanhantã fugiu da gruta, vindo a encontrar Poranga no caminho. Diante dos olhos lavados pela água da gruta, Itanhantã descobriu no rosto da índia a mais perene beleza, e no seu olhar, o amor eterno. Apaixonado, Itanhantã tomou Poranga nos seus braços e a beijou. Depois levou a índia na sua canoa, tomando-a como esposa, sendo felizes para sempre.
As lágrimas de Poranga transformaram-se na fonte da água que existe na Gruta dos Amores, em Paquetá. Até os dias de hoje, em Paquetá, quem beber da água da Gruta dos Amores ao lado da pessoa amada, terá o seu amor para sempre.

   

Fonte: Lendas Indígenas- Virtualia

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Lenda da cabeça de cuia

 

Durante as cheias, sempre à noite e mais freqüentemente às sextas-feiras, costuma aparecer nas águas dos rios Poti e Parnaíba, um monstro. Trata-se de um sujeito alto, magro, com longos cabelos caídos pela testa e cheios de lodo, a que chamam cabeça de cuia.
Dizem que, há muitos anos, em uma pequena aldeia do vilarejo denominado Poti Velho, vivia uma pequena família, cujo arrimo era um jovem pescador, a que alguns dão o nome de Crispim. Certo dia, o rapaz retornou da pesca muito aborrecido. À hora da refeição, composta de carne de vaca, pegou um enorme pedaço de osso e, a fim de tirar o tutano, bateu com ele na cabeça da velha mãe. A pobre senhora, indignada e enfurecida, rogou-lhe uma praga, amaldiçoando-o. O filho, com o coração tomado de remorso, pôs-se a correr como um louco e atirou-se às águas do rio Poti, desaparecendo.
Desde esse dia, o cabeça de cuia nada errante pelas águas dos dois rios, surgindo ora aqui, ora ali, na época das enchentes e nas noites de sexta-feira. Aparece de repente e agarra banhistas desavisados, principalmente crianças, arrastando-os para o fundo das águas. De sete em sete anos, devora uma moça chamada Maria. Após apoderar-se de sete Marias, seu encanto estará quebrado e ele retornará ao seu estado natural. Contam que sua mãe permanecerá viva até que o filho esteja livre de sua sina.
É o principal mito do estado do Piauí. A Prefeitura de Teresina instituiu, em 2003, o Dia do Cabeça de Cuia, a ser comemorado na última sexta-feira do mês de abril.

 
Monumento em homenagem ao cabeça de Cuia
Fonte: Jangada Brasil

Lenda da Cuca

 
A cuca é um dos principais elementos do folclore brasileiro, principalmente por causa da obra “Sítio do Pica-pau Amarelo”, de Monteiro Lobato, em que a Cuca é a principal vilã . É um ser mitológico que mete medo nas crianças causando pavor, sua aparência varia de lugar para lugar, algumas  pessoas diz que ela tem a forma de uma velha enrugada, corcunda,  cabeleira branca e com aspecto assustador,  outra forma é a de uma velha feia que tem forma de jacaré possuindo  uma voz assustadora. Ela só aparece à noite, sempre procurando por aquelas crianças que fazem pirraça e não querem ir dormir. Acredita-se que esta lenda tenha surgido na Espanha e Portugal, onde tem o nome de "Coca". Neste país, ela era representada por um dragão que havia sido morto por um santo. A figura aparecia principalmente nas procissões. A lenda teria chegado ao Brasil junto com os portugueses durante o período da colonização. A Cuca dorme uma noite a cada 7 anos, e quando fica brava dá um berro que dá pra ouvir à 10 léguas de distância. Pelo fato da Cuca praticamente não dormir, alguns adultos tentam amedrontar as crianças que resistem dormir, dizendo que se elas não dormirem, a Cuca irá pegá-las.
Existem muitas canções e versos sobre a cuca.

Ilustração de Marcos Jardim

Lenda do Capelobo

 

Esta Lenda é muito comum na Região dos Rios do Pará e também no Maranhão. O nome capelobo, também chamado cupelobo é a união de um nome de significado provavelmente indígena, onde cape (osso quebrado, torto ou aleijado) + lobo. O Capelobo pode aparecer com duas formas distintas: Forma de animal onde parece com uma anta, porém com características mais distintas, é mais rápido, apresenta um focinho mais parecido com o de um cão ou porco, e com longa grina, muito peludo e extremamente feio, sempre perambula pelos campos, especialmente em várzeas. Já na forma semi-humana, aparece com um corpo humano com focinho de tamanduá e corpo arredondado.
Costuma sair a noite , rondando as casas e acampamentos que ficam dentro das florestas, denuncia-se pelos gritos e tem o pé em forma de fundo de garrafa. Mata cães e gatos recém-nascidos para devorar. Encontrando bicho de grande porte ou caçador, rasga-lhe a carótida e bebe o sangue. Só pode ser morto com um ferimento no umbigo.

 

terça-feira, 8 de maio de 2012

Lenda do Açaí

 

Há muito tempo, quando ainda não existia a cidade de Belém do Pará, vivia no local uma tribo indígena. Nesta época os alimentos eram escassos e por este motivo o cacique tomou uma decisão muito cruel: resolveu que todas as crianças que nascessem a partir daquela data, seriam necessariamente sacrificadas, uma vez que não haveria alimento suficiente para todos.
Porém, Iaça, filha do Cacique, deu a luz a um lindo menino o qual não foi poupado da cruel decisão de seu avô.
A índia chorava todas as noites com saudades de seu filho, até que numa noite de lua cheia, a índia ouviu o choro de uma criança. O choro vinha da direção de uma bela palmeira. 


 
Quando a índia chegou ao local, seu filho a esperava de braços abertos. Radiante de alegria, Iaça correu para abraçá-lo, mas quando o fez, a criança misteriosamente desapareceu. No dia seguinte, a índia foi encontrada morta, abraçada ao tronco da palmeira. Seu rosto trazia um suave sorriso de felicidade e seus olhos negros, ainda abertos, fitavam o alto da palmeira que estava carregada de frutinhos escuros.
Então, o Cacique mandou que apanhassem os frutinhos e percebeu que deles poderia se extrair um suco quando amassados, que passou a ser a principal fonte de alimento daquela tribo. Este achado fez com que o Cacique suspendesse os sacrifícios e as crianças voltaram a nascer livremente, pois a alimentação já não era mais problema na tribo.
Em agradecimento ao deus Tupã e em homenagem a sua filha, o Cacique deu o nome de Açaí aos frutinhos encontrados na palmeira, que é justamente o nome de Iaça invertido.


quarta-feira, 18 de abril de 2012

Lenda do Café

Diz uma lenda que, há muito tempo, um jovem pastor chamado Kaldi tomava conta do seu rebanho de cabras numa montanha árida e ressecada na Abissínia, hoje Etiópia, onde poucas e desfolhadas plantas conseguiam incrustar suas raízes nas rochas. Kaldi percebeu durante certas noites que alguns de seus animais desapareciam atrás da montanha por algumas horas e voltavam saltitantes. Ele ficou apreensivo. Temia que suas cabras estivessem possuídas pelo demônio. Uma noite, ele as seguiu. Viu que engoliam com muito apetite pequenos frutos vermelhos de uma planta desconhecida. Logo em seguida, as cabras e um velho bode começaram a dançar sob a luz da lua. Kaldi recolheu e experimentou alguns grãos. Sentiu em sua boca uma agradável sensação refrescante. E assim como seu rebanho, também começou a dançar. Nunca se viu na Terra um pastor tão alegre. Kaldi falou de sua experiência a um monge da região, que também decidiu experimentar aqueles frutos. Levou uma porção até o monastério e preparou uma infusão. Percebeu que a bebida o ajudava a resistir ao sono, durante suas longas orações. A descoberta se espalhou rapidamente entre outros monastérios, e a bebida se difundiu. Evidências apontam que o café foi cultivado pela primeira vez em monastérios islâmicos no Yêmen.


Lenda da Erva-Mate

 
Conta a lenda que um velho guerreiro guarani vivia triste em sua cabana pois já não podia mais sair para as guerras, nem mesmo para caçar e pescar, vivendo só com sua linda filha Yari, que o tratava com muito carinho, conservando-se solteira para melhor dedicar-se ao pai.
Um dia, Yari e seu pai receberam a visita de um viajante que pernoitou na cabana recebendo seus melhores tratos. A jovem cantou para que o visitante adormecesse e tivesse um sono tranqüilo, entoando um canto suave e triste.
Ao amanhecer, o viajante confessando ser enviado de Tupã, quis retribuir-lhes a hospitalidade dizendo que atenderia a qualquer desejo, mesmo o mais remoto. O velho guerreiro, sabendo que sua jovem filha não se casara para não abandoná-lo, pediu que lhe fosse devolvidas as forças, para que yari se tornasse livre.
O mensageiro de Tupã entregou ao velho um galho de árvore de Caá, ensinando-lhe a preparar uma infusão que lhe devolveria todo o vigor. E como prêmio pela generosidade de sua acolhida, tornou imortal sua filha Yari.
 E assim, a jovem guarani, foi transformada na árvore de erva-mate, Caá-yari que desde então existe e por mais que a cortem, sua folhagem volta a brotar e a florir sempre mais vigorosa, permanecendo eternamente jovem. Caá-Yari tornou-se a deusa dos ervais protegendo suas selvas, favorecendo os ervateiros, abreviando seus caminhos, diminuindo-lhes o peso dos feixes e mitigando-lhes a árdua e cansativa jornada de trabalho nos ervais.
 

domingo, 11 de março de 2012

Lenda da Lagoa dos Barros

 

Lagoa dos Barros é uma lagoa brasileira localizada no estado do Rio Grande do Sul. Essa  lagoa é repleta de histórias e lendas contadas por moradores da região. Alguns dizem ser encantada enquanto outros afirmam ser uma lagoa mal assombrada, e esse mistério permanece até os dias de hoje. As lendas locais dizem existir um monstro vivendo nas profundezas do lagoa, ou que ninfas translúcidas  montadas em cavalos brancos deslizando pelas águas carregados pelos ventos. Quem já avistou a sinistra cavalgada guarda para sempre a terrível impressão das almas noite a dentro até sumir na lagoa. Dizem também que em períodos de seca é possível ver ao longe o topo de prédios mais altos e, em algumas ocasiões, ouvir o sino da Igreja tocando de uma possível cidade submersa construída no centro da lagoa. Segundo a crença do povo a Lagoa dos Barros possui um redemoinho no seu centro, que suga tudo e leva tudo: peixes, pessoas ,barcos, para baixo da terra até soltar no mar, bem longe da praia, existe histórias sobre um barco todo iluminado, que surge do nada nas noites mais escuras, e da estranha aparição de dois misteriosos padres em suas margens. Há também mitos de  ovnis e até  uma aparição de  lobisomem numa das margens da lagoa. Mas entre todas as lendas contadas pelos moradores locais, existe uma que surgiu de um fato verídico, um famoso assassinato ocorrido em 1940, quando o noivo da jovem Maria Luiza matou-a e jogou seu corpo na lagoa amarrado a uma pedra. Moradores dizem que já encontraram uma mulher de branco à noite perto da lagoa. Outra história sobre a mulher de branco surgiu em 1958, quando dois caminhoneiros a viram andando na beira da estrada que margeava a Lagoa dos Barros, à noite. Estranhando encontrar uma mulher sozinha àquela hora eles pararam para investigar, mas a figura desapareceu. As histórias sobre visões da mulher de branco que perambula pela lagoa a procura do seu noivo-assassino continuam se repetindo até hoje. 

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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Lenda de Peroíbe e Juréia



Diz a lenda que na tribo dos Tupiniquins havia um grande cacique chamado Peroibe. Sua valentia era conhecida e a sua terra era respeitada por todas as tribos ao redor. Um dia, quando Peroibe caçava com seus guerreiros, ao perseguirem um veado chegaram numa fonte de águas cristalinas. Como estavam cansados, em decorrência do esforço da caça, beberam a água do local e, de repente, o cansaço sumiu e o vigor se estabeleceu novamente nos corpos dos guerreiros. Retornaram para a aldeia, contando para a tribo a descoberta da fonte de água milagrosa. Foram as mulheres as que mais se serviram das águas da fonte, que as mantinham jovens e belas. Elas já eram famosas pela pele macia e sedosa, em conseqüência do uso da lama negra que espalhavam no corpo. Mas a descoberta da fonte fez com que as moças de outras tribos sonhassem com o uso da lama e da água milagrosa. Juréia, filha única do cacique Pogoça, da tribo dos Carijós da região de Igua, soube da descoberta e, ao pegar o caminho da praia de areia fina, chegou na região dos Tupiniquins, alcançou a fonte e mergulhou em suas águas. O cansaço sumiu e o corpo de Juréia vibrou ao sentir uma corrente de energia. Peroibe, que estava descansando na clareira a poucos metros da fonte, ouviu o barulho das águas e virou-se lentamente para a fonte. Viu o rosto e o corpo de Juréia emergir das águas e, como que enfeitiçado, ficou imóvel e atônico. Juréia olhou e viu a figura imóvel e extasiada de Peroibe. Pensando tratar-se de um deus saiu da água e desapareceu pela trilha nas matas. Peroibe imóvel, estava confuso sem saber se a imagem que via era real ou fantasia e ligeiro entrou na mata à procura de Juréia. Pogoça sentiu a falta da filha que há dias não dava sinal de vida. Quando ela apareceu quis saber onde teria ido. Sabendo da verdade, enfureceu-se e, com a ajuda dos pajés, enclausurou Juréia na caverna da Itabirapuã (pedra em pé redonda), para que ela pudesse ser vigiada. A porta de pedra fechou-se para sempre, por medo de que o deus que a filha havia visto, tentasse roubá-la. Peroibe em vão vasculhou todas as matas. Cansado e esgotado, entrou em tristeza profunda, negando-se a comer e a beber a água da fonte que os pajés lhe traziam. Os pajés reuniram-se em conselho, resolvendo evocar o deus sol para pedir ajuda. Este, atendendo ao pedido, transformou Peroibe em uma rocha, para que o deus tempo não o transformasse, até que sua amada voltasse novamente. Juréia, enclausurada, chorava e evocava a deusa lua, sua protetora, para que a ajudasse a reencontrar seu amado deus. Esta entristeceu-se e, cheia de compaixão, transformou-a em uma bola de fogo.Segundo a lenda em algumas noites Juréia sai de sua prisão, percorrendo os sambaquis em busca do seu amado. No dia em que o encontrar petrificado, o despertará do sono eterno com seu calor, então a porta do Pogoçá se abrirá, libertando-a para os dois se unirem. Nesse dia renascerá a raça perdida dos bravos Tupiniquins.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

A Cidade Encantada de Jericoacoara

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Dizem alguns habitantes de Jericoacoara, no Ceará, que no lugar onde hoje é um farol, existe uma cidade maravilhosa, cheia de riquezas, na qual habita uma linda princesa. Perto da praia, quando a maré está baixa, há uma furna onde só se pode entrar agachado. Esta furna de fato existe. Só se pode entrar pela boca da caverna, mas não se pode percorrê-la, porque, porque existe um portão de ferro que limita a passagem. A cidade encantada e a princesa estariam além daquele portão. A encantadora princesa está transformada, por magia, numa serpente de escamas de ouro, só tendo a cabeça e os pés de mulher. De acordo com a lenda, ela só pode ser desencantada com sangue humano. Assim, no dia em que alguém for sacrificado junto do portão, abrir-se-á a entrada para um reino maravilhoso. Com o sangue será feita uma cruz no dorso da serpente, e então surgirá a princesa com toda sua beleza, cercada de tesouros inimagináveis, e a cidade com suas torres douradas, finalmente poderá ser vista. Então, a princesa se casará com o homem que a libertou do encanto. Mas, como até hoje não apareceu ninguém disposto a quebrar esse encanto, a princesa, metade mulher, metade serpente, com seus tesouros e sua cidade encantada, continuam na gruta a espera desse heroí.

sábado, 18 de junho de 2011

A Lenda do Barba Ruiva

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Esta é uma lenda popular sobre a Lagoa de Paranaguá no Piauí, que por volta de 1830, já era conhecida. Conta-se que de tão pequena (a lagoa), era quase uma fonte e que cresceu por encanto. Vivia uma viúva muito pobre com três filhas. Certo dia, a sua filha mais nova adoeceu sem que ninguém conseguisse adivinhar o fato que produzira tal moléstia. Permaneceu triste e pensativa até que descobriu que esperava um menino de seu namorado que morrera, sem ter tido a oportunidade de levá-la ao altar. Chegando ao tempo de dar à luz ao bebê, a moça embrenhou-se nos matos, porém, arrependida, resolveu abandonar a criança. Deitou o filhinho em um tacho de cobre e colocou-o dentro da lagoa.O tacho afundou, mas foi trazido à tona pela Iara, que tremia de raiva e amaldiçoou a moça que chorava à beira da lagoa.
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Enraivecida, a Iara provocou o crescimento das águas, que em uma enchente sem fim, alagavam, encharcavam e aumentavam sem cessar. Desde então, a lagoa tornou-se um lugar mágico, onde se ouvem estranhas vozes e observam-se luzes de origem desconhecida.Todos os que já se atreveram a morar às margens da lago, tiveram que fugir assustados, pois durante à noite, ouviam o choro de um bebê, procedente do fundo das águas, como que solicitando o peito da mãe para alimentar-se. Mas, com o passar dos anos, o choro cessou. Conta ainda a lenda, que às vezes surge das águas um ser humano que pela manhã é um menino, ao meio-dia um rapaz de barbas ruivas e, pela noite, um velho de barbas brancas. Dizem também que tem a pele alva, de estatura regular e cabelos avermelhados. Quando sai da água mostra as barbas, as unhas e os peitos cobertos de lodo e limo. Muita gente o viu e tem visto. Foge dos homens e procura as mulheres que vão bater roupa. Agarra-as só para abraçar e beijar. Depois, corre e pula na lagoa, desaparecendo. Nenhuma mulher bate roupa ou toma banho sozinha, com medo do barba ruiva. Se um Homem o encontra, fica desorientado. Mas o Barba Ruiva é inofensivo, pois não consta que fizesse mal a alguém. O Barba Ruiva, como ficou conhecido, é tido como filho de Iara, a Sereia. Pacífico, a entidade não fere e não maltrata ninguém e é tido como um duende bom. A sina à qual está preso, só terminará quando uma mulher atirar sobre sua cabeça algumas gotas de água benta e algumas contas de um rosário, para convertê-lo então, ao cristianismo.
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terça-feira, 31 de maio de 2011

A Toca do Estevão



Há muitos anos, ainda no tempo da escravidão, havia em Ilhabela entre tantos outros engenhos, o Engenho D'água, onde se desenrola esta estória que vamos contar: Estevão era um escravo trabalhador e servil. Era esperto, inteligente e queria aprender a ler e escrever. Como era muito querido pela "Sinhá", esta, às escondidas, ensinou-o a ler.
O capataz que sentia grande ciúme pelas atenções que eram dispensadas a Estevão pela "Sinhá" descobriu que o escravo sabia ler e escrever. Imediatamente contou ao "Sinhô" que mandou aprisionar Estevão. A prisão e os castigos dispensados a um escravo alfabetizado eram torturantes, muito mais do que os de um escravo comum. Um belo dia, Estevão fugiu do cativeiro, ajudado pela "Sinhá", que tinha como ama a mãe do próprio Estevão. Quando descobriram a fuga foram direto à "Sinha" e sua ama. Estas ao verem chegar o capataz, o "Sinhô" e os policiais, imediatamente tiveram uma idéia: ocultaram Estevão embaixo da longa e engomada saia da ama e negaram até o final, terem visto o escravo. Assim que os homens se foram, Estevão partiu ocultando-se em uma toca que fica logo acima do Engenho D' Água, e nunca mais o pegaram.
Ainda hoje, quando passam perto dessa toca, os caçadores dizem ouvir os lamentos do escravo. Daí o nome "Toca do Estevão".

quarta-feira, 18 de maio de 2011

O Vaqueiro Misterioso


Esta lenda é muito comum por todo o interior do Brasil, principalmente nas localidades que tem fortes tradições no Ciclo do Gado. Esta Lenda relatada por muitos vaqueiros, o vaqueiro misterioso aparece de repente nas fazendas ou em regiões pastoris. Não se sabe ao certo de onde veio ou onde nasceu. O Vaqueiro Misterioso sempre aparece para participar das competições de derrubada de boi, corrida de argolinha, entre outras competições de montaria.

Gif de Cowboy

Ele sempre é descrito como um vaqueiro velho, está sempre vestido humildemente, com um gibão de couro surrado e chapéu de vaqueiro, encobrindo o seu olhar misterioso, e sua montaria é um cavalo velho com aparência cansada,quando participa das competições, sempre é o mais ágil, mais destro, mais afoito de todos os competidores. Ele, porém, recusa todas as honrarias. É sabedor de segredos infalíveis e quando alguém procura por ele para saber de onde ele veio ,ele acaba sumindo sem deixar nenhuma pista.


http://www.sitevip.net/gifs/cowboy/1413_animado.gif

terça-feira, 17 de maio de 2011

A Lenda de Alamoa



É uma lenda da região da Ilha de Fernando de Noronha. Antigamente a ilha abrigava um presídio.Os antigos detentos desse presídio contavam que, nas vésperas de tempestades, quase sempre à meia-noite, aparecia na praia uma mulher lindíssima. Muito bela, com a pele extremante alva, com longos cabelos louros e completamente nua, ela dançava pela praia molhada pela chuva e iluminada pelos relâmpagos. Seus pés pareciam não tocar o chão e sim flutuar sobre a areia.



Segundo a lenda, às sextas-feiras, a pedra do Pico se abre e surge uma linda luz brilhante. A Alamoa então sai e passeia pelas redondezas. Quando vê um homem, ela dança, atraindo sua vítima que fatalmente se apaixonará por ela. Assim, a entidade leva o seu enamorado para a pedra, sua morada. Mas aqueles que ali entram, logo constatam com horror a terrível transformação. Seus belos e brilhantes olhos transformam-se em dois buracos e ela vira uma uma caveira horripilante. Então, a fenda se fecha e o pobre homem nunca mais é visto. Apenas seus gritos de pavor ainda são ouvidos no local durante muitos dias. Aparece também como uma luz ofuscante, multicor, a perseguir quem foge dela.
As mães aconselhavam os filhos que não saíssem para passear nessas noites perigosas, pois a "malvada" Alamoa poderia enlouquecê-los de amor e matá-los de "terror". Aqueles que se deixassem enredar nessa teia de sedução.


Imagens de fantasia, recados de fantasia, fantasia fotos

terça-feira, 10 de maio de 2011

Matinta Perera



Matinta Perêra é uma ave de vida misteriosa e cujo assobio nunca se sabe de onde vem. Dizem que ela é o Saci Pererê em uma de suas formas. Também assume a forma de uma velha vestida de preto, com o rosto parcialmente coberto. Prefere sair nas noites escuras, sem lua. Dizem que de noite, quando sai para cumprir seu fado, a Matinta sobrevoa a casa daqueles que zombam dela ou que a trataram mal durante o dia, assombrando os moradores da casa e assustando criações de galinhas, porcos, cavalos ou cachorros. Dizem ainda que a Matinta gosta de mascar tabaco. E quando lhe prometem o fumo, ela sempre vai buscar no dia seguinte, sempre às primeiras horas da manhã. Para os curiosos que querem descobrir a verdadeira identidade da Matinta Perera: quando se ouve o assobio ou grito estridente, cujo som lembra a palavra: "Matinta Perêra..." na mata, o curioso deve gritar bem alto: "vem buscar tabaco!". No dia seguinte, bem cedinho, a Matinta Perêra aparece para buscar o tabaco prometido. Se não der o que prometeu, a Matinta Perera volta à noite e não deixa ninguém dormir.
Outra forma de descobrir a verdadeira identidade de uma Matinta é por meio de uma simpatia onde, à meia noite, se deve enterrar uma tesoura virgem aberta com uma chave e um terço sobrepostos. Garantem os caboclos que a Matinta não consegue se afastar do local.
Há os que dizem que já tiveram a infeliz experiência de se deparar com a visagem dentro do mato. A maioria a descreve como uma mulher velha com os cabelos completamente despenteados e que tem o corpo suspenso, flutuando no ar com os braços erguidos. Ao ver uma Matinta, dizem os experientes, não se consegue mover um músculo sequer. A pessoa fica tão assustada que fica completamente imóvel! Paralisada de pavor!
Dizem ainda que quando a Matinta Perera sente que sua morte está próxima, ela sai vagando pelas redondezas gritando bem alto "Quem quer? Quem quer?". Quem cair na besteira de responder, mesmo brincando, "eu quero!", fica com a maldição de virar Matinta. E assim o fado passa de pessoa para pessoa.


Fonte: Blog " Nossas Lendas Preferidas".

segunda-feira, 9 de maio de 2011

A Cobra Honorato



É uma das mais conhecidas lendas do folclore amazônico.Segundo essa lenda , em uma certa tribo indígena da Amazônia, uma índia engravidou de uma Boiúna (Cobra-grande), após um banho de rio. Posteriormente a ìndia deu à luz a duas crianças gêmeas, que na verdade eram duas cobras, a mãe assustada por seus filhos serem cobras, jogou- os no rio. As duas cobras cresceram livremente pela mata e pelo rio. Viviam sempre juntas. Os índios deram-lhe os nomes de: Cobra Honorato para o menino e para a menina, Maria Caninana. Com o passar do tempo as diferenças entre as duas cobras foram ficando cada vez mais evidentes. Cobra Honorato era mais forte e bom, nunca fazia mal a ninguém, sempre estava pronto para ajudar, salvou muita gente de morrer afogada.
Com freqüência, Cobra Honorato vinha visitar a mãe na aldeia. Saia sempre no meio da noite e sob a luz do luar tirava seu couro de cobra e se transformava em um bonito rapaz. Ainda pela madrugada, antes do último canto do galo, Honorato entrava novamente dentro do seu couro de cobra e mergulhava de volta no rio, voltando a ser uma cobra. Já Maria Caninana era violenta e má. Afundava as embarcações, matava os náufragos, atacava os pescadores, feria os peixes,
causava sérios prejuízos.


Eram tantas as maldades praticadas por ela que Honorato acabou por matá-la para pôr fim às suas perversidades. Para desfazer o encanto sofrido pela Cobra Honorato, alguém de coragem teria que encontrar a cobra dormindo e sacudir dentro de sua boca três pingos de leite de mulher, além disso teria que ferir com um ferro a cabeça da cobra. Após isso Honorato se transformaria em homem para sempre.
Muitos com pena de Honorato quiseram tentar desfazer o encanto, mas tinham medo quando o viam transformado em cobra.
Até que um dia um soldado, que fez amizade com Honorato enquanto estava transformado em homem, criou coragem e conseguiu quebrar o encanto. Após dar três gostas de leite na boca da cobra dormindo, deu-lhe uma machadada na cabeça.
A cobra se sacudiu e depois estirou-se no chão. Honorato saiu então de dentro do couro da cobra e ajudou o amigo soldado à queimar o mesmo. Assim o encanto foi quebrado, e Honorato viveu por muitos anos.


sábado, 20 de novembro de 2010

O Poço Feio



No Município de Governador Dix-Sept Rosado (RN). Estando próximo de uma caverna calcária localizada na comunidade rural do sítio Bonito. É dentro deste ambiente que fica um dos redutos geológicos mais belos do estado: o Poço Feio. Existe no Poço Feio, na parte externa, curiosa formação calcária conhecida como "baú da moça", verdadeiro capricho geológico em terreno cretáceo, onde despertou o imaginário popular.


Reza a tradição passada de geração a geração que em noites de lua cheia uma bela mulher se banha nas águas do Poço Feio. O canto da moça encantada atrai homens que logo se apaixonam e seguem a mulher para o interior da caverna calcária, afogando-se nos túneis ali existentes. A lenda prega que a linda mulher estaria enclausurada no baú calcário, sendo que este se abre quando a lua cheia desponta no horizonte, fazendo-a reviver.
A memória local registra a lenda, a maioria a respeita, não se atrevendo a ir ao Poço Feio em noites de lua cheia, com medo de ser enfeitiçado pela evocação sonora da moça encantada que se banha à luz do luar. Não foram poucas pessoas que contam ter ouvido o canto da moça, partido das bandas do Poço Feio.
Poucos dix-septienses se aventuram em procurar o Poço Feio quando a lua cheia lança seus raios prateados nas águas de tonalidade azulada do Poço Feio, tem medo da "moça encantada", não se arriscam em desafiar as tradições contadas em prosa e versos pelos mais velhos.


quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Serra do Roncador


A Serra do Roncador (MT), sem dúvida, é um dos lugares mais místicos do Brasil, cercado de mistérios e lendas. Luzes que sobrevoam, entram e saem na Serra do Roncador, passagem para a terra dos descendentes de Atlântida ou para outra dimensão, são alguns dos mistérios e misticismos que atraem turistas do Brasil e exterior que vão conhecer o município de Barra do Garças. Ela recebe o nome de Roncador porque o encontro do vento forte com as rochas produz um som assustador. No entanto, alguns moradores da região dizem que o som vem do interior da terra, já outros que o som são de óvnis que rondam a região. A serra possui 600 m de altitude e mais de 1 mil km de extensão, inicia no Mato Grosso e vai até o Estado do Pará. Foi nesse local, em 1919, que, procurando pela civilização perdida de Atlântida, o coronel Percy Fawcett desapareceu misteriosamente, dando origem a muitas lendas.Ele esperava estabelecer contato com uma evoluída civilização intraterrestre que supostamente seria descendente dos Atlantes.O mundo não mais ouviu falar dele.
Segundo diversas comunidades místicas, o explorador teria encontrado o portal que liga a Terra a esta e a outras civilizações, de grande poder espiritual e mais desenvolvidas que a nossa, preferindo não regressar à superfície.

Percy Fawcett
Acredita-se que seres evoluídos possuem cidades subterrâneas cujas entradas ficam escondidas no meio da serra. Ao meio da serra há um lago chamado de "o portal". Essa lagoa é misteriosa por possuir águas extremamente cristalinas e não haver nenhum ser vivo dentro dela. Segundo a crença esotérica, deve-se mergulhar nesta lagoa para se ter acesso a Atlântida. Outro acesso seria uma enorme rocha de cristal perfeitamente redonda e transparente, medindo aproximadamente 10 metros de diâmetro. Os ancestrais dos indios Xavantes, utilizavam essa rocha como espelho.
Os místicos fundaram o "Monastério Teúrgico do Roncador", e eles acreditam que lá exista um portal, e que quando há alinhamento de astros, o portal está aberto, permitindo à entrada. Nesse “mundo” as pessoas são muito desenvolvidas, tanto espiritualmente, quanto tecnologicamente e que sobrevivem porque existe um sol interior que ilumina o centro da Terra.
Segundo as teorias, são sobreviventes de Atlântida e do Império Inca. Ambas civilizações, preveram catástrofes e perdas, e resolveram se refugiar no interior da Terra. Eles são um povo auto-suficiente, com uma população numerosa e um alto grau de desenvolvimento mental e espiritual.
Atualmente, os mistérios do lugar, ainda sim, são guardados fortemente a sete chaves pelos índios Xavantes que vivem pela região e que possuem vários lugares sagrados por eles e que não podem ser visitados pelo homem branco sem que estejam na presença deles.
Dentre os lugares sagrados, há uma caverna em que esses índios só entram até a primeira galeria, e não se arriscam avançar mais do que isso, pois temem o subterrâneo, que, segundo eles, vivem seres estranhos, e quem se arrisca a entrar não retorna mais, pois lá seria um mundo desconhecido dos seres provinda das estrelas.
Na verbalização dos índios, fala-se sobre outro lugar sagrado, a “Lagoa Encantada”, uma lagoa com total ausência de vida sob as águas. Alguns índios nadam na lagoa, mas não se comprometem a mergulhar muito fundo, pois tem medo de serem sugados e não mais voltarem. Segundo os índios, essa lagoa seria a entrada das moradas dos deuses, onde contam que luzes entram e saem da lagoa e vão em direção às estrelas.
Em Barra do Garças é comum absorver dos índios relatos de contatos com seres extraterrestres em que eles denominam como seres das estrelas.
Falam-se muito, também, de outra comunidade indígena ainda não catalogada, desconhecida, que guardam ferozmente os mistérios do Roncador, esses índios são chamados de Índios Morcegos, que são de pele escura e de pequeno porte, mas de grande força física. Diz a lenda que os índios Morcegos vivem em cavernas e saem a noite para a floresta circunvizinha, mas não tem contato com os moradores, habitando uma cidade subterrânea no qual formam uma comunidade auto-suficiente.
Essa região é conhecida mundialmente como santuário metafísico. Além do aspecto místico, a Serra do Roncador é muito apreciada pela beleza de suas trilhas,cavernas e cachoeiras e por suas estranhas formações rochosas.